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NR-1 passa a exigir gestão de riscos psicossociais, e comunicação eficiente pode ajudar empresas da RMC e Circuito das Águas

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Fase de fiscalização e multas começam em maio deste ano; especialistas apontam que comunicação será fator decisivo para cumprimento efetivo

A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que determina a inclusão obrigatória dos riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO/PGR), passa a ter fiscalização e aplicação de multas a partir de 26 de maio de 2026. O prazo, inicialmente previsto para 2025, foi prorrogado pelo governo federal para permitir adequação das empresas.
A mudança amplia o conceito tradicional de segurança do trabalho, que historicamente focava riscos físicos, químicos e ergonômicos. Agora, fatores como assédio moral, assédio sexual, estresse crônico, metas abusivas e sobrecarga emocional passam a integrar oficialmente as obrigações empresariais.

Na Região Metropolitana de Campinas, um dos principais polos industriais e tecnológicos do Estado, o tema já mobiliza departamentos de recursos humanos e segurança do trabalho. Empresas instaladas na região vêm promovendo revisões internas e capacitações técnicas para atender às novas exigências.

No Circuito das Águas Paulista, onde predominam atividades ligadas ao turismo, hotelaria e comércio, o impacto tende a atingir especialmente pequenos e médios empreendedores. A sazonalidade e o contato direto com o público são fatores que podem intensificar pressões emocionais no ambiente de trabalho.

Comunicação eficiente
Especialistas alertam, no entanto, que a principal dificuldade não será apenas técnica ou documental. O sucesso da norma depende diretamente da qualidade da comunicação interna.
Para o jornalista Amauri da Rocha, especialista em comunicação organizacional, o maior erro das empresas será tratar a NR-1 apenas como uma exigência documental. “Quase ninguém percebe que o sucesso da norma depende diretamente da qualidade da comunicação interna. Se não houver escuta real e clareza nas mensagens, o risco psicossocial continuará invisível dentro das empresas”, afirma.

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A identificação de riscos psicossociais exige escuta ativa, canais seguros de denúncia, clareza nas orientações e preparo das lideranças. Sem diálogo estruturado, a implementação pode se tornar apenas formalidade burocrática, distante da realidade vivida pelos trabalhadores.

Mais do que preencher relatórios, a nova NR-1 impõe uma mudança cultural. Empresas que investirem em comunicação transparente e formação de líderes preparados para lidar com conflitos e saúde mental tendem a transformar a exigência legal em diferencial estratégico.
Com a contagem regressiva para maio de 2026, o desafio não será apenas cumprir a norma, mas criar ambientes organizacionais onde a informação circule com clareza e confiança.

“A NR-1 não é apenas uma atualização normativa. Ela é um chamado à maturidade comunicacional das empresas. Riscos psicossociais não se identificam apenas com formulários; eles emergem da forma como as pessoas se relacionam, se expressam e são ouvidas dentro da organização”, alerta Amauri, que é jornalista há mais de 30 anos, graduado em Marketing e pós-graduado em Psicologia Transpessoal.

O especialista aponta que o risco psicossocial é, essencialmente, um fenômeno comportamental. Ele nasce de ambientes onde há ruído, metas desconectadas da realidade e ausência de escuta. “Sem comunicação estruturada, a empresa não enxerga que está adoecendo seus próprios colaboradores.”

Amauri comenta que muitas empresas investem em branding externo, mas negligenciam o marketing interno. Ele explica que a forma como uma organização comunica propósito, metas e valores influencia diretamente o clima organizacional. A NR-1 exige coerência entre discurso e prática.

“Do ponto de vista comportamental, ambientes inseguros são aqueles onde as pessoas não se sentem autorizadas a falar. A gestão de riscos psicossociais depende de líderes preparados para escutar sem punir e orientar sem constranger”, defende o especialista em comunicação estratégica.

“Estamos vivendo uma transição histórica na gestão empresarial: saímos da era do controle físico para a era da saúde emocional. E essa transição só se sustenta com comunicação transparente, ética e humanizada.”

