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Economia

Depois das facas e dos potes, a Rede Zeferino traz panelas importadas da marca Royal VKB para a 3ª campanha “Loucos por Selinhos de Desconto”

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A cada R$20 em compras, os clientes Club Plus recebem um selo. Juntando os selos, eles adquirem panelas importadas da marca holandesa Royal VKB com até 97% de desconto, nas dezenove lojas da rede no interior de São Paulo

Quem compra na Rede Zeferino já montou boa parte da cozinha com selos de supermercado. A primeira campanha trouxe facas. A segunda, os potes da marca holandesa. Agora, a terceira edição da campanha “Loucos por Selinhos de Desconto” completa o conjunto com uma coleção de panelas importadas da Royal VKB, e o cliente que já sabe o caminho do caixa até a cartela volta a juntar selinhos.

A campanha acontece nas dezenove lojas participantes das bandeiras Supermercados Cubatão, Spasso Sabores e Supermercados Lavapés, no interior de São Paulo, e é exclusiva para clientes cadastrados no Club Plus. É realizada em parceria com a L – founders of Loyalty, empresa global especializada em campanhas de fidelidade para o varejo.

A panela dos sonhos na sua casa!

Mais do que uma promoção, os selos transformam cada compra em um passo para conquistar um produto especial para a casa e para os momentos em família. Para a Rede Zeferino, é uma forma de reconhecer a fidelidade de quem já escolhe a rede toda semana e de dar ao programa de relacionamento um benefício que não se encontra fora da campanha.

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“Depois do sucesso da última campanha, vimos o quanto nossos clientes gostaram de colecionar os selinhos, colar nas cartelas e envolver amigos e familiares nessa coleção. Esse é um momento de satisfação: cada compra aproxima o cliente de completar suas cartelas e garantir, com desconto, produtos de alta qualidade que fazem parte do dia a dia. Com as panelas da marca holandesa Royal VKB, queremos que essa experiência continue presente na casa de cada família cliente do Club Plus”, afirma José Gambaroni, conselheiro da Rede de Distribuição Zeferino.

A coleção
São seis peças, escolhidas para cobrir o dia a dia da cozinha: panela para molho de 16 cm, frigideiras de 20 cm e 24 cm, wok de 28 cm, caçarolas com tampa de 20 cm e 24 cm.

As peças da Royal VKB foram desenvolvidas para diferentes preparos do dia a dia, com materiais de alta durabilidade e acabamento premium. A cerâmica é totalmente não reativa e não contém aditivos químicos (como PFAS), transferência de calor mais eficiente, o que reduz o consumo de energia no preparo dos alimentos, sua superfície lisa exige apenas uma pequena quantidade de óleo ou manteiga para evitar que os alimentos grudem. A combinação da base de alumínio com o revestimento cerâmico resulta em uma panela leve.

Como funciona
A mecânica é a mesma das duas campanhas anteriores. A cada R$ 20 em compras nas lojas participantes, o cliente cadastrado no Club Plus recebe um selo de desconto. Os selos são colados na cartela da campanha e, ao completar a quantidade indicada para cada item, dão direito à compra do produto com desconto de até 97%. Os itens também podem ser comprados sem desconto, para quem quiser completar a coleção antes de juntar todos os selos.

Para a L – founders of Loyalty, a terceira edição na Rede Zeferino mostra o que acontece quando a campanha de selos entra na rotina do cliente: a mecânica já conhecida, somada a um produto que a família quer em casa, faz da compra da semana uma ferramenta de relacionamento entre a rede e quem compra nela.

“Nossas campanhas de fidelidade não terminam quando o cliente completa a coleção. Ele leva para casa um produto que passa a fazer parte da rotina e a lembrança do varejista também. As panelas têm muita essa característica: são usadas no dia a dia, por muitos anos. Na nossa terceira campanha com o Grupo Zeferino, buscamos justamente fortalecer essa relação, criando um vínculo que permanece muito além do período da campanha.” afirma Beatriz Ramos, CEO da L-founders of loyalty para a América Latina.

Sobre a Rede Zeferino
A Rede de Distribuição Zeferino tem sede em Itapira (SP) e é responsável pelas bandeiras Supermercados Cubatão, Spasso Sabores e Supermercados Lavapés com atuação no interior do Estado de São Paulo. A companhia tem como missão oferecer excelência em atendimento, qualidade, conveniência e preços justos aos seus clientes.

