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São Paulo

Estabelecimentos podem funcionar até 0h e com 80% da capacidade a partir de 1º de agosto

Redação Gazeta Regional

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A partir do dia 17 de agosto, todas restrições devem ser retiradas

O governador do Estado de São Paulo, João Doria, anunciou nesta quarta-feira, 28, um relaxamento nas regras do Plano São Paulo de flexibilização da quarentena, que passam a valer a partir de domingo, dia 1º. A partir desta data, as atividades econômicas podem funcionar até a meia-noite e aquantidade de clientes por estabelecimento também passa de 60% para 80%.

Para esta medida, o governo paulista retirou o toque de recolher, que não será mais aplicado nem durante à noite e na madrugada. Essas medidas mais flexíveis valem até o dia 16 de agosto. O Governador afirma que a partir do dia 17, todas as medidas restritivas devem ser retiradas- ou seja, não haverá mais limitação de horário e nem de capacidade de público nos ambientes.

Tais medidas foram tomadas após melhoras constantes nos índices de saúde e vacinação acelerada contra a Covid-19. “Continuamos passo a passo, de forma segura, flexibilizando e voltando ao normal. Avida está voltando ao normal no estado de São Paulo”, afirma Doria.

Atualmente, todas as regiões do estado estão na chamada “fase de transição”, que termina no próximo sábado. Hoje, todos os setores da economia podem funcionar, até no máximo 23h e com 60% da capacidade de clientes. A partir desse horário, o toque de recolher funcionava das 23h às 5h.

Segundo o governo paulista, apesar da liberação estadual as prefeituras vão “manter autonomia para determinar rigidez de restrições se as circunstâncias locais da pandemia e capacidade hospitalar tiverem piora”. Além disso, frisa que eventos que geram aglomerações – casas noturnas, shows de médio e grande porte, competições esportivas com público – continuam proibidos, com possibilidade de reabertura condiciona aos resultados de eventos modelo sob supervisão das autoridades de saúde e averiguação pelo Centro de Contingência do coronavírus.

O que muda?
De 1 a 16 de agosto:
Horário limite permitido para funcionamento: 0h, com acesso até 23h
Sem toque de recolher
Ocupação máxima permitida em 80%

A partir de 17 de agosto:
Sem horário limite
Sem toque de recolher
Sem limitação de ocupação

São Paulo

Kartódromo San Marino investe em produção de energia fotovoltaica

Redação Gazeta Regional

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O complexo, localizado em Paulínia, já é autossuficiente em produção de energia, praticamente zerou a conta de luz e ainda promove o plantio de espécies nativas

No atual momento, com a crise hídrica e a possibilidade de racionamento de energia, o Kartódromo Internacional San Marino, localizado em Paulínia, dá sua contribuição à região de Campinas e ao planeta implementando 196 painéis fotovoltaicos, que possibilitaram a criação de uma miniusina de energia interna. Com os painéis em funcionamento, o complexo já é autossuficiente em energia, produz excedente e reduziu em 92,5% a fatura mensal.

De acordo com Guilherme Henrique Marton, diretor da empresa que instalou os painéis fotovoltaicos no kartódromo, a administração despendia R$ 8.000 mensais com a fatura de energia, considerando todas as suas contas. A partir de agora, o complexo vai desembolsar apenas R$ 600 mensais.

“Uma economia fantástica, com a geração de 8.000 KWH de energia ao mês.  E o San Marino também implementou um sistema para aproveitamento da energia excedente produzida, que já está utilizando em seis contas de mesma titularidade”, ressalta Marton.

E, para além da economia financeira, o Kartódromo San Marino ajuda a minimizar o impacto ambiental decorrente do uso de energia pelo sistema convencional, na região de Campinas, segundo Guilherme Marton.

“Com a implantação do sistema, o San Marino está evitando mais de 68 mil emissões de carbono ao ano. Em 25 anos, serão evitadas mais de 1,7 milhão de emissões, o equivalente ao absorvido por mais de 9,7 mil árvores”, dimensiona o especialista.

A energia produzida atende a todos os setores do complexo: administração, restaurante, galpão que abriga a frota de karts de aluguel, vestiários, banheiros, boxes, pista e estacionamento.

O investimento coincide com as ações de responsabilidade ambiental colocadas em prática pela administração do Kartódromo San Marino, desde antes do início da implementação do centro esportivo, há quase 10 anos.

À época, foram removidas e replantadas 20 jabuticabeiras, que hoje dão seus frutos em torno das instalações do San Marino, e plantadas mais de 200 árvores ao redor de todo o complexo, além das preservadas durante as obras. Hoje, são 442 árvores no entorno.

A diretora do Kartódromo Internacional San Marino, Josilene Andrade, lembra da espécie de árvore copaíba, que se encontra no circuito, e ressalta que o investimento na produção de energia fotovoltaica reflete o envolvimento da administração com a preservação ambiental.

“Temos muito orgulho e muito carinho pela nossa árvore, que se encontra dentro do circuito e foi preservada durante a construção, com todos os requisitos de segurança para os pilotos. O projeto foi alterado para que não fosse derrubada. Quanto ao investimento na aquisição das placas fotovoltaicas, diz respeito ao nosso compromisso de contribuir não apenas no cuidado com o meio ambiente, como também de preservar a cidade e a região que escolhemos para implementar o kartódromo”, salienta.

