Mundo
Dr. Nuno Sousa: o neurocientista português que veio conectar cérebros por meio da experiência acadêmica do Velho para o Novo Mundo
Médico e professor universitário, Nuno Sousa chegou ao Brasil trazendo na bagagem um currículo que mistura clínica, investigação e liderança acadêmica. Médico de formação, especialista em Neurorradiologia e neurocientista conceituado, em 2025 assumiu um novo desafio: desde março é o novo reitor do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ) e do Centro Universitário Max Planck (UniMAX Indaiatuba), ambos no interior de São Paulo. Na Europa, Nuno é figura de proa: fundou a Escola de Medicina da Universidade do Minho e dirige centros de investigação em neurociências.
No aspecto acadêmico de pesquisa, a trajetória científica de Nuno Sousa é volumosa e reconhecida: autor de mais de 500 artigos revisados por pares, se tornou assim parte do seleto grupo dos 0, 5% do ranking Research.com como um dos melhores cientistas na área da Neurociência. A intensa produção de artigos por parte de Nuno ganhou espaço em revistas científicas de peso, como a Science, onde ele registrou suas contribuições relevantes no mapeamento do conectoma cerebral e na análise das respostas neurais ao estresse.
Da Europa para o Brasil: trunfos pedagógicos
Mas o que traz um acadêmico europeu à linha de frente do ensino universitário em um grupo educacional brasileiro? Antes de chegar a esse ponto, como reitor de dois centros acadêmicos, vale lembrar que há anos Nuno colabora de forma significativa para o cenário do ensino superior no Brasil, sobretudo na área da saúde, – seja por meio de palestras, artigos publicados ou mesmo participando ativamente como membro em conselhos acadêmicos.
LEIA TAMBÉM:
Mas, sem dúvida, para ele a possibilidade de aprender com esse novo desafio, além de experimentar aqui metodologias formativas e pedagógicas de contextos com forte tradição, como é o caso da Europa, de forma adaptada à realidade brasileira, é algo muito significativo para alguém que traz em si mesmo a figura do professor e de um eterno aprendiz. “Estou sempre aprendendo. A vida é feita de um conjunto de estímulos, e, neste contexto, eu aprendo constantemente, principalmente com os desafios”, reflete.
No âmbito acadêmico, existe um choque de mundos entre Europa e Brasil, e, embora possam partilhar desafios, diferem em estruturas, regulação e recursos. A importância desse intercâmbio de visões não está em substituir um modelo pelo outro, e sim em promover híbridos: práticas europeias de ensino e pesquisa calibradas para o perfil do universitário brasileiro em coexistência com o que foi criado aqui. É esse ajuste fino que contextualiza, adapta e pode gerar avanços reais na qualidade da formação universitária no país.
“A educação no ensino superior é algo que hoje em dia é quase um quesito para que a pessoa possa entrar no mercado profissional, e, assim, encontrar melhores oportunidades em todas as áreas. Nesse sentido, observa-se um movimento que acontece na Europa e nos Estados Unidos, que é a formação ao longo da vida, quando o indivíduo busca continuamente seu desenvolvimento, seja por meio de outras graduações ou especializações para aumentar o portfólio das suas competências. E, no caso, minha experiência no cenário universitário europeu permite-me partilhar a visão do que está acontecendo nesses outros contextos, que talvez possam estar um pouquinho mais avançados que aqui”, contextualiza.
Com esse olhar direcionado para o aprendizado contínuo, Nuno espera enfrentar questões locais, como a desigualdade entre os estudantes, visto que enquanto alguns vieram de escolas particulares com um ensino robusto, outros derivam do ensino público e apresentam lacunas na aprendizagem. Mas, para ele, isso torna o ambiente acadêmico mais interessante, e provoca a universidade a criar um espaço que permita aos estudantes sanar essas deficiências por meio do esforço individual.
“A heterogeneidade é um fenômeno que não é característico do Brasil. É geral, e a melhor forma de mitigar isso é não apenas realizar processos seletivos mais eficientes, de forma que permitam às universidades escolherem pessoas com capacidade para conseguirem progredir, mas também fazer a descompressão daqueles que tenham algum déficit em sua formação. No caso, isso se faz à custa de oferta complementar de nivelamento. Ou seja, quando esse estudante ingressa no ensino superior e é diagnosticado, cabe à instituição oferecer auxílio para que ele consiga se recuperar dessa dificuldade”, analisa.