Comunicação como ferramenta de gestão e saúde
Para Bia Kobal, especialista em Oratória e Neurocomunicação, a adequação à nova NR-1 exige que as empresas olhem para a comunicação não apenas como uma dinâmica interpessoal, mas como uma ferramenta de autogestão e um regulador do ambiente de trabalho. “O que as organizações frequentemente chamam de falha de gestão é, na verdade, um ruído profundo no sistema operacional interno de seus líderes e colaboradores”, explica a especialista.
Com foco em treinamentos de alta performance, Bia ressalta que a comunicação eficiente — agora exigida por lei — depende de um alinhamento que vai além das técnicas de comunicação e oratória. Trata-se de uma integração entre pensamento, emoção, narrativa, corpo e voz.

Em regiões de alta exigência, como os polos industriais da Região Metropolitana de Campinas e o setor turístico do Circuito das Águas, a pressão constante por resultados e o contato direto com o público são gatilhos para o estresse crônico. De acordo com Bia Kobal, a solução não está em “falar mais”, mas em organizar como o profissional processa essa pressão antes mesmo de abrir a boca.

Essa abordagem estratégica já foi implementada pela especialista em treinamentos corporativos de oratória de alta performance para profissionais de grandes empresas, de setores variados — como John Deere, Cogna e Sherwin-Williams. O foco é corrigir o descompasso entre a alta capacidade técnica e a entrega final na hora de influenciar e liderar, evitando o desgaste emocional das equipes que a nova NR-1 agora monitora de perto.

A solução estratégica para esse cenário não passa apenas por fórmulas de oratória, mas por um ajuste de precisão no “sistema operacional” de quem fala. Quando um profissional, seja um líder, um empreendedor, um gestor comercial não domina sua própria comunicação sob pressão, o custo para a empresa aparece no aumento do ruído interno, no retrabalho e no desgaste emocional das equipes.

Orientações práticas para o dia a dia
Para empreendedores, lideranças e profissionais que enfrentam reuniões de alta pressão ou atendimento ao público, a comunicação assertiva começa no domínio da mente e das emoções, que impacta diretamente no corpo e na voz. “Como orientação prática que aplico em meus treinamentos, destaco pontos fundamentais para retomar o controle: Biohacking do Fôlego.

Antes de uma apresentação, utilize a respiração consciente (abdominal). Isso acalma o sistema nervoso, reduz a ansiedade e garante uma voz com mais peso e clareza;
Aterramento e Presença: Manter os pés bem apoiados e a postura aberta sinaliza segurança ao cérebro, permitindo sustentar um estado de segurança e autoridade antes da primeira palavra;
Organização do Raciocínio e da Narrativa: O uso da Neurocomunicação para eliminar a comunicação sem objetividade, e a fala prolixa, garante que a mensagem seja clara e sem ruídos, compreendida sem esforço e prevenindo os conflitos que alimentam os riscos psicossociais;
O Poder da Voz e da Fala: Quando estamos ansiosos, a respiração fica curta e a voz tende a sair mais aguda ou acelerada. Para transmitir autoridade e clareza, é preciso conhecer técnicas de modulação vocal para emitir uma voz mais grave, firme e pausada. O tom, as ênfases e o ritmo da fala garantem que você não seja apenas ouvido, mas compreendido e respeitado.

“Meu papel é ajudar o profissional a dominar o diálogo interno sob pressão e oferecer técnicas para ser mais bem compreendido em seus momentos de fala, garantindo que sua entrega seja proporcional à sua competência técnica e que isso resulte em uma relação mais saudável dele consigo e como consequência, com os outros”, finaliza Bia Kobal.

Probabilidade x severidade
“Mais que uma exigência legal, a nova NR-1 abre uma frente concreta de riscos para as empresas: quem não estruturar a gestão de fatores psicossociais e uma comunicação interna eficaz até maio de 2026 tende a enfrentar mais denúncias, autuações e ações trabalhistas ligadas a assédio e adoecimento no trabalho”, alerta Guilherme Beretta, advogado Cível e Trabalhista.

