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Cultura

Café Filosófico CPFL discute o mito de Narciso e Eco na relações de codependência

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Psicóloga Carmen Parise conduz encontro gratuito na quinta-feira, 15 de outubro, às 19h, com gravação e transmissão ao vivo pelo YouTube

Campinas, 14 de outubro de 2026 – Como o mito grego de Narciso e Eco pode ajudar a compreender as relações afetivas e os padrões de codependência? Essa é a reflexão proposta pela psicóloga Carmen Parise na palestra “Narciso e Eco na Codependência”, que será realizada nessa quinta-feira, 15 de outubro, às 19h, no Café Filosófico CPFL, em Campinas. O encontro é gratuito, aberto ao público e terá transmissão ao vivo pelo YouTube.

A palestra integra o módulo de outubro do Café Filosófico CPFL, dedicado à codependência e às diferentes formas como as relações de dependência podem se desenvolver e repercutir na vida emocional e familiar. Com curadoria da psicóloga Maria Cristina Greco, o ciclo reúne especialistas da psicologia e da psiquiatria para discutir a construção dos vínculos, a autonomia e os padrões de comportamento que podem surgir nas relações com pessoas dependentes.

No encontro dessa quinta-feira, Carmen Parise utiliza as figuras mitológicas de Narciso e Eco como ponto de partida para discutir questões relacionadas à autoestima, à identidade e à maneira como as pessoas se posicionam nos relacionamentos. A proposta é refletir sobre as dinâmicas afetivas que podem se estabelecer quando a necessidade de reconhecimento, a busca pela aprovação do outro ou a dificuldade de preservar a própria identidade interferem na construção dos vínculos.

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A discussão também convida o público a observar como determinados padrões de comportamento podem influenciar as relações, especialmente quando a atenção às necessidades do outro passa a ocupar um espaço maior do que o reconhecimento dos próprios desejos e limites. Nesse contexto, compreender a codependência pode contribuir para ampliar o olhar sobre a autonomia emocional e as formas de estabelecer relações mais equilibradas.

O módulo de outubro será encerrado no dia 29, com a palestra “Dependência química: entre laços e amarras”, conduzida pelo psiquiatra Lucas Mattos. O encontro propõe um diálogo entre psiquiatria e psicologia arquetípica sobre as relações entre pessoas com dependência química, familiares e cuidadores.

Um espaço para viver a experiência do Café Filosófico

Mais do que assistir a uma palestra, o público é convidado a vivenciar uma experiência de encontro, diálogo e troca de ideias. O Café Filosófico CPFL conta com cenário renovado, intérpretes de Libras e ambiente acessível e climatizado, além da condução da atriz Tainá Müller, que participa das conversas ao lado dos convidados e da plateia.
Após a transmissão ao vivo pelo YouTube, os encontros são exibidos pela TV Cultura aos domingos, às 20h, com reprise às quartas-feiras, à 1h, permanecendo também disponíveis no canal oficial do programa.

SERVIÇO
Café Filosófico CPFL – encontros presenciais e gratuitos
Quando: às quintas-feiras de outubro (exceto dia 22 de outubro)
Onde: Instituto CPFL – Rua Jorge de Figueiredo Corrêa, 1632 – Chácara Primavera – Campinas (SP)
Programação:
15/10, quinta-feira, às 19h – “Narciso e Eco na Codependência”, com Carmen Parise
29/10, quinta-feira, às 19h – “Dependência química: entre laços e amarras”, com Lucas Mattos
Local: Instituto CPFL – Rua Jorge de Figueiredo Correa, 1632, Campinas (SP)
Entrada: gratuita, por ordem de chegada, a partir das 18h

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Cultura

Infância, afeto e futuro: o verdadeiro sentido de comemorar o 12 de outubro

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Silvia Azevedo

Com a chegada do mês de outubro, as propagandas nos lembram da proximidade do Dia das Crianças. Surge, então, uma reflexão essencial: que tipo de infância estamos oferecendo aos nossos pequenos?

Comemorar o 12 de outubro deveria ser, acima de tudo, assumir um compromisso com o desenvolvimento saudável, emocional e intelectual das próximas gerações.

