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Startup Day destaca como inovação, inclusão e diversidade caminham juntas na região de Campinas

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Evento reuniu participantes em diferentes cidades e reforçou o papel da inovação como ferramenta de impacto social

A inovação também pode e deve ser inclusiva e diversa. Esse foi um dos principais destaques do Startup Day realizado na região de Campinas no último sábado, 21, que reuniu mais de 450 participantes em atividades simultâneas em Campinas, Indaiatuba, Jaguariúna e Paulínia.

O evento mostrou, na prática, como diferentes trajetórias, realidades e vozes contribuem para a construção de soluções mais completas e conectadas à sociedade. Ao reunir startups, instituições, especialistas e iniciativas sociais, a iniciativa evidenciou que a diversidade é um elemento essencial para impulsionar o empreendedorismo e gerar impacto positivo.

Segundo a líder de operação regional do Sebrae-SP em Campinas, Williana Souza, esse movimento também amplia o acesso à inovação. “O Startup Day mostra, na prática, como a inovação pode ser acessível e inclusiva, conectando pessoas de diferentes perfis, trajetórias e realidades em torno de um mesmo objetivo: gerar impacto positivo por meio do empreendedorismo.”

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Um dos destaques da programação em Campinas foi a participação da Casa Hacker, que atua para democratizar o acesso à tecnologia e à inovação social. Representando a iniciativa, Marcelo Oliveira ressaltou a importância de espaços como esse para dar visibilidade a diferentes realidades. “A presença da Casa Hacker no evento reforça o papel das iniciativas sociais no ecossistema de Campinas, afirmando que estar aqui hoje é uma oportunidade de conectar o que a gente faz na ponta, lá no território, com as grandes discussões de tecnologia e inovação”, afirmou.

Ele também destacou o impacto da parceria com o Sebrae-SP para fortalecer negócios de impacto social. “Esse tipo de evento serve como uma ponte necessária, observando que a gente traz o olhar da diversidade e da inclusão para dentro desse ambiente de startups, mostrando que inovação também se faz com impacto social e com as pessoas da quebrada”, disse. Segundo ele, essa integração é essencial para que o desenvolvimento econômico seja mais inclusivo e alcance quem mais precisa de oportunidades.

Em Indaiatuba, a participação da Associação dos Deficientes Visuais de Indaiatuba (ADVI) trouxe ainda mais força ao debate sobre diversidade. A entidade atua na habilitação e reabilitação de pessoas com deficiência visual em áreas como educação, cultura, empregabilidade e tecnologia assistiva, atendendo atualmente cerca de 100 pessoas e ampliando o acesso a oportunidades em um cenário ainda desafiador.

Osvaldo Jesus de Morais Júnior, gestor administrativo da instituição, destacou que a experiência no evento reforçou a importância de ocupar espaços de inovação. “Foi muito interessante, pois a dinâmica aplicada foi muito semelhante a que já havíamos praticado em outros programas, e pudemos perceber que estamos no caminho certo”, afirmou. Ele também chamou atenção para a realidade enfrentada por pessoas com deficiência visual. “A deficiência visual hoje em dia é a que menos emprega, que menos educa e a que menos dá oportunidade.”

Para ele, iniciativas como o Startup Day são fundamentais para transformar esse cenário. “Essa combinação de inclusão, diversidade, tecnologia e inovação tem muito futuro, especialmente ao abrir espaço para soluções que promovam autonomia e oportunidades reais, contribuindo para transformar a realidade de um público ainda pouco atendido.

Inovação no agro e conexões que geram impacto
Em Jaguariúna, o AgNest Farm Lab foi sede do evento e reuniu representantes de diferentes elos do setor, promovendo discussões sobre tecnologia, empreendedorismo e colaboração no campo. Allan Daher, coordenador de Inovação e Marketing do AgNest, destacou que sediar o encontro reforça o papel estratégico do hub na região. “Estar numa região estratégica e com forte presença de instituições, empresas e talentos, nos permite fomentar encontros que geram valor real para o território”, afirmou.