A atualização da NR-01 representa um avanço importante na gestão de segurança e saúde ocupacional no Brasil. A nova redação já está vigente desde o ano passado; o que foi prorrogado para maio de 2026 foi apenas o início da fiscalização com aplicação de multas. A obrigação de identificar e gerenciar os riscos psicossociais com base na matriz de riscos (probabilidade x severidade) já integra formalmente o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO/PGR).

O tema não surge de forma isolada. A NR-17 (Ergonomia) já previa a análise da organização do trabalho, incluindo fatores como metas, ritmo, jornadas e exigências cognitivas capazes de impactar a saúde mental. A NR-01 consolida essa abordagem dentro de um sistema estruturado de gestão, exigindo inventário formal, avaliação técnica e medidas de controle.

“Risco psicossocial não se refere à fragilidade individual, mas a condições organizacionais mensuráveis, como sobrecarga sistemática, ausência de autonomia, falhas de comunicação e conflitos recorrentes. Esses fatores podem gerar adoecimento, afastamentos e aumento de passivos trabalhistas”, comenta Carlos Alberto Torrichelle, engenheiro de Segurança do Trabalho engenheiro Eletricista e Eletrônico e de Telecomunicações.

Segundo ele, a implementação adequada exige atuação multidisciplinar. O engenheiro de segurança do trabalho estrutura o PGR; o médico do trabalho contribui com a análise de indicadores de saúde ocupacional; e o psicólogo organizacional auxilia na avaliação do clima interno e das relações de trabalho. Trata-se de uma evolução alinhada às diretrizes internacionais, como a ISO 45003.

“A segurança do trabalho amplia seu conceito: não se limita à prevenção de riscos físicos, químicos e biológicos, mas incorpora de forma estruturada a proteção à saúde mental. A NR-01 consolida essa mudança e eleva o padrão técnico de gestão exigido das organizações”, ressalta Carlos Alberto, MBA Informática Forense Digital e Pós-graduado em Inteligência Artificial, atua como perito Judicial, Assistente Técnico palestrante da Mesons Engenharia.

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Campinas

CIC Campinas recebe Feirão de Emprego do Mercado Livre com 480 vagas para auxiliar de logística

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A Secretaria da Justiça e Cidadania (SJC), por meio do Centro de Integração da Cidadania (CIC) Campinas, recebe, durante o mês de outubro, o Feirão de Emprego do Mercado Livre. A seleção será realizada nos dias 22 e 29 de outubro, com oportunidades para a função de auxiliar de logística.

São 480 vagas disponíveis para candidatos com mais de 18 anos, ensino fundamental completo e disponibilidade de horário. Não é necessário ter experiência profissional. O salário é de R$2.317, além de benefícios como vale-alimentação, refeição no local, convênios médico e odontológico, auxílio-creche, transporte fretado, seguro de vida, assistência psicológica e presente por nascimento.

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Os candidatos que participarem do processo seletivo e forem aprovados poderão realizar o exame médico no próprio local, com possibilidade de início imediato. O atendimento será realizado para todos que comparecerem à unidade até as 16h.

Serviço
Feirão de Emprego Mercado Livre
Datas: 22 e 29 de outubro de 2026
Horário: 9h às 16h
Endereço: Rua Odete Therezinha Santucci Octaviano, 92 – Vida Nova – Campinas

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Escolas estaduais da região de Campinas receberão 31.818 novos tablets

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No estado, mais de 4.000 escolas serão contempladas com os equipamentos eletrônicos até o fim deste mês; na região de Campinas, são 711 escolas beneficiadas

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) vai distribuir 200 mil tablets, para apoiar alunos e professores de mais de 4.000 escolas estaduais na realização de aulas mais interativas e com recursos digitais. A aquisição conta com aporte de aproximadamente R$150 milhões. Desde julho de 2026, já foram entregues 95 mil dispositivos eletrônicos para escolas de 602 municípios. Até o final de outubro, a pasta concluirá a entrega dos demais 105 mil equipamentos. Na região de Campinas, 711 escolas receberão 31.818 novos tablets até o fim do mês.