Paralelamente a isso, Nuno reforça a importância de se criar um ambiente acadêmico de experiência e individualidade, instigando o aluno a buscar interesses e formações para além da grade curricular, de modo a se transformar em um profissional único: “Estamos a construir um movimento que é fazer uma distinção entre aquilo que é currículo obrigatório de cada curso e um currículo complementar de cada curso, onde cada estudante tenha uma oportunidade para escolher aquilo que para ele faz mais sentido para o seu momento e para o seu futuro. Portanto, esses são os movimentos que fazem com que haja um leque de oferta maior para cada indivíduo matriculado em nossos centros universitários”.
A presença de Nuno Sousa no Brasil simboliza algo maior: não só movimenta saberes (metodologias, redes, projetos), mas reforça a hipótese de que a educação superior de qualidade é uma potente ferramenta de transformação social.
Sobre o Dr. Nuno Sousa
Dr. Nuno Sousa é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, com especialização em Neurorradiologia. É professor e neurocientista, sendo um dos mais conceituados do mundo na pesquisa dos efeitos do estresse no cérebro humano, com mais de 500 artigos publicados. Em Portugal, é presidente da Agência de Investigação Clínica e Inovação Biomédica (AICIB) e atua também como professor visitante na Upstate Medical University, NY, USA. Desde março de 2025, assumiu a reitoria da UniFAJ e da UniMAX, onde tem proposto uma revolução silenciosa no ensino acadêmico, baseada no propósito e busca pela excelência.
Sobre UniFAJ e UniMAX
Com 26 anos de atuação e mais de 10 mil alunos formados, o Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ) e o Centro Universitário Max Planck (UniMAX), ambos do Grupo UniEduK, são instituições reconhecidas pelo MEC com nota máxima (5). São mais de 50 cursos nas áreas de Saúde, Humanas, Exatas, Tecnologia e Agronegócio, distribuídos entre 8 campi nas cidades de Jaguariúna e Indaiatuba, no interior de São Paulo. A estrutura inclui hospitais veterinários, centros de especialidades médicas, clínicas médicas e laboratórios modernos. O modelo de ensino é baseado em metodologias ativas de aprendizado e os cursos presenciais contam com pelo menos 50% de aulas práticas desde o início, além de certificações intermediárias nas modalidades EAD, extensão, pós-graduação e MBA.
Siga a Gazeta Regional por meio das Redes Sociais
Acompanhe o Facebook da Gazeta, Clique aqui!
Quer ficar bem informado sobre o que acontece na sua cidade, bairro ou região? Então, siga as redes sociais da Gazeta Regional e fique por dentro das principais informações de sua região, Brasil e do mundo.

Gazeta Regional trazendo sempre o melhor conteúdo para você.
Gostou da novidade? Então, clique aqui para receber gratuitamente os principais conteúdos da Gazeta Regional no seu celular. Tudo no conforto de suas mãos, em apenas um toque, você ficará muito bem informado. Quer saber mais sobre Notícias de Campinas e Região? Clique aqui
Mundo
Copa do Mundo pode intensificar casos de dependência em apostas esportivas, alerta psiquiatra
Pesquisa revela que 37% dos brasileiros pretendem fazer apostas no Mundial; Especialista explica sinais de dependência e destaca impactos emocionais e financeiros do transtorno
Com a aproximação da Copa do Mundo de 2026, com início marcado para 11 de junho, e o aumento da exposição às plataformas de apostas esportivas, especialistas alertam para os impactos que o jogo pode causar na saúde mental e financeira da população. O fácil acesso por meio do celular e a forma como as apostas são divulgadas contribuem para a popularização da prática, especialmente entre pessoas mais vulneráveis.
Segundo dados da Kantar, 77% dos consumidores brasileiros pretendem acompanhar o torneio. A pesquisa também aponta que 37% dos brasileiros afirmam que pretendem apostar durante o evento esportivo. Entre os tipos de apostas preferidos estão resultado das partidas (51%), número de gols (26%), campeão da Copa (18%), lances específicos (10%) e artilheiro do torneio (8%).