Sobre a L – founders of Loyalty
A L- founders of Loyalty é uma empresa global especializada em campanhas de fidelidade para o varejo, fundada por Robert van der Wallen. Presente em 35 países, já beneficiou mais de 100 milhões de consumidores em todo o mundo, com 17 brindes resgatados a cada segundo em suas campanhas. No Brasil, suas ações já geraram mais de R$ 11 bilhões em receitas incrementais e movimentaram R$ 113 bilhões no varejo. Na América Latina, a companhia amplia sua atuação sob a liderança de Beatriz Ramos.

Detentora da marca Fidelidade com Propósito®️, a L-founders of loyalty integra impacto social às campanhas, promovendo doações e iniciativas que fortalecem resultados sustentáveis para o varejo e para a sociedade.

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Economia

Finados: data continua importante para a floricultura, apesar das mudanças nos hábitos de consumo

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Crisântemos, kalanchoes e kalandivas seguem como os produtos mais procurados

Embora o hábito de levar flores aos cemitérios venha perdendo força ao longo dos anos, o Dia de Finados continua sendo uma data importante para o mercado brasileiro de flores e plantas ornamentais, mantendo sua relevância para produtores, atacadistas e varejistas de todo o País.

No Ceaflor, maior mercado atacadista brasileiro de flores, plantas, insumos e acessórios para floricultura e decoração, a preparação para a data envolve planejamento antecipado, atenção às oscilações da demanda e estratégias para enfrentar os desafios da produção. Crisântemos, kalanchoes e kalandivas permanecem entre as variedades tradicionalmente associadas à data, mas há espaço para as violetas e outras flores envasadas.

O cenário, no entanto, exige decisões cada vez mais criteriosas dos produtores. O aumento dos custos de produção, somado à dificuldade de contratação de trabalhadores no campo e às oscilações climáticas, torna ainda mais complexa a definição dos volumes a serem cultivados para uma data sazonal.

É o caso de Yasuaki Shimano, da Flora Shimano, que reduziu em 30% a produção de crisântemos e em 10% a de kalandivas em relação ao ano passado. A decisão foi motivada principalmente pela elevação dos custos e pela incerteza na comercialização. “Para este ano, disponibilizamos 90 mil vasos apenas”, comenta.

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A estratégia contrasta com a adotada pelo engenheiro agrônomo e produtor rural Caio Shiroto, da Flora Shiroto, que ampliou a produção de crisântemos para fazer jus ao elevado número de pedidos por parte dos clientes. A decisão acompanha a percepção de crescimento da procura por esses produtos e a oportunidade de suprir o mercado em uma data tradicional da floricultura.

“Mantemos sempre uma postura otimista. Ano a ano, aprimoramos o manejo para entregar um produto de qualidade superior. A filosofia do nosso negócio é garantir um excelente produto para que nossos clientes tenham sucesso nas vendas, gerando, como consequência, crescimento de demanda para o próximo ano”, afirma.

Shiroto ressalta, entretanto, que o cultivo de crisântemos destinados a Finados requer planejamento e controle rigoroso do calendário de produção.

Adaptação às novas demandas
As mudanças no comportamento dos consumidores também influenciam o planejamento do setor. A tradição de levar flores aos cemitérios permanece mais presente entre as gerações mais velhas, enquanto a redução desse hábito entre os mais jovens e o crescimento da opção pela cremação contribuem para transformar o perfil da demanda.

Diante desse cenário, produtores e comerciantes buscam ampliar as possibilidades de comercialização, tanto pela diversificação das variedades oferecidas quanto pela exploração de outros mercados e ocasiões de consumo. Violetas, antúrios e plantas verdes, por exemplo, ajudam a ampliar o portfólio associado à data.

Para o presidente do Ceaflor, Antônio Carlos Rodrigues, a capacidade de adaptação dos produtores é fundamental para manter a competitividade e atender às diferentes demandas do mercado.

“Finados continua sendo uma data relevante para o setor e mobiliza produtores de diferentes regiões do País. Ao mesmo tempo, acompanhamos mudanças nos hábitos de consumo e a busca por alternativas que permitam ampliar as oportunidades de venda. Nossos produtores trabalham para oferecer variedade e qualidade, conciliando as exigências do mercado com os desafios da produção”, afirma.