De janeiro de 2023 a setembro de 2026, as escolas estaduais foram contempladas com cerca de 963,5 mil dispositivos eletrônicos, sendo: 467,6 mil notebooks, 458,9 mil tablets, 21,6 mil smartphones, 10,2 mil plataformas de recarga móvel e 7,7 mil kits tecnológicos, compostos de televisores de 75 polegadas e minicomputadores, chamados Educatrons.

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Na região de Campinas, foram 139.948 novos equipamentos eletrônicos distribuídos para 829 escolas desde o início da gestão.

Apenas em 2026, além destes novos 200 mil tablets e dos 7,7 mil Educatrons, foram adquiridos 4.300 notebooks. Ao todo, o aporte nesse período foi de aproximadamente R$200 milhões.

A distribuição integra uma série de ações da pasta, por meio da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), para ampliar a modernização das tecnologias presentes nas escolas estaduais, com foco no apoio às práticas pedagógicas e na melhoria da experiência em sala de aula.

Desde o início da gestão, o Governo do Estado investiu R$465,9 milhões na distribuição de novos notebooks, tablets, Educatrons e gabinetes de recarga.

O critério para a escolha das unidades que recebem os equipamentos visa atender a melhor distribuição pedagógica entre as atividades digitais previstas para os alunos do Ensino Fundamental, Ensino Final e Ensino Médio.

Conectividade
São Paulo alcançou a marca de 100% das escolas estaduais conectadas à internet. Atualmente, a rede opera majoritariamente com links de 100 Mb a 300 Mb por unidade escolar e, em regiões de difícil acesso geográfico, conta com conexão via satélite de baixa órbita.

A universalização do acesso à internet nas unidades escolares foi possível graças aos investimentos realizados pelo Governo do Estado na área de tecnologia e conectividade.

Desde janeiro de 2023, foram investidos R$240 milhões na ampliação, modernização e manutenção da infraestrutura lógica, R$250 milhões em equipamentos de conectividade das escolas estaduais, além de mais de R$ 100 milhões de custos recorrentes anuais com conectividade.

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Campinas

Parque Inflável Turma da Mônica chega a Campinas neste sábado, 24, após receber mais de 40 mil visitantes em SP

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Público poderá brincar no Parque Dom Pedro; com 1.200 m² e semicoberto, espaço é um dos maiores infláveis já montados no Brasil

Após a estreia de sucesso em São Paulo, com mais de 40 mil visitantes, o Parque Inflável Turma da Mônica, uma parceria entre a InHaus e a MSP Estúdios, chega a Campinas, no Parque Dom Pedro, no dia 24 de outubro. 

Instalado no estacionamento externo do shopping, o Parque Inflável Turma da Mônica oferece atividades como piscina de bolinhas, labirinto, parede de escalada e escorregador central. Opção de lazer para toda a família, o espaço convida crianças e adultos a brincar e se divertir em um ambiente seguro e inspirado nos personagens que encantam gerações há mais de 60 anos.

Com a opção de compra de ingresso antecipada, é possível participar de todas as brincadeiras sem precisar enfrentar filas. 

Além dos ingressos que permitem 30 minutos de brincadeira, há opções de acessos de três horas e de day use, com possibilidade de entrada e saída livre do parque no período. Os ingressos estão disponíveis pela Sympla e garantem a experiência sem filas e com horário marcado (veja mais informações abaixo).

Mais sobre o parque 
Em um formato inovador e com 1.200 m² de área total e semicoberto, o parque se destaca como um dos maiores infláveis já montados no Brasil. A temporada de estreia aconteceu em São Paulo, no Shopping Eldorado, zona oeste da cidade, entre 11 de julho e 12 de outubro, recebendo mais de 40 mil pessoas. 

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Com entrada independente e em espaço anexo ao parque funciona uma loja de souvenires onde são vendidos itens temáticos da Turma da Mônica, como meia antiderrapante (acessório obrigatório para entrada no parque; pode ser comprado no local ou trazido de casa), lápis, almofadas, livros, cadernos e bonecos de pelúcia, com valores entre R$ 5 e R$ 100. 

O Parque Inflável Turma da Mônica é o mais novo projeto fruto da parceria entre InHaus e MSP Estúdios, após eventos como Arraiá do Chico Bento, Festival Turma da Mônica e as turnês “Turma da Mônica – o Show” e “Chico Bento – Interiores do Brasil”. 