Vivemos hoje em uma época em que o tempo se tornou cada vez mais escasso e as telas ocupam um espaço desproporcional na rotina de todos nós, seja por motivos profissionais, seja por lazer. As crianças de hoje já nasceram conectadas, e não é uma alternativa viável isolá-las da tecnologia ou ignorar a era digital. Pelo contrário: o verdadeiro desafio das famílias é acompanhar de perto esse desenvolvimento, estabelecer limites e oferecer alternativas enriquecedoras, como esportes, atividades ao ar livre e leitura — vivências que estimulem o raciocínio, despertem a curiosidade e as façam pensar.

E, por falar em pensar, a educação, longe de se restringir às paredes da escola, deve ser compreendida em seu sentido mais amplo: como um elemento fundamental de transformação de vidas. Educar é expandir horizontes, desenvolver a consciência crítica, ensinar a convivência em sociedade e fornecer as ferramentas necessárias para que a criança construa sua própria autonomia.

Vale lembrar que a Convenção sobre os Direitos da Criança, da Organização das Nações Unidas (ONU), reconhece os direitos de toda criança à educação e à participação na vida cultural. Esses direitos são fundamentais para garantir oportunidades de aprendizagem, desenvolvimento e acesso ao conhecimento.

Paralelamente à formação intelectual e educacional, a ciência reforça o que a intuição familiar sempre soube: o carinho, especialmente aquele cultivado no ambiente doméstico, é determinante para o desenvolvimento cognitivo e emocional. Um abraço, uma conversa atenta e a presença constante fortalecem os vínculos afetivos e contribuem para construir a segurança necessária para que a criança absorva conhecimentos e se desenvolva plenamente.

Em contrapartida, a falta de acompanhamento e de diálogo pode expor a infância a perigos silenciosos, como o cyberbullying e o acesso a conteúdos inadequados para sua maturidade. Estar presente, conversar e acompanhar o que os filhos consomem no mundo digital também são gestos de amor e proteção.

E por que comemorar o Dia das Crianças? Não apenas para marcar uma data no calendário ou oferecer presentes, mas para nos lembrar de que nelas reside o amanhã. Se desejamos viver em uma sociedade melhor e mais justa, precisamos educá-las hoje para que sejam as construtoras desse novo mundo.

Cuidar das nossas crianças é preparar a base para que a humanidade do futuro seja, finalmente, mais humana.

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Cultura

Dependência e codependência no desenvolvimento infantil é tema de palestra no Café Filosófico

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Psicóloga Ana Maria Rios apresenta palestra no dia 8 de outubro; gravação terá transmissão ao vivo pelo YouTube

As primeiras relações afetivas podem deixar marcas importantes na maneira como uma pessoa constrói sua identidade, desenvolve autonomia e estabelece vínculos ao longo da vida. É a partir dessa perspectiva que o Café Filosófico CPFL promove, na quinta-feira, 8 de outubro, às 19h, a palestra “A origem da dependência e da codependência no desenvolvimento infantil”, com a psicóloga Ana Maria Rios.

O encontro integra o módulo de outubro do Café Filosófico CPFL, dedicado à codependência e às diferentes formas como relações de dependência podem se desenvolver e repercutir na vida emocional e familiar. Com curadoria da psicóloga Maria Cristina Greco, o ciclo reúne especialistas da psicologia e da psiquiatria para discutir a construção dos vínculos, a autonomia e os padrões de comportamento que podem surgir nas relações com pessoas dependentes.

Na palestra do dia 8, Ana Maria Rios propõe uma reflexão sobre possíveis origens da codependência no desenvolvimento psicológico, especialmente a partir das primeiras experiências da criança com seus cuidadores. Doutora e mestre em Psicologia Clínica pelo Núcleo de Estudos Junguianos da PUC-SP, a especialista aborda como experiências de impotência, falta de reconhecimento das necessidades emocionais ou ausência afetiva podem interferir na formação da identidade e da autonomia.

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Segundo a abordagem que será apresentada no encontro, um dos caminhos pode ocorrer quando a criança, diante de um ambiente considerado forte ou sobrepujante, passa a se adaptar às expectativas dos cuidadores, deixando de lado desejos e características próprias para conquistar amor e aceitação. Nesse processo, cuidar do outro e atender às suas necessidades pode se tornar uma forma de garantir o vínculo.