Mesmo diante das transformações culturais e dos custos crescentes, Finados permanece no planejamento anual da floricultura brasileira e o Ceaflor busca manter a oferta produtos que ajudam as famílias a expressar carinho, saudade e homenagem aos que já partiram.

Sobre o Ceaflor
Localizado em Jaguariúna (SP), na Rodovia Prefeito Aziz Lian (SP‑107), km 29,3, no principal acesso a Holambra pela Rodovia Campinas–Mogi Mirim (SP‑340), o Ceaflor é o mais completo mercado de flores da região. Inaugurado em 2019 e já ampliado duas vezes, reúne 450 empresas distribuídas em 946 pontos de venda, oferecendo flores de corte, flores em vaso, plantas ornamentais e uma ampla variedade de acessórios para floricultura, paisagismo e decoração.

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Economia

MEI, Pix e Reforma Tributária: o que muda a partir de 2027

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Professora no Núcleo de Estudos e Pesquisas Avançados em Tributação na FIPECAFI, Tatiana Midori Migiyama

Com a aproximação de 2027, algumas dúvidas sobre a Reforma Tributária começam a aparecer com mais frequência, especialmente em relação ao MEI e às pessoas físicas que exercem alguma atividade econômica. Entre elas, estão os valores recebidos por Pix, o limite de faturamento do MEI, a necessidade de inscrição no CNPJ e o split payment.

Embora os temas estejam relacionados, algumas regras já existem hoje e não foram criadas pela Reforma. O limite anual de receita bruta do MEI, por exemplo, continua sendo de R$ 81 mil. A margem de 20% prevista na legislação não aumenta esse limite para R$ 97.200, mas interfere nos efeitos do desenquadramento.

Se o MEI ultrapassar R$ 81 mil e permanecer dentro dessa margem, o desenquadramento ocorre, em regra, a partir do ano seguinte, com o recolhimento complementar sobre o excesso. Se a receita superar R$ 97.200, os efeitos podem retroagir ao início do próprio ano, com a necessidade de recalcular os tributos pelas regras do Simples Nacional aplicáveis à microempresa, acrescidos de multa e juros, conforme o caso.

Também não há propriamente uma multa pelo simples fato de ultrapassar o limite. Há diferenças de tributos a recolher em razão do desenquadramento e os respectivos acréscimos legais. Eventuais penalidades adicionais dependerão da situação concreta, como omissão de receitas ou descumprimento das obrigações relacionadas ao desenquadramento.

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Há propostas no Congresso para aumentar esse limite. O PLP nº 108/2021, aprovado pelo Senado e em análise na Câmara dos Deputados, prevê o aumento para R$ 130 mil por ano e a possibilidade de contratação de até dois empregados. Existem também propostas apensadas tratando de limites maiores e de sua atualização. Até que haja alteração legislativa, contudo, continuam valendo os R$ 81 mil.

Uma dúvida diferente, mas que muitas vezes aparece junto com a discussão do MEI, diz respeito aos valores recebidos na conta da pessoa física. Nesse caso, é preciso olhar para a origem do valor. Nem tudo o que entra em uma conta bancária é receita de atividade econômica.

Salário, empréstimo, transferência entre contas próprias ou reembolso, por exemplo, não passam a ser faturamento porque foram recebidos por Pix. Por outro lado, se a pessoa presta serviços, realiza trabalhos ou vende produtos e recebe por eles na conta pessoal, o fato de o pagamento ter sido feito para o CPF não muda a natureza da receita. O mesmo vale para a eventual falta de emissão de nota fiscal.

Essa distinção não foi criada pela Reforma Tributária. A Receita Federal já recebe informações sobre movimentações financeiras e pode cruzá-las com as demais informações prestadas pelos contribuintes. A Reforma, no entanto, traz novas regras para as pessoas físicas que exercem atividade econômica e é aí que os dois assuntos começam a se aproximar.

A LC nº 214/2025 prevê situações em que, para fins de IBS e CBS, devem ser consideradas as atividades econômicas exercidas pela pessoa física e as receitas brutas auferidas no ano, ainda que relacionadas a cadastros distintos.

A mesma lei criou a figura do nanoempreendedor. Em linhas gerais, é a pessoa física que exerce atividade econômica, não optou pelo MEI e possui receita inferior a 50% do limite do MEI, observadas as demais condições previstas na legislação. Esse perfil não será contribuinte do IBS e da CBS.

