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São Paulo

Governo de SP anuncia pacote emergencial para empreendedores

Redação Gazeta Regional

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Estado realiza novo aporte no Banco do Povo e no Desenvolve SP, além de implementar medidas econômicas focadas nos setores mais impactados pela pandemia do coronavírus

O Governador João Doria anunciou nesta quarta-feira, 03, um pacote emergencial para apoiar os empreendedores dos 645 municípios paulistas que mais foram impactados pela pandemia do coronavírus. Entre as novas medidas estão a liberação de R$125 milhões pelo Banco do Povo e pelo DesenvolveSP, a suspensão de protesto de débitos da dívida ativa e a manutenção de serviços de gás e água.

“Queremos agradecer aqueles que do setor privado entendem que é pelo diálogo que nós construímos e obtemos bons resultados, não é por intimidação, não é por fake news e muito menos por ameaças. O diálogo estabelece a linha e a ponte de entendimento. O Governo do Estado de São Paulo respeita o diálogo e repugna intimidações e medidas ameaçadoras daqueles que preferem seguir a linha do extremismo”, diz Doria.

Desde o início de 2021, o Governo já realizou mais de 15 reuniões com os setores mais vulneráveis, com a participação de representantes de empresas e associações. Dentre os setores mais impactados estão bares e restaurantes, hotéis e comércio.

Com objetivo de auxiliar os empreendedores mais impactados pela pandemia, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, por meio do Banco do Povo, liberou R$25 milhões em microcrédito. Em 2020 foram disponibilizados mais de R 280 milhões em empréstimos subsidiados por meio do Banco do Povo, contando também com a parceria do Sebrae-SP, para auxiliar MEIs e autônomos a atravessarem a crise.

“O Governo tem dialogado constantemente com os setores mais vulneráveis durante a pandemia. Nas últimas semanas, realizamos uma série de reuniões para ouvir os pleitos e elencamos todos os pedidos. Por meio disso, chegamos neste pacote de medidas que ajudará empresários de todo o estado a enfrentar essa crise sem precedentes”, ressalta a Secretária de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen.

A primeira linha é para os empreendedores informais e produtores rurais sem CNPJ, com opções de crédito de até R$15 mil e taxa de juros de 1% ao mês. O prazo para pagamento é de até 12 meses e carência de até 60 dias para capital de giro. Já para o investimento fixo e misto, o prazo para pagamento é de até 24 meses com até 90 dias de carência. O empreendedor deverá realizar um curso de qualificação empreendedora (disponível tanto online quanto presencial por meio do Sebrae-SP), apresentar avalista e não ter restrições creditícias.

Já a segunda linha é voltada para empreendedores com CNPJ. Com taxa de juros de 0,35% ao mês, o limite de crédito é de até R$21 mil e o prazo para pagamento de até 24 meses com carência de até 60 dias para capital de giro. Já para o investimento fixo e misto, o prazo para pagamento é de até 36 meses com até 90 dias de carência. Para solicitar os financiamentos, o empresário também deverá realizar um curso de qualificação empreendedora (disponível tanto online quanto presencial por meio do Sebrae-SP) e não ter restrições creditícias. Não é necessário apresentar avalista.

Os empreendedores podem solicitar as linhas de crédito de forma totalmente online pelo site www.bancodopovo.sp.gov.br ou presencialmente na agência do seu município. Atualmente, o Banco do Povo atende em 491 unidades em 465 municípios. A relação completa também está disponível no portal.

O Desenvolve SP, banco do Governo do Estado, vai disponibilizar mais R$100 milhões em crédito para capital de giro, apoiando micro e pequenas empresas de São Paulo. O lançamento integra a série de medidas praticadas pela instituição financeira para mitigar os impactos econômicos causados pela pandemia.

“Em 2020 injetamos R$ 1,8 bilhão na economia paulista para apoiar o empreendedor, oferecendo acesso a capital de giro com melhores condições, suspensão de parcelas vincendas e financiamento de equipamentos para adequação ao momento. Atendemos 3.583 empresas, número 313% maior que em 2019. Com a recidiva da pandemia do coronavírus, as empresas precisam novamente de capital de giro para manter empregos e contas em dia, e mais uma vez o Desenvolve SP provê esse amparo”, afirmou Nelson de Souza, Presidente da instituição.

Micro e pequenas empresas (faturamento anual até R$ 4,8 milhões) poderão solicitar crédito para capital de giro com taxas a partir de 0,8% ao mês acrescido da SELIC, prazo de até 60 meses para pagar e carência de até 12 meses. A medida vai beneficiar os que mais enfrentam dificuldades para acessar crédito por falta de garantias. Para evitar a necessidade de avalista e alienação de bens, o Desenvolve SP oferece duas opções: o Fundo Garantidor de Investimentos – FGI e o Fundo de Aval – FDA, criado pelo Governo do Estado de São Paulo, com recursos próprios, no início da pandemia.