Ele também ressaltou a importância da participação ativa nos painéis. “Ao apresentar o AgNest como um ambiente de experimentação para desenvolvimento, validação e demonstração de soluções no campo, além de evidenciar, no debate sobre ecossistema, a importância de fortalecer e ativar a região de Jaguariúna, conectando diferentes atores e promovendo sinergias que impulsionam o agro.”

Sobre a jornada empreendedora, Allan destacou o papel do hub no desenvolvimento de startups. “Apoiamos startups para que suas soluções sejam testadas, validadas e aprimoradas diretamente no campo”, disse. Ele também reforçou a relevância da parceria com o Sebrae-SP. “É estratégica para ampliar oportunidades às startups, ao integrar capacitação e estruturação de negócios, com a aplicação prática das soluções no campo, fortalecendo o ecossistema e aumentando as chances de sucesso das inovações no agro.”

A participação no evento também foi destacada por Veiling Holambra, que atua no setor de flores e plantas ornamentais. Para Henrique Lopes, gerente de Qualidade da instituição, o encontro foi uma oportunidade de troca entre diferentes atores do segmento. “O agro é o maior setor da economia brasileira e que precisa ter atenção e cuidado”, afirmou.

Ele também ressaltou a importância dos debates realizados durante o evento. “A conexão entre agro, empreendedorismo e inovação é essencial diante dos desafios recentes, já que a solução passa por uma cooperação de todos, com foco em trabalhar de forma conjunta, olhando as necessidades e buscando as soluções em uma convergência para resultados que sejam positivos e que possam minimizar riscos e impactos.”

Para Flávia Bottino, fundadora e diretora executiva da INSUMA Biotecnologia, a participação no Startup Day também foi marcada pela troca de experiências e fortalecimento de conexões. “Foi muito gratificante, pois denota a importância do trabalho que estamos realizando, nos incentiva a continuar mesmo em um cenário tão adverso como no mundo das startups. Acredito que subsidia tanto novos empreendedores, como a sinergia entre a universidade e o mercado”, afirmou.

Ela também destacou a relevância da integração entre ciência e mercado. “O agro tem se tornado cada vez mais tecnológico e o empreendedorismo entra em cena para unir essas duas pontas”, disse, ressaltando que o evento amplia oportunidades de networking, parcerias e desenvolvimento de soluções.

Lugar para compartilhar boas ideias, ouvir e aprender
Antes de tudo, o Startup Day se consolida como um espaço de troca, onde diferentes vozes encontram abertura para dialogar, aprender e construir juntas. Para Williana, esse é um dos principais legados do evento. “O Startup Day é um espaço de escuta, de construção conjunta e de inspiração. É onde surgem conexões que muitas vezes se transformam em projetos, parcerias e soluções reais para os desafios do dia a dia.”

Ana Clara Fiocco e Isabela Simões representaram a Sweetech, uma deep tech nascida a partir de uma patente desenvolvida na pós-graduação com foco em inovação sustentável. A startup atua no desenvolvimento de embalagens feitas a partir do amido da batata-doce, com o objetivo de substituir copinhos e outros itens de uso único. “Estar no Startup Day é uma oportunidade estratégica para alinhar o conhecimento técnico à viabilidade comercial, buscando conexões que ajudem a transformar a pesquisa acadêmica em um produto de mercado”, destacaram. Ainda em fase de ideação e desenvolvimento de protótipo, as fundadoras apontam as mentorias e o networking como principais ganhos do evento. “Esse
Startup Day está sendo muito interessante porque ele é muito relacionado com o que a gente busca de impacto socioambiental”, afirmaram, ressaltando que a expectativa é aproveitar o contato com especialistas para refinar o modelo de negócio e o MVP, ampliando as chances de inserção da tecnologia no mercado.

Para Alexandre Ramos Paixão, mentor de marketing e vendas e fundador da Paixão por Marcas, especialista em registro de marcas, participar do Startup Day é uma oportunidade vital de renovação e compartilhamento de conhecimento. Com 22 anos de experiência no empreendedorismo, Alexandre destacou que estar presente no evento significa trazer oxigênio e observar de perto as transformações do mercado para ajudar quem busca resolver problemas sociais de forma objetiva.