LEIA TAMBÉM:
Para o médico psiquiatra e docente do curso de Medicina do Centro Universitário Max Planck (UniMAX), William Augusto, o principal sinal de alerta é a perda de controle sobre a frequência e os valores apostados. “O indivíduo passa a apostar de forma compulsiva e pode utilizar o jogo para lidar com sentimentos negativos. Isso cria um ciclo perigoso em que a pessoa tenta recuperar perdas financeiras apostando novamente, perdendo e se frustrando”, explica.
Uma parcela desses apostadores já apresenta comportamento de risco ou problemático. De acordo com a pesquisa “Raio X do Investidor Brasileiro”, divulgada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, o percentual de pessoas que fazem apostas em bets no país passou de 14%, em 2023, para 17%, em 2025.
Entre os apostadores, 11% já são classificados como jogadores problemáticos, condição em que o hábito de apostar passa a comprometer a vida pessoal, financeira ou profissional. Além disso, o estudo aponta que 28% encontram-se em uma faixa de risco moderado para o desenvolvimento de dependência.
O levantamento também mostra um aumento da associação das apostas ao entretenimento e à emoção. O percentual de pessoas que afirmam sentir emoção ao apostar passou de 25%, em 2023, para 27%, em 2025. Já aqueles que enxergam as bets como uma forma de diversão passaram de 26% para 32% no mesmo período. Segundo o especialista Dr William Augusto, essa percepção pode contribuir para a banalização dos riscos relacionados ao jogo.
Quando o comportamento se torna compulsivo, os impactos podem atingir diferentes áreas da vida. O transtorno pode provocar isolamento social, irritabilidade, ansiedade, depressão e dificuldades financeiras. Em casos mais graves, pessoas deixam de pagar contas básicas, fazem empréstimos e comprometem relações familiares.
O Dr William Augusto reforça que o termo mais adequado é “dependência”, e não “vício”, já que o problema não deve ser tratado como falha moral. “Estamos falando de um transtorno ligado ao controle dos impulsos, que afeta o funcionamento do cérebro e compromete a capacidade de controle do indivíduo”, afirma.
De acordo com o psiquiatra, períodos de grande exposição às apostas, como durante a Copa do Mundo, podem agravar quadros já existentes. Por isso, ele recomenda atenção aos primeiros sinais de descontrole e busca precoce por ajuda psicológica ou psiquiátrica. “A maioria dos pacientes procura atendimento apenas quando o quadro já está muito grave. Quanto antes houver percepção do problema, maiores são as chances de tratamento”, finaliza.
Guia de Cuidado
O Dr William Augusto participou do processo de elaboração do “Guia de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas”, lançado pelo Ministério da Saúde em 15 de janeiro de 2026. O material tem como objetivo orientar profissionais da saúde mental e da atenção primária no atendimento a pacientes com transtorno do jogo.
O docente de medicina da UniMAX integrou a equipe responsável por revisar e aprimorar o material. O guia está disponível gratuitamente para download no site do Ministério da Saúde e integra as publicações voltadas à qualificação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). O material oferece orientações sobre identificação, acolhimento e condução dos casos no sistema público de saúde.
Siga a Gazeta Regional por meio das Redes Sociais
Acompanhe o Facebook da Gazeta, Clique aqui!
Quer ficar bem informado sobre o que acontece na sua cidade, bairro ou região? Então, siga as redes sociais da Gazeta Regional e fique por dentro das principais informações de sua região, Brasil e do mundo.

Gazeta Regional trazendo sempre o melhor conteúdo para você.
Gostou da novidade? Então, clique aqui para receber gratuitamente os principais conteúdos da Gazeta Regional no seu celular. Tudo no conforto de suas mãos, em apenas um toque, você ficará muito bem informado. Quer saber mais sobre Notícias de Campinas e Região? Clique aqui
Mundo
Engenharia e trabalho: Construindo o futuro do Brasil
Por Vinicius Marchese, presidente licenciado do Confea
O Dia do Trabalho, celebrado em 1º de Maio, é uma data que nos convida à reflexão sobre a força que move a sociedade: o trabalho humano. Mais do que isso, é o momento de olhar para os caminhos que geram oportunidades, desenvolvimento e dignidade. Nesse contexto, a engenharia ocupa um papel central e estratégico.