Com o intuito de oferecer mais vantagens aos negócios que paralisaram ou reduziram suas atividades em 2020 e enfrentaram queda nos lucros, o banco vai permitir que o empreendedor apresente tanto o faturamento de 2019 quanto o de 2020 na negociação do empréstimo, podendo escolher o que lhe for mais benéfico. As solicitações de crédito são realizadas de forma 100% online pelo site www.desenvolvesp.com.br

Suspensão de protesto de débitos

A Procuradoria Geral do Estado suspenderá por 90 dias o protesto de débitos inscritos na dívida ativa em todo o estado de São Paulo. A iniciativa dará fôlego às empresas de todos os segmentos para que possam sanar suas necessidades mais urgentes de capital de giro, facilitando o acesso ao financiamento. A medida passa a vigorar a partir desta quinta-feira (4).

Manutenção dos serviços de gás e água
Não haverá suspensão dos serviços de saneamento e gás canalizado de estabelecimentos comerciais nas áreas de concessão da Sabesp, Comgás, Naturgy e Gás Brasiliano Distribuidora (GBD) em municípios que estiverem nas fases laranja e vermelha do Plano São Paulo.

Os usuários também não serão negativados por débitos. A medida tem efeito imediato e se estende até o final de março. Os estabelecimentos que já tenham sido negativados por débitos durante o período da pandemia precisam repactuar os seus acordos para que a negativação seja suspensa. Os débitos existentes poderão ser renegociados sem aplicação de multas e juros; haverá apenas correção monetária.

O prazo para o parcelamento será de 12 meses após a repactuação de saldos em aberto. Essas medidas são válidas para os usuários do segmento comercial e de serviços da Sabesp com consumo de até 100m³/mês e no caso da Comgás, Naturgy e Gás Brasiliano Distribuidora (GBD) com uso de até 150m³/mês.

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Governo de SP fecha primeiro semestre com mais de 27 milhões de litros de leite pasteurizado distribuídos

Redação Gazeta Regional

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Programa Viva Leite teve investimento superior a R$71 milhões, beneficiando idosos e crianças em situação de vulnerabilidade social

Sob gestão da Secretaria de Desenvolvimento Social, o Governo do Estado de São Paulo entregou 27.015.420 litros de leite no primeiro semestre por meio do Viva Leite, maior programa de distribuição de leite pasteurizado do Brasil. No total, foram beneficiadas 1.801.028 pessoas, entre idosos acima de 60 anos e crianças entre seis meses e 5 anos e 11 meses, pertencentes a famílias com renda mensal de até 25% de salário mínimo per capita.

“O VivaLeite é um dos programas de maior sucesso do Governo do Estado, e reflete a constante preocupação em assegurar uma nutrição adequada para as camadas mais vulneráveis da população”, afirma a Secretária Estadual de Desenvolvimento Social, Célia Parnes.

Das 1.801.028 pessoas atendidas durante os primeiros seis meses de 2021, 43% vivem em situação de extrema pobreza. O investimento do programa durante o primeiro semestre foi de R$ 71.492.362,95, com 8.959 pontos de entrega na Região Metropolitana de São Paulo e outros 15.290 distribuídos pelo interior e litoral do Estado.

Parte integrante do Plano de Segurança Alimentar do Estado de São Paulo, o Viva Leite foi criado em 1999 e distribui anualmente 81 milhões de litros de leite enriquecido com ferro e vitaminas A e D para pessoas em situação de insegurança alimentar e vulnerabilidade social. Hoje são 1.515 entidades parceiras do Projeto que distribuem o leite na Capital e Região Metropolitana, além dos 606 municípios conveniados, por meio das Prefeituras, responsáveis pelos 3.058 postos de distribuição espalhados por todo o Estado.

Em 2020, o programa alcançou o investimento de R$136.439.549,70 e atingiu 3.884.981 usuários, sendo 41% composto por beneficiários em situação de extrema pobreza. Foram distribuídos 58.274.715 litros de leite, sendo 65,5% para crianças e 34,5% para idosos.