Outra possibilidade está relacionada à ausência emocional dos pais, que pode levar a criança a uma busca constante pelo olhar, pela atenção e pela validação do outro. Nesse cenário, a construção de uma identidade independente pode ficar comprometida, favorecendo, posteriormente, relações nas quais a pessoa busca manter o outro próximo como forma de obter segurança e reconhecimento.

A discussão parte, portanto, da ideia de que alguns padrões de codependência podem ter raízes em experiências relacionais da primeira infância. Na vida adulta, essas marcas podem aparecer na dificuldade de estabelecer limites, na necessidade constante de aprovação ou na sensação de que é preciso cuidar ou ser indispensável para garantir a permanência do outro.

O módulo de outubro teve início no dia 1º de outubro, com a palestra “Codependência, como doença da família”, apresentada por Maria Cristina Greco. A psicóloga discutiu os padrões de comportamento desenvolvidos por pessoas que convivem com dependentes de álcool, drogas e outras formas de dependência, além dos impactos desses vínculos sobre a autonomia e a dinâmica familiar.

No dia 15 de outubro, a psicóloga Carmen Parise apresenta “Narciso e Eco na Codependência”, utilizando o mito grego de Narciso e Eco para discutir autoestima, identidade, relações afetivas e as dinâmicas presentes nos relacionamentos de codependência.

Encerrando o módulo, no dia 29 de outubro, o psiquiatra Lucas Mattos conduz a palestra “Dependência química: entre laços e amarras”, propondo um diálogo entre psiquiatria e psicologia arquetípica sobre as relações entre dependentes, familiares e cuidadores.


Um espaço para viver a experiência do Café Filosófico

Mais do que assistir a uma palestra, o público é convidado a vivenciar uma experiência de encontro, diálogo e troca de ideias. O Café Filosófico CPFL conta com cenário renovado, intérpretes de Libras e ambiente acessível e climatizado, além da condução da atriz Tainá Müller, que participa das conversas ao lado dos convidados e da plateia.

Após a transmissão ao vivo pelo YouTube, os encontros são exibidos pela TV Cultura aos domingos, às 20h, com reprise às quartas-feiras, à 1h, permanecendo também disponíveis no canal oficial do programa.

Serviço
08/10, quinta-feira, às 19h – “A origem da dependência e da codependência no desenvolvimento infantil”, com Ana Maria Rios
15/10, quinta-feira, às 19h – “Narciso e Eco na Codependência”, com Carmen Parise
29/10, quinta-feira, às 19h – “Dependência química: entre laços e amarras”, com Lucas Mattos
Local: Instituto CPFL – Rua Jorge de Figueiredo Correa, 1632, Campinas (SP)
Entrada: gratuita, por ordem de chegada, a partir das 18h

Sobre o Café Filosófico CPFL
Criado em 2003, o Café Filosófico CPFL é o broadcast de reflexões do Instituto CPFL, com palestras abertas ao público semanalmente, transmissões ao vivo pelo YouTube, às quintas-feiras, às 19h, e programas exibidos pela TV Cultura aos domingos, às 20h, com reprises às quartas-feiras, à 1h.

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Cultura

Livro “Tratado de Animais Selvagens – Medicina Veterinária” chega à terceira edição com participação de professor da UniFAJ

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Obra reúne 143 capítulos e mais de 260 autores e ganha conteúdos em vídeo, além de atualizações sobre avanços recentes na Medicina Veterinária de animais selvagens

O “Tratado de Animais Selvagens – Medicina Veterinária” chega à terceira edição em 2026 com novos conteúdos e recursos digitais que ampliam a experiência de leitura e aprendizado. A obra reúne 143 capítulos e mais de 260 autores, entre especialistas brasileiros e colaboradores internacionais.

Entre os três editores está o professor associado do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ), Jean Carlos Ramos Silva, que participa do projeto desde sua concepção, em 2003.

Publicada pela Guanabara Koogan, do Grupo Editorial Nacional (GEN), a nova edição surgiu a partir do convite da editora para atualizar a segunda versão da obra, que, assim como a primeira edição, publicada em 2007, está esgotada.

A primeira edição foi ainda finalista, classificada entre os dez melhores, do Prêmio Jabuti, na categoria Melhor Livro de Ciências Naturais e Ciências da Saúde.