A engenharia está presente em praticamente tudo o que sustenta a vida moderna. Das estradas que conectam cidades às tecnologias que encurtam distâncias, dos sistemas de saneamento que garantem saúde pública às soluções inovadoras que impulsionam a indústria, o trabalho dos engenheiros transforma realidades. Cada projeto executado representa não apenas avanço técnico, mas também a geração de empregos, renda e qualidade de vida.
LEIA TAMBÉM:
Ao pensar no futuro do trabalho, é impossível dissociá-lo da capacidade de inovação. A engenharia é protagonista nesse processo, abrindo novas frentes em áreas como energias renováveis, mobilidade urbana, construção sustentável, inteligência artificial e infraestrutura digital. Esses setores não apenas demandam profissionais qualificados, mas também criam cadeias produtivas inteiras, ampliando o mercado e fortalecendo a economia.
No Brasil, há um enorme potencial a ser explorado. Investir em engenharia é investir diretamente na geração de empregos. Grandes obras de infraestrutura, por exemplo, mobilizam desde engenheiros até técnicos, operários e fornecedores, movimentando diversos segmentos econômicos. Ao mesmo tempo, a valorização da formação técnica e científica é essencial para preparar a mão de obra para os desafios contemporâneos.
Entretanto, é preciso avançar. O país ainda enfrenta gargalos históricos em áreas fundamentais, como saneamento básico, habitação e logística. Esses desafios representam, também, oportunidades. Com planejamento, investimento e políticas públicas consistentes, a engenharia pode ser o motor de uma nova fase de crescimento, mais inclusiva e sustentável.
Neste 1º de Maio, é fundamental reconhecer o valor do trabalho em todas as suas formas, mas também destacar o papel estruturante da engenharia na construção de oportunidades. Valorizar os profissionais, incentivar a formação e criar um ambiente favorável à inovação são passos essenciais para garantir um futuro com mais emprego, desenvolvimento e justiça social.
Afinal, onde há engenharia, há transformação. E onde há trabalho qualificado, há progresso e prosperidade.
Siga a Gazeta Regional por meio das Redes Sociais
Acompanhe o Facebook da Gazeta, Clique aqui!
Quer ficar bem informado sobre o que acontece na sua cidade, bairro ou região? Então, siga as redes sociais da Gazeta Regional e fique por dentro das principais informações de sua região, Brasil e do mundo.

Gazeta Regional trazendo sempre o melhor conteúdo para você.
Gostou da novidade? Então, clique aqui para receber gratuitamente os principais conteúdos da Gazeta Regional no seu celular. Tudo no conforto de suas mãos, em apenas um toque, você ficará muito bem informado. Quer saber mais sobre Notícias de Campinas e Região? Clique aqui
Mundo
Pressão alta cresce entre mulheres e acende alerta para a qualidade do sono e os cuidados durante a gravidez
Segundo Vigitel 2025, o número de hipertensão entre as mulheres cresceu de 28,7% a 31,7% entre 2019 e 2024; Departamento de Hipertensão Arterial orienta sobre riscos relacionados ao sono e à saúde cardiovascular na gravidez
No mês em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher, o alerta para a saúde cardiovascular ganha ainda mais relevância. Dados do Vigitel (Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) 2025, apresentado pelo Ministério da Saúde, mostram que as mulheres têm dormido pior do que os homens. A frequência de sono curto (menos de seis horas por noite) atinge 21,3% da população feminina com 18 anos ou mais, contra 18,9% da masculina da mesma faixa etária. Quando o tema é insônia, a diferença é ainda maior: 36,2% delas relatam o problema, frente a 26,2% deles.
De acordo com o Departamento de Hipertensão Arterial da Sociedade Brasileira de Cardiologia, dormir bem não é apenas uma questão de disposição. As fases mais profundas do sono são essenciais para a recuperação do cérebro, o equilíbrio hormonal e o bom funcionamento do sistema cardiovascular. “O sono de má qualidade está diretamente associado ao aumento da pressão arterial. Quando a mulher dorme pouco ou mal, o organismo permanece em estado de alerta, o que pode favorecer a elevação da pressão ao longo do tempo”, explica a Dra. Erika Campana, presidente do departamento. Segundo a médica cardiologista, o cuidado com o sono deve fazer parte da rotina de prevenção, especialmente para quem já tem histórico de doenças cardíacas.