Por outro lado, a pessoa física que exercer atividade econômica e estiver sujeita aos novos tributos poderá ter obrigações que hoje não fazem parte de sua rotina. Uma delas é a inscrição no CNPJ. A partir de 2027, determinadas pessoas físicas contribuintes do IBS e da CBS deverão possuir CNPJ para fins de cumprimento das obrigações relativas a esses tributos. Isso não significa que deixarão de ser pessoas físicas ou que passarão a ser pessoas jurídicas. O CNPJ será utilizado como identificação para fins do IBS e da CBS.

Essa identificação também será importante para relacionar a operação ao documento fiscal e, posteriormente, ao pagamento. É nesse contexto que entra o split payment.

Split Payment

O Decreto nº 12.955/2026 prevê o Pix entre os instrumentos de pagamento que poderão estar sujeitos ao split. A sistemática permite relacionar o pagamento à operação e ao documento fiscal, de forma que o IBS e a CBS possam ser segregados no momento da liquidação financeira.

Isso não significa que todo Pix recebido no CPF passará a ser tributado. Se o valor não decorre de uma atividade econômica tributável, o fato de ter sido recebido por Pix não muda sua natureza.

Também não há, até o momento, uma regra geral determinando que a pessoa física contribuinte do IBS e da CBS deverá necessariamente utilizar uma “chave Pix CNPJ”. Ainda há questões relacionadas à operacionalização do split que dependem de regulamentação.

O que haverá é uma vinculação muito maior entre cadastro, documento fiscal, operação e pagamento. E isso não afeta apenas pessoas físicas e pequenos empreendedores.

Para as empresas, essa integração já é um dos principais pontos de atenção na preparação para 2027.

O ano de 2026 foi previsto como período de teste do IBS e da CBS, mas ainda há questões importantes aguardando regulamentação. O Decreto nº 12.955/2026, por exemplo, remete diversos temas a atos conjuntos da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS.

Enquanto isso, as empresas precisam adequar sistemas, cadastros, documentos fiscais e processos internos. E precisam de tempo não apenas para implementar as alterações, mas também para testá-las.

A emissão dos documentos fiscais é um exemplo bastante concreto. Em 2026, algumas validações relacionadas às informações de IBS e CBS foram flexibilizadas para que eventuais inconsistências não impedissem a emissão dos documentos durante o período de testes.

A preocupação aumenta em 2027, quando essas validações começarem a produzir efeitos. Se uma nota fiscal for rejeitada, a consequência não fica restrita à área tributária. Dependendo da operação, sem a nota a empresa não fatura e, sem faturamento, não recebe.

Além disso, a transição exigirá a convivência do sistema atual com o novo por alguns anos. As empresas terão que manter controles relacionados aos tributos que ainda permanecerão em vigor e, ao mesmo tempo, operar IBS e CBS.

É por isso que 2027 será um ano particularmente importante para a implementação da Reforma. Muitas das discussões que até agora estavam concentradas na legislação começam a chegar à operação das empresas e também ao dia a dia de pequenos empreendedores e pessoas físicas que exercem atividade econômica.

A simplificação pretendida pela Reforma poderá ser melhor avaliada quando o novo sistema estiver integralmente implementado. Até lá, a transição exigirá atenção, regulamentação em tempo adequado e, principalmente, condições para que as novas regras possam ser efetivamente testadas antes de produzirem consequências para os contribuintes.

Sobre a FIPECAFI

Fundada em 1974, a FIPECAFI é uma instituição sem fins lucrativos dedicada ao ensino, à pesquisa aplicada e ao desenvolvimento de projetos técnicos nas áreas de Contabilidade, Finanças, Controladoria e Atuária. Reconhecida pela excelência acadêmica, mantém nota máxima nos principais indicadores oficiais de qualidade do ensino superior, conforme documentação comprobatória. Ao longo de sua trajetória, tem contribuído para a formação e aprimoramento de profissionais, a produção de conhecimento técnico e acadêmico e o apoio a organizações públicas e privadas em temas relacionados à informação contábil, governança, finanças, gestão e tomada de decisão.