Três volumes e conteúdos em vídeo

A terceira edição é composta por três volumes, sendo dois impressos e um digital, e traz como uma das principais novidades a inclusão de vídeos associados aos capítulos.

Por meio de um código disponibilizado pela editora, o leitor pode acessar conteúdos audiovisuais complementares, como procedimentos cirúrgicos e médico-veterinários, técnicas de manejo e registros de animais selvagens em seu ambiente natural.

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“Uma das principais inovações desta terceira edição é justamente ter vídeos dentro do próprio livro. O leitor compra a obra, recebe uma chave de acesso e consegue assistir a conteúdos que complementam aquilo que está sendo apresentado no capítulo”, explica Jean Carlos.

Atualizações acompanham avanços da área

A atualização também acompanha mudanças na própria Medicina Veterinária de animais selvagens. Entre os novos conteúdos estão temas como medicina integrativa, avanços em biologia molecular, reprodução e diagnóstico de doenças infecciosas, além de capítulos específicos sobre Covid-19 e Influenza Aviária.

A abordagem de Uma Só Saúde (Saúde Única), que integra a saúde humana, animal, vegetal e ambiental, também ganhou espaço na obra.

“Nos últimos anos, houve um avanço muito grande na nossa área, tanto pela tecnologia quanto pela formação de novos profissionais e pelo crescimento das pesquisas. Isso se reflete no livro, que é muito prático e construído a partir da experiência cotidiana dos especialistas que atuam com esses animais”, afirma o professor.

Trabalho colaborativo entre editores e autores

A produção da terceira edição envolveu um trabalho colaborativo entre os três editores e os autores dos capítulos. Jean Carlos ficou responsável, entre outras atividades, pelo contato com os mais de 260 autores colaboradores durante a etapa de revisão e aprovação dos conteúdos, fazendo a interlocução entre pesquisadores e a editora.

“Foi um trabalho muito árduo, mas também muito prazeroso. Eu gosto de fazer esse trabalho como editor e de acompanhar o processo até que o capítulo esteja aprovado e pronto para chegar ao leitor”, conta.

A participação de especialistas brasileiros é outro diferencial destacado pelo professor. Segundo ele, a obra nasceu da necessidade de reunir conhecimento específico sobre a saúde dos animais silvestres brasileiros, a partir da experiência prática de profissionais que atuam com diferentes grupos de espécies.

A terceira edição também reúne pesquisadores de outros países, ampliando a colaboração científica em torno do tema.

“Os capítulos foram escritos por profissionais escolhidos pela experiência em cada área, trazendo para a obra aquilo que vivenciam no seu dia a dia”, destaca o professor.

Conhecimento aplicado à formação acadêmica

Para o professor e os demais editores, a publicação também se conecta diretamente à formação dos futuros médicos-veterinários. Na UniFAJ, Jean Carlos ministra conteúdos relacionados à Saúde Única e à formação acadêmica dos estudantes de Medicina Veterinária.

“Para mim, é uma grande satisfação e um orgulho participar de um projeto que vem sendo construído há 23 anos e que chega agora à terceira edição. Como professor da UniFAJ, também é muito importante poder compartilhar esse conhecimento com a comunidade acadêmica e contribuir para a formação dos estudantes”, afirma.

Sobre a UniFAJ

Com 27 anos de atuação e mais de 10 mil alunos formados, o Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ) é uma instituição de ensino superior reconhecida com nota máxima (5) no MEC.

São mais de 50 cursos, entre graduação e pós-graduação, nas áreas de Saúde, Humanas, Exatas, Tecnologia e Agronegócios, distribuídos em quatro campi em Jaguariúna, no interior de São Paulo.

A estrutura inclui hospital veterinário com atendimento 24 horas, Centro Clínico de Especialidades Médicas (CCEM), Interclínicas e laboratórios modernos. O modelo de ensino é baseado em metodologias ativas de aprendizado, e os cursos contam com pelo menos 50% de aulas práticas desde o início, além de certificações intermediárias e índice de empregabilidade de 97,3% de seus alunos.

Se quiser, também posso fazer uma versão mais enxuta e jornalística, pronta para envio à imprensa, preservando as principais informações e reduzindo repetições.

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