Sobre a relevância do Sebrae-SP, ele afirma com convicção: “Quem quer realmente dar certo, quem quer empreender, quem quer ter resultado, sucesso e realmente causar impacto, precisa passar pelo Sebrae para construir uma base forte de verdade para alicerçar o negócio que vai nascer”. Para ele, o papel do Sebrae em promover essa troca de experiências é fundamental para que as startups da região prosperem e entreguem valor real à sociedade.

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Campinas

Em Campinas, Ipem-SP realizará verificação de radares

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O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, e órgão delegado do Inmetro, que tem como objetivo promover a confiança nas relações de consumo, fará verificação metrológica na próxima segunda-feira, 24 de agosto, a partir das 9h, nos radares instalados nos seguintes endereços em Campinas, cidade localizada a 99 km da capital. Serão eles:

– Avenida Theodureto de Arruda Camargo, próximo ao nº 1.500, sentido centro;

– Avenida Theodureto de Arruda Camargo, próximo ao nº 1.499, sentido centro;

– Avenida das Amoreiras, próximo à rua Itapecerica da Serra, sentido bairro;

– Avenida Dermival Bernardes Siqueira, próximo ao Condomínio Lugano, sentido bairro.

Diariamente, o Ipem-SP realiza a verificação metrológica dos radares, instrumentos utilizados para medir e registrar velocidade destinados ao monitoramento do trânsito, em todo o Estado de São Paulo. Conforme a portaria Inmetro 158/2022, é obrigatória a verificação metrológica uma vez por ano ou toda vez que o equipamento passar por reparo.

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Os radares de velocidade têm o objetivo de reforçar a segurança viária através do monitoramento constante de vias e rodovias, prevenindo acidentes e contribuindo para a proteção do cidadão, fazendo com que os condutores respeitem o limite de velocidade permitido.

A verificação metrológica no radar leva de 20 minutos até uma hora. A ação envolve os fiscais do Ipem-SP e a equipe da empresa responsável pelo instrumento.

Em caso de chuva, a verificação é cancelada. O cancelamento também pode ocorrer poucas horas antes do agendado, conforme solicitação dos agentes de trânsito ou empresa responsável pelo equipamento.      

Caso o equipamento seja aprovado, recebe um certificado válido por um ano. Quando há reprovação a empresa fabricante é notificada a corrigir o erro.     

Em caso de excesso de velocidade, para aplicação de multas, o equipamento precisa estar verificado pelo Ipem-SP.       

A ação será realizada pela equipe de fiscalização da regional em Campinas.  

Em 2025, o Ipem-SP verificou 8.624 radares nos 645 municípios que compõem o Estado de São Paulo. 

Interessados em acompanhar a verificação dos radares devem acionar a Assessoria de Imprensa do instituto.    

A verificação metrológica     

O radar, expressão em inglês radio detection and rangig, é um aparelho que localiza objetos a longa distância utilizando ondas eletromagnéticas. Possui antena emissora/receptora de ondas de rádio que se propagam até atingirem o alvo, retornando ao radar. A diferença de tempo de ida e de volta da onda determina a distância ou a velocidade do objeto. Portanto, nem todos os medidores de velocidade que chamamos de “radar” são radares de fato. Veja:    

Medidor por radar propriamente dito: transmite e recebe ondas contínuas na faixa de micro-ondas, propiciando a medição da velocidade do veículo alvo através do efeito Doppler.      

Medidor óptico: projeta um feixe de luz (laser) no veículo alvo, e a medição é feita pelo processamento da energia por ele refletida.      

Medidor de sensores de superfície: utiliza sensores instalados na superfície da via que detectam a passagem do veículo. A medição é feita em função do tempo de passagem do veículo entre dois sensores cuja distância entre eles é fixa e conhecida.   

Em geral, os medidores são constituídos por:     

– Dispositivo de detecção, que identifica as distâncias necessárias para o cálculo da velocidade dos veículos.      

– Dispositivo de medição, constituído por micro processador e software que capta os dados do sistema de detecção e efetua o cálculo da velocidade.     

– Dispositivo de processamento, constituído por um processador e software dedicado ao controle do sistema.     