O Plano de Segurança Alimentar do Estado de São Paulo ainda inclui iniciativas como o Bom Prato, que desde o começo da pandemia teve o atendimento ampliado e passou a servir 115 mil refeições por dia, além de oferecer gratuidade para moradores em situação de rua cadastrados nos municípios; o “Vacina Contra a Fome”, que já arrecadou cerca de 17,3 mil toneladas de alimentos, e o recém lançado Vale Gás, programa de transferência de renda para mais de 100 mil famílias em situação de vulnerabilidade social do Estado de São Paulo, que vai pagar 3 parcelas de R$100 entre os meses de julho e dezembro de 2021 para compra de botijões de gás de cozinha (GLP 13kg).

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Em quatro meses, mortes por Covid caem 46% em São Paulo, diz governo

Redação Gazeta Regional

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O governo de São Paulo anunciou hoje uma redução de 46% no número de mortes causadas pela Covid-19 no estado entre os meses de março e julho deste ano. Segundo o governador João Doria (PSDB), a proporção dos pacientes que morriam após serem internados era de 31% em março. Agora, é de 19%.

O mesmo movimento de regressão foi visto na média de casos, que caiu 10,7% em comparação com última semana, e de internações, que também diminuiu 14% em comparação à semana anterior. A demanda por leitos clínicos também reduziu em todo o estado à medida que a vacinação contra a Covid-19 avança.

O governo atribui a melhora nos números à vacinação. “É resultado dos altos índices de cobertura vacinal. E principalmente entre os idosos acima de 70 anos, que já tomaram a primeira e a segunda dose da vacina”, afirma Doria, que completou dizendo que, deste universo, 80% dos idosos tomaram a vacina CoronaVac, que vem sendo acusada erroneamente de ser ineficaz contra a Covid-19.

Os números, considerados “robustos”, são motivo de confiança pela equipe de combate à pandemia no estado. “São quatros semanas consecutivas em queda, em níveis próximos ao início de março”, afirma o secretário de Saúde, Jean Gorychteyn.

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Procura por imóveis cresce 40% em cidades do interior de São Paulo com menos de 100 mil habitantes

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Qualidade de vida, empregos e menor custo de vida são fatores que estimulam a busca pelo imóvel próprio no Interior

A procura por imóveis em cidades com menos de 250 mil habitantes na Região Metropolitana de Campinas (RMC) aumentou em 35%, de acordo com levantamento realizado pelo Creci-Regional Campinas. Qualidade de vida, saldo positivo de empregos e menor custo de vida são alguns fatores que contribuem favoravelmente para este cenário, que apresenta perspectivas ainda melhores para os negócios até o final do ano.

De acordo com José Carlos Sioto, delegado do Creci-Regional Campinas, a busca por imóveis é ainda maior em municípios com menos de 100 mil habitantes. “Observamos que na RMC, o impacto chega a 40%”, afirma. “A tendência é que esta procura aumente ainda mais”, completa.

Em cidades com menor número de habitantes, como Sumaré, Hortolândia e Monte Mor, a alta demanda por imóveis próprios levou a Longitude Incorporadora a investir em empreendimentos para o segmento econômico. Para Guilherme Bonini, diretor executivo da Longitude, a grande procura também está associada ao contexto da pandemia, que permitiu às pessoas trabalharem a distância. “Evidentemente, proximidade com o grande centro, qualidade de vida e menor custo para viver nestas cidades são condições muito favoráveis que o consumidor tem levado em conta”, diz.

Em Monte Mor, município a 30 quilômetros da sede da RMC e com mais de mil empregos gerados em 2020, segundo o Novo Caged, a Longitude Incorporadora, que havia concluído em dezembro a primeira etapa do empreendimento Viva, acaba de entregar mais 120 unidades da fase 2. Com rigorosos protocolos de segurança, as chaves foram entregues com festa aos novos moradores. No Jardim Amanda, localização privilegiada entre os municípios de Monte Mor e Hortolândia, o empreendimento Viva tem projeto inteligente para apartamentos de dois dormitórios, privilegia a segurança, com portaria 24 horas, e oferece aos moradores uma estrutura completa de lazer. Além de prever a entrega da fase 3, a incorporadora deve lançar mais um empreendimento na cidade ainda este ano.

De acordo com Guilherme Bonini, as vantagens na aquisição do imóvel próprio se sobrepõem ao aluguel, que se ressente dos altos índices de reajuste, como o IGP-M. “Por outro lado, temos uma condição muito favorável, com os subsídios do governo destinados a essas faixas de renda interessadas em comprar a casa própria”, destaca o diretor.

Diante da demanda expressiva por imóveis em municípios com menos de 100 mil habitantes, a Longitude Incorporadora prevê aumentar sua posição de investimento em moradias econômicas. “Estamos buscando novas oportunidades em cidades que são potência no interior de São Paulo e devemos lançar mais cinco empreendimentos até o final do ano, buscando atingir exatamente este segmento econômico”, conclui.

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