LEIA TAMBÉM:
O levantamento também aponta um avanço importante nos diagnósticos de hipertensão no país. A frequência de adultos com 18 anos ou mais que referiram diagnóstico médico da condição aumentou no período entre 2006 e 2024, variando de 22,6%, em 2006, a 29,7% em 2024. Entre as mulheres, o número subiu de 28,7% a 31,7% entre 2019 e 2024.
Pressão arterial e gestação: um cuidado que começa no pré-natal e vai além do parto
Para as mulheres, a atenção é ainda mais importante durante a gestação, período em que o coração trabalha mais para atender às necessidades do bebê. “A gravidez provoca adaptações naturais no sistema cardiovascular, mas em alguns casos, gestantes desenvolvem condições como pré-eclâmpsia, hipertensão gestacional ou a cardiomiopatia periparto, que é uma forma rara, mas grave, de insuficiência cardíaca que pode surgir no final da gestação ou até mesmo logo após o parto. Por isso, no período pós-parto, os cuidados devem continuar”, alerta a Dra. Erika Campana.
A especialista explica que o coração ainda leva semanas para retornar à sua condição normal após o parto. Além disso, o estresse, o cansaço e as mudanças hormonais do puerpério podem sobrecarregar o sistema cardiovascular, especialmente em mulheres com predisposição a problemas cardíacos.
A boa notícia é que informação e acompanhamento médico fazem toda a diferença. “Manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física com orientação profissional, evitar o tabagismo, controlar o estresse e realizar consultas regulares são atitudes que ajudam a proteger o coração em todas as fases da vida da mulher”, recomenda a médica cardiologista.
Sobre o Departamento de Hipertensão Arterial da SBC
Criado no início da década de 1980, o Departamento de Hipertensão Arterial (DHA) é um braço da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) dedicado ao estudo, diagnóstico, tratamento e prevenção da hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta. Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como uma das principais referências científicas e institucionais do país, com papel central na organização do conhecimento e na qualificação da prática clínica no Brasil. Atualmente sob a presidência da Dra. Erika Campana, no biênio 2026/2027, o departamento estabelece como missão a prevenção, inovação e educação continuada.
Siga a Gazeta Regional por meio das Redes Sociais
Acompanhe o Facebook da Gazeta, Clique aqui!
Quer ficar bem informado sobre o que acontece na sua cidade, bairro ou região? Então, siga as redes sociais da Gazeta Regional e fique por dentro das principais informações de sua região, Brasil e do mundo.

Gazeta Regional trazendo sempre o melhor conteúdo para você.
Gostou da novidade? Então, clique aqui para receber gratuitamente os principais conteúdos da Gazeta Regional no seu celular. Tudo no conforto de suas mãos, em apenas um toque, você ficará muito bem informado. Quer saber mais sobre Notícias de Campinas e Região? Clique aqui
-
Jornal Online1 semana atrásJornal Gazeta Regional Edição 2042
-
Campinas1 semana atrásEnergia que entra em campo: CPFL Paulista reforça operação para garantir qualidade no fornecimento de energia durante a Copa do Mundo
-
Jornal Online3 dias atrásJornal Gazeta Regional Edição 2043
-
Amparo7 dias atrásFestival de Inverno de Amparo movimenta o Turismo da região de 9 a 26 de julho
-
São Paulo1 semana atrásVítima fatal de salto de rope jump em Limeira é identificada
-
Holambra1 semana atrásSemana Cultural Piet Schoenmaker celebra as raízes holandesas com programação gratuita em Holambra
-
Artur Nogueira5 dias atrásPrefeitura de Artur Nogueira inicia acolhimento emergencial para pessoas em situação de vulnerabilidade durante período de frio
-
Jaguariúna7 dias atrásFeira Noturna entra no clima da Copa do Mundo com transmissão dos jogos e atrações para toda a família