– Dispositivo de armazenamento, que registra e armazena os dados referente à medição.    

– Dispositivo de registro óptico, constituído por câmera fotográfica ou de vídeo capaz de identificar o veículo.    

Os medidores podem ser fixos, portáteis (tipo pistola), móveis (instalados em veículos em movimento) ou estáticos (sobre suporte que pode ser deslocado de um ponto para outro). No Estado de São Paulo é o Ipem-SP que fiscaliza todos esses instrumentos e verifica se apresentam medições corretas. A verificação dos instrumentos em operação é feita uma vez ao ano (verificação periódica), ou sempre que sofrem manutenção ou transferência de local de instalação (verificação eventual).     

As verificações metrológicas são realizadas com a utilização de uma viatura oficial, dotada de medidor de velocidade de alta precisão previamente calibrado (padrão). Os ensaios são realizados em cinco velocidades diferentes. Após a passagem da viatura pelo medidor, os resultados registrados pelo seu sistema fotográfico são confrontados com os resultados obtidos pelo padrão do Ipem-SP.     

Os medidores aprovados recebem um laudo técnico com validade para um ano. Se forem reprovados, a empresa responsável pelo medidor é autuada e o equipamento é interditado.    

Vale lembrar que para as multas emitidas em função dessas medições serem legítimas, o medidor de velocidade precisa ter sido verificado e aprovado pelo Ipem-SP, e estar dentro do prazo de validade. Para saber se o medidor de velocidade está dentro da validade, acesse o Portal de Serviços do Inmetro nos Estados (PSIE). Acesse https://servicos.rbmlq.gov.br

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Campinas

Prefeito de Morungaba participa de reunião da RMC que debate inovação e ações contra extremos climáticos

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O prefeito de Morungaba, Luis Fernando Miguel, juntamente ao diretor de Planejamento, Marcel Assis, participou, na terça-feira, 18, da reunião do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas (CDRMC), realizada no espaço Mescla, no Campus 1 da PUC-Campinas. O encontro reuniu prefeitos e representantes dos municípios da região para discutir propostas de integração regional nas áreas de tecnologia, inovação, meio ambiente e enfrentamento aos eventos climáticos extremos.

Um dos principais assuntos da reunião foi a proposta apresentada por Campinas para a criação de um hub regional de tecnologia e inovação, com o objetivo de integrar os municípios da RMC e fortalecer o ambiente de ciência, tecnologia, empreendedorismo e atração de novos investimentos.

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A proposta prevê que os municípios avaliem a adoção de legislações e iniciativas que favoreçam a instalação e o desenvolvimento de empresas de tecnologia e inovação. Campinas também se colocou à disposição para compartilhar experiências e modelos de legislação relacionados a incentivos e ambientes de inovação, como a chamada lei de sandbox.

Durante a reunião, o prefeito de Campinas e presidente do Conselho da RMC, Dário Saadi, destacou a importância da atuação conjunta dos municípios para consolidar a região como um polo de tecnologia e inovação.

Para o prefeito Luis Fernando Miguel, a participação de Morungaba nas discussões do Conselho da RMC reforça a importância da integração entre os municípios e do planejamento conjunto de ações que possam contribuir para o desenvolvimento regional.

Outro tema de destaque foi a prevenção e o enfrentamento dos extremos climáticos, especialmente diante da chegada do fenômeno El Niño. Especialistas apresentaram aos representantes dos municípios informações sobre os possíveis impactos do fenômeno, incluindo períodos de temperaturas elevadas, ondas de calor, riscos de incêndios e a possibilidade de ocorrência de temporais intensos.

A orientação apresentada durante o encontro foi para que os municípios fortaleçam seus protocolos de prevenção e resposta, ampliando a integração entre as equipes de Defesa Civil e demais setores envolvidos na gestão de riscos.

Entre as iniciativas discutidas está a ampliação da atuação conjunta dos municípios da RMC em situações de emergência, com estruturas móveis de apoio, Centros de Operações de Emergência (COEs), monitoramento meteorológico e protocolos integrados para o combate a incêndios.