Sobre a InHaus
InHaus é um hub de entretenimento que cria, produz e amplifica experiências conectando marcas, cultura e público. Com quase duas décadas de atuação, a empresa se consolidou como uma das principais plataformas de entretenimento e live marketing de São Paulo, desenvolvendo projetos que integram experiência, conteúdo e comunidade. 

Entre seus principais eventos estão Farraial, Nômade Festival, Sons da Rua e o São João de São Paulo, além de projetos em parceria com artistas e propriedades como Bloco do Silva SP, Dominguinho SP, Ensaios da Anitta SP e o Festival Turma da Mônica. A InHaus também atua em brand experience, conteúdo, marketing de influência e projetos culturais e esportivos, conectando marcas a territórios relevantes de forma autêntica. Ao longo do ano, realiza mais de 200 ativações de marca e impacta mais de 800 mil pessoas em seus eventos.

SERVIÇO

CAMPINAS

24 DE OUTUBRO A 6 DE DEZEMBRO DE 2026

Estacionamento do Parque Dom Pedro

Av. Guilherme Campos, 500 – Jardim Santa Genebra, Campinas – SP (Entrada Águas)

Horários de funcionamento: Dias de semana e sábados: 10h às 20h | Domingos e feriados: 12h às 19h30 

Ingressos: online AQUI e na bilheteria no local. 

Escolas interessadas em levar grupos de alunos devem entrar em contato pelo email  [email protected].

Comemorações de aniversário: entrar em contato através do e-mail [email protected] ou pelo telefone (11) 92332-4630. 

Mais informações: https://www.inflavelturmadamonica.com.br/ 

Valores

FINAL DE SEMANA
DAY USE (inteira) = R$ 400,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

DAY USE (meia) = R$ 200,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou adulto responsável acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (inteira) – Das 10h às 13h = R$ 240,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (meia) – Das 10h às 13h = R$ 120,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (inteira) – Das 13h às 16h = R$ 240,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (meia) – Das 13h às 16h = R$ 120,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (inteira) – Das 17h às 20h = R$ 240,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (meia) – Das 17h às 20h = R$ 120,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Sessão de meia hora (inteira) = R$ 95,00 

Sessão de meia hora (meia) = R$ 47,50 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) 

DIA DE SEMANA
DAY USE (inteira) = R$ 360,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

DAY USE (meia) = R$ 180,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (inteira) – Das 10h às 13h = R$ 200,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (meia) – Das 10h às 13h = R$ 100,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (inteira)  – Das 13h às 16h = R$ 200,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (meia) – Das 13h às 16h = R$ 100,00 – (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (inteira) – Das 17h às 20h = R$ 200,00 – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Brinque por 3h (meia) – Das 17h às 20h = R$ 100,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) – permite entrar e sair do parque desde que mantenha a pulseira

Sessões de meia hora (inteira) = R$ 80,00 

Sessões de meia hora (meia)  = R$ 40,00 (válido para todas as pessoas/categorias garantidas por lei ou acompanhante de criança até 1.10m) 

  • É preciso usar meias antiderrapantes, que podem ser trazidas de casa ou compradas na recepção.
  • Não é permitida a entrada de comida, bebida, balas ou chicletes na área interna do Parque Inflável.
  • Não são permitidos chaveiros ou objetos pontiagudos.
  • É possível alugar um espaço no guarda-volumes para armazenar objetos de valor. O custo é de R$ 15 reais pelo período
  • Não é permitido o acesso de qualquer pessoa portando gesso ou próteses em membros superiores e inferiores.
  • Pets podem acessar a área externa do brinquedo, sempre acompanhados de um tutor que se responsabilize. A entrada no inflável não é permitida.  

A atividade não é indicada para portadores de:

  • Deficiência física impeditiva;
  • Deficiência visual impeditiva;
  • Deficiência de coluna;
  • Deficiência intelectual impeditiva;
  • Displasia articular;
  • Epilepsia;
  • Gestantes

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