Espécies nativas
Entre as árvores cultivadas no Kartódromo San Marino, em Paulínia, há diversas espécies, como mogno, sibipiruna, pau-brasil, ipê, cedro, jabuticabeira e outras. O plantio é constante, porque ocorrem perdas de algumas espécies anualmente, por conta das intempéries climáticas ou por doença. Desse modo, assim que alguma árvore morre, a equipe de manutenção da jardinagem já repõe uma nova muda no lugar.

O kartódromo ainda reaproveita os troncos de árvores perdidas para fazer mesas para o restaurante, concebidas pelo proprietário do San Marino, fechando o ciclo da reciclagem.

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Projeto de Lei: Alesp aprova iniciativa de apoio emocional às vítimas da Covid-19

Redação Gazeta Regional

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Iniciativa, que garante atendimento nos Caps, recebeu apoio do deputado Edmir Chedid (DEM)

O Poder Legislativo aprovou na terça-feira, 14, o Projeto de Lei 176/2021, que autoriza o governo estadual a criar um programa de saúde emocional às pessoas que perderam parentes e amigos para a Covid-19. A iniciativa, que recebeu apoio do deputado Edmir Chedid (DEM), beneficiará todo os que necessitam de suporte psicológico em razão da crise provocada pela pandemia.

Segundo o parlamentar, esta proposta garante os atendimentos presenciais por meio dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) ou de órgãos similares, bem como virtuais. “A intenção é garantir a atenção necessária aos que perderam parentes ou amigos nesta pandemia do coronavírus”, completa.

Edmir Chedid explicou que a iniciativa poderá contribuir com as atividades já desempenhadas por alguns municípios. “A preocupação de prefeitos e vice-prefeitos tem sido defendida junto ao governo estadual. Nos últimos meses, por exemplo, tenho reiterado a necessidade da ampliação de recursos para que os municípios possam desenvolver atividades parecidas”, garante.

O parlamentar é autor do Projeto de Lei 223/2020, que institui o Programa de Segurança Alimentar à população em situação de vulnerabilidade social durante o estado de calamidade pública decorrente da pandemia; e do Projeto de Lei 590/2020, que autoriza a suspensão do pagamento de dívidas dos municípios com o governo estadual e com empresas da administração pública.

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São Paulo

Avião cai em área de mata e sete pessoas morrem em Piracicaba; sócio da Raízen e família estão entre as vítimas

Redação Gazeta Regional

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Queda foi em uma área verde próximo à Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec), no bairro Santa Rosa

Sete pessoas morreram após um avião cair em Piracicaba na manhã desta terça-feira, 14. A aeronave caiu em uma área de mata no bairro Santa Rosa e, com a explosão, um incêndio teve início no local.

Segundo o Corpo de Bombeiros, no avião bimotor estavam o sócio da Raízen Celso Silveira Mello Filho, 73 anos, sua esposa Maria Luiza Meneghel, 71 anos, e os 3 filhos do casal: Celso Meneghel Silveira Mello, 46 anos, Camila Meneghel Silveira Mello Zanforlin, 48 anos, e Fernando Meneghel Silveira Mello, 46 anos. Também morreu o piloto Celso Elias Carloni, 39 anos, e o copiloto Giovani Dedini Gulo, 24 anos.

As vítimas foram carbonizadas e morreram no local. O Corpo de Bombeiros já localizou os sete corpos, segundo a prefeitura.

Quem são os 7 mortos no acidente de avião em Piracicaba
Em nota, a empresa Raízen confirmou a morte do empresário Celso Silveira Mello Filho e família. “Celso era acionista e irmão do presidente do Conselho de Administração da companhia, Rubens Ometto Silveira Mello.”

Segundo a empresa, também estavam no avião a esposa de Celso, Maria Luiza Meneghel, seus três filhos, Celso, Fernando e Camila, o piloto Celso Elias Carloni e o copiloto Giovani Gulo.

Ainda de acordo com os bombeiros, o avião saiu do Aeroporto de Piracicaba com destino ao Pará e caiu logo depois, pouco antes das 9h, em uma área verde ao lado da Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatec).

Segundo a Prefeitura de Piracicaba, o avião modelo King Air B200 saiu do Aeroporto Municipal Pedro Morganti e a queda aconteceu cerca de 15 segundos após a decolagem, em uma plantação de eucaliptos.

O vídeo no início da reportagem mostra o momento que o avião cai ao fundo de um condomínio. Após atingir alguns eucaliptos durante a queda, a aeronave explodiu e teve início um incêndio na mata ao lado da Fatec. Os bombeiros tentam controlar as chamas. Equipes policiais e o Corpo de Bombeiros estão no local e a área foi isolada para a perícia.

A Prefeitura de Piracicaba informou ainda que montou uma força-tarefa reunindo várias secretarias municipais e Serviço Municipal de Água e Esgoto (Semae), para ajudar no resgate e para conter as chamas que se alastraram pela vegetação, após a explosão do avião.

Cerca de 100 pessoas estão no local para auxiliar na ocorrência, segundo a administração. O prefeito Luciano Almeida (DEM) foi até o local.

A área permanece isolada para perícia. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira (FAB), informou em nota que foi acionada e vai para o local para “ação inicial”.

Nessa ação os investigadores identificam indícios, fotografam cenas, retiram partes da aeronave para análise, ouvem relatos de testemunhas e reúnem documentos. O objetivo, segundo o órgão, é prevenir que novos acidentes com características semelhantes aconteçam.

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