Morungaba já integra ações de cooperação regional, como o protocolo conjunto entre Campinas, Itatiba e Morungaba na região do Pico das Cabras, voltado ao apoio às operações de combate a incêndios.

Também foi apresentado o funcionamento do radar meteorológico da Unicamp, em operação desde dezembro de 2025 e com cobertura de até 100 quilômetros, além da implantação, por Campinas, de uma rede de 21 estações meteorológicas, das quais cinco já estão em funcionamento.

A reunião reforçou a importância da cooperação entre os municípios da Região Metropolitana de Campinas para a construção de soluções conjuntas, tanto no estímulo ao desenvolvimento econômico e tecnológico quanto na prevenção e resposta aos desafios ambientais e climáticos que afetam a região.

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Voluntariado empresarial ganha força e mobiliza colaboradores da CPFL em Campinas

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No ano declarado pela ONU como o Ano Internacional do Voluntariado, iniciativa reforça movimento de empresas que ampliam o engajamento de colaboradores em ações de impacto social

Agosto, mês do voluntariado, chama a atenção para um movimento que vem ganhando força também dentro das empresas. Em São Paulo, o crescimento do número de organizações que apoiam práticas voluntárias mostra como o engajamento dos colaboradores com as comunidades e o terceiro setor tem conquistado espaço no ambiente corporativo.

Em Campinas, a CPFL Energia é um dos exemplos desse movimento. Neste sábado (15), cerca de 100 voluntários estarão mobilizados no bairro Monte Cristo, de Campinas/SP, para mais uma edição do Dia de Semear. A ação acontece na AMIC (Associação dos Amigos da Criança) e terá atividades de revitalização e integração com a comunidade.

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A programação inclui pintura, jardinagem, melhorias na infraestrutura e oficinas lúdicas, além de brincadeiras para as crianças da AMIC. A ação conta ainda com a parceria da Hamburgada do Bem, organização que se soma ao esforço coletivo para ampliar o impacto da iniciativa, fortalecendo uma rede de solidariedade capaz de gerar transformação social duradoura.

Mobilização que gera impacto
O Programa Semear, responsável pela realização do evento, já reúne mais de 2 mil voluntários e atua em parceria com 69 instituições sociais. Somente em 2026, foram mais de 50 ações realizadas, beneficiando 4.800 pessoas em diferentes cidades.

Durante agosto, o Dia de Semear acontece em várias localidades, ampliando uma mobilização que transforma a disposição dos colaboradores em ações concretas nas comunidades.

Esse avanço acompanha uma tendência observada no ambiente corporativo. “Com base em Censos e estudos, notamos que vem crescendo o voluntariado empresarial no estado de São Paulo. Nos últimos anos, aumentou cerca de 30% o número de empresas

apoiando essas práticas voluntárias, entendendo a importância dessa conexão com a comunidade ou terceiro setor de maneira relevante”, explica Roberta Nunes Barbosa, gerente executiva da ABRH-SP.

Para Roberta, os benefícios também se refletem dentro das organizações. Pesquisas mostram que o voluntariado contribui para desenvolver competências profissionais, como liderança, comunicação, empatia e tolerância, além de fortalecer o sentimento de pertencimento e o orgulho de fazer parte da empresa. “É uma iniciativa que gera impacto social, mas também ajuda a fortalecer a cultura interna e a formar profissionais mais engajados e conscientes do seu papel na sociedade”, completa.

“O Dia de Semear é a expressão mais visível de um movimento que acontece ao longo de todo o ano. Mobilizamos colaboradores, familiares, parceiros e instituições em ações que fortalecem as comunidades e ampliam oportunidades para quem mais precisa. É uma iniciativa que transforma os territórios, mas que também transforma as pessoas que participam dela”, destaca Natalia Tadokoro, gerente de sustentabilidade da CPFL Energia.

Programa Semear: voluntariado que conecta e transforma
Integrado à estratégia ESG da CPFL Energia, o Programa Semear conecta colaboradores e parceiros para gerar valor compartilhado com as comunidades em sua área de concessão. Além de mobilizar milhares de voluntários, fortalece vínculos comunitários e contribui para o desenvolvimento de competências e relações que ampliam o impacto social da companhia.

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