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Economia

Últimos dias para se inscrever no Programa de Estágio 2027 da JBS, com vagas no interior de SP

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Oportunidades focam no desenvolvimento de talentos regionais e estão distribuídas em 33 unidades da Companhia no Brasil, em 10 estados e no DF; inscrições vão até 18 de outubro

A JBS, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, recebe até o próximo domingo, dia 18 de outubro, as inscrições para o Programa de Estágio 2027. Em sua segunda edição, a iniciativa oferece 46 vagas em 33 unidades da Companhia, distribuídas em 10 estados e no Distrito Federal, com o objetivo de desenvolver talentos nas regiões onde mantém suas operações. Em São Paulo, as unidades com vagas abertas, estão localizadas nas cidades de Amparo, Itapetininga, Jaguariúna, Lins, Nuporanga e Osasco. Os interessados devem se inscrever pela plataforma Gupy: https://estagiojbs.gupy.io/.

Com duração de 12 meses, o programa combina experiência prática nas operações da JBS com uma trilha estruturada de desenvolvimento cultural, comportamental e técnico. A iniciativa inclui experiências práticas nas unidades, além de workshops, avaliações e acompanhamento das lideranças. As oportunidades estão distribuídas em cinco áreas: Agropecuária, Manutenção, Sistema de Gestão, Garantia da Qualidade e Produção, com atuação presencial de até seis horas diárias.

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Em São Paulo, as oportunidades estão distribuídas entre operações da Seara, Friboi e JBS Novos Negócios. Há vagas nas áreas de Agropecuária, em Amparo, Nuporanga e Itapetininga; Sistema de Gestão, em Amparo, Jaguariúna e Osasco; Manutenção e Produção, em Lins; e Garantia da Qualidade, também em Lins.

Fernando Meller, diretor-executivo de Recursos Humanos da JBS Brasil, destaca o foco do programa no desenvolvimento profissional dos estudantes. “O diferencial é colocar o estudante no centro da operação, para que conheça o negócio na prática e se prepare para os próximos passos da carreira. Queremos desenvolver talentos com conhecimento técnico, visão de processo e competências como comunicação, adaptabilidade, colaboração e atitude de dono”, afirma.

Presente em mais de 225 municípios brasileiros, a JBS investe na formação de talentos dentro de suas operações como parte de sua estratégia de desenvolvimento e fortalecimento das comunidades onde está inserida.

Da primeira turma para a carreira na JBS
A primeira edição do programa, iniciada em 2026, já resultou em efetivações antes mesmo da conclusão do estágio, com participantes seguindo carreira nos negócios da JBS. É o caso de Andressa Poletto da Rosa, de 23 anos, que atua como técnica de agropecuária na unidade da Seara em Passo Fundo (RS). Estudante de Medicina Veterinária, com conclusão do curso prevista para este ano, ela ingressou no programa buscando direcionar a carreira para a avicultura e foi efetivada em menos de seis meses.

Durante o estágio, Andressa conheceu diferentes etapas da cadeia produtiva, da granja à indústria, além do incubatório. Para ela, essa vivência foi determinante para assumir a nova função. “Não fosse o estágio, com certeza eu não estaria na vaga onde estou. Não tem como exercer a função sem conhecer o básico”, afirma. A profissional também destaca o acompanhamento dos gestores durante o período de aprendizado e na decisão de seguir carreira na Companhia.

Bruno Capraro Fantini também foi um dos selecionados na primeira turma do programa, na área de manutenção da JBS Terminais, no Porto de Itajaí (SC). Cerca de cinco meses após ingressar na Companhia como estagiário, foi convidado a assumir uma posição efetiva no mesmo setor e hoje atua como analista de manutenção. “Tudo que aprendi no estágio eu carrego comigo, tanto tecnicamente quanto na convivência com as pessoas”, conta.

Natural de Nova Trento (SC) e estudante de Engenharia Mecânica, com conclusão prevista para este ano, Fantini vê a experiência como o início de uma trajetória profissional na Companhia. “É uma grande oportunidade ter começado aqui. Quero seguir minha carreira na JBS e continuar crescendo na área”, afirma Capraro.

Como participar

Podem participar estudantes de cursos compatíveis com as cinco áreas oferecidas que estejam no último ano de sua formação em 2027, com conclusão prevista para dezembro, tenham disponibilidade para estágio presencial de até seis horas diárias e residam na região da unidade escolhida. As inscrições vão até 18 de outubro, pela plataforma Gupy: https://estagiojbs.gupy.io/. O processo seletivo prevê avaliação de raciocínio lógico, entrevistas com a área de Recursos Humanos e com lideranças das unidades, além de dinâmica de grupo. O início das atividades está previsto para 18 de janeiro de 2027.

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