Campinas
Entre prédios e patrimônios: a disputa silenciosa pelo centro histórico de Campinas
Especialistas apontam falta de gestão eficiente e pressão do mercado como causas para descaracterização de bairros históricos
- Por Coletivo Spotlight*
A transformação urbana acelerada de Campinas vem trazendo à tona um dilema que se repete em cidades de médio e grande porte pelo Brasil: como equilibrar o avanço do setor imobiliário com a preservação do patrimônio histórico?
A metrópole foi uma das primeiras a criar o próprio Conselho de Patrimônio Histórico com uma lei em 1987 e regulamentado no ano seguinte. No entanto, apesar de reunir 765 bens tombados e outros 600 processos de estudo, o tombamento não é suficiente para garantir a preservação.
Apenas nos últimos 11 anos, entre 2015 e 2025, um levantamento realizado com base no registro do IPTU de Campinas mostra que a cidade teve um acréscimo de 45 mil novos apartamentos e 12 mil casas. Qual o impacto deste crescimento no patrimônio? “Tem vários prédios sendo demolidos. Demolidos assim, eles são deteriorados com o tempo por falta de preservação”, comenta Jucinaide, campineira e que possui uma barraquinha na Feira Hippie do Bairro Cambuí há 15 anos.
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Para entender o panorama do impacto da valorização imobiliária sobre o tecido histórico-cultural da cidade conversamos com João Verde, arquiteto e conselheiro do Condepacc, e Fernando Shigueo Nakandakare, também arquiteto e estudioso da dinâmica urbana.
Cidade abandonada
A situação dos bens tombados e áreas históricas de Campinas é, para João Verde, “extremamente precária”. Segundo ele, não há apoio suficiente para que proprietários consigam realizar reformas ou restauros que lhes permitam reocupar os imóveis antigos, o que leva ao abandono e à deterioração.
Verde reconhece a presença do mercado imobiliário sobre áreas centrais e bairros nobres no Centro expandido como Cambuí, Nova Campinas e Taquaral, onde antigos casarões e terrenos amplos tornam-se alvos para novos empreendimentos. Explica que as construtoras e os empreendedores procuram espaços onde haja demanda por habitações e empreendimentos e buscam imóveis que possam ser comprados e locais onde possam construir novos edifícios. “O mercado imobiliário é como qualquer outro, busca locais para empreender onde haja retorno. O que falta é projeto e planejamento urbano para conciliar essa expansão com a preservação”, diz.
Verde não concorda com o uso do termo especulação para explicar o fenômeno de expansão imobiliária no centro. Já Fernando Shigueo Nakandakare, não nega, mas os desenvolve, para ele, a especulação, consiste em deixar imóveis desocupados aguardando valorização sem se preocupar com a depreciação da cidade de forma a impedir o local de cumprir sua função social.
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No entanto, afirma que é preciso deixar claro que a especulação e o mercado não são sinônimos. O primeiro pode ser utilizado pelo segundo como estratégia de depreciação para futura valorização, mas que ganha espaço na ausência de ações eficazes de reconhecimento de patrimônios em uma dinâmica sustentável na cidade.
“Quando tratamos edifícios apenas como mercadoria, deixamos à mercê do mercado que busca apenas lucro”, alerta.
A demolição e a requalificação
Um caso simbólico dessa disputa em Campinas foi a antiga fábrica de chapéus, próxima ao Mercado Municipal. O local, segundo Nakandakare, tinha potencial para se tornar um centro cultural ou espaço multiuso, mas acabou sendo vendido para uma construtora que vai preservar apenas a fachada e erguer uma torre habitacional.
“Poderíamos ter tido algo como o Sesc Pompeia em São Paulo, mas não foi o caso”, lamenta.
Verde, por sua vez, cita experiências onde a pressão imobiliária resultou em requalificação, como no antigo sanatório Santa Isabel, hoje transformado no complexo Pátio Abolição. Ele defende a verticalização das áreas centrais como caminho para evitar o espraiamento urbano e promover o adensamento populacional com acesso à infraestrutura.
“Os novos empreendimentos podem ajudar a requalificar o patrimônio, ocupando imóveis abandonados e estimulando comércio e serviços no entorno”, afirma.
Outro exemplo de requalificação de patrimônio histórico citado por Verde é o edifício onde atualmente funciona a ESAMC que era um edifício fundado em 1909 como um colégio apenas para mulheres que teve a fachada mantida, mas “praticamente quase todo demolido na sua parte interna e parte traseira. Foi feito outro empreendimento com o hotel, salas comerciais e o espaço da universidade”.
“Claro, não há mais espaço para ter aquela escola feminina, a escola de freiras naquele lugar, mas há espaço para ter uma universidade funcionando lá com diversos cursos. Então, a cidade vai se reinventando. Há necessidade da cidade se reinventar”, diz.
Plano de gestão deficiente
Ambos os arquitetos concordam que Campinas sofre com a ausência de um plano de gestão do patrimônio que articule de forma eficiente o poder público, sociedade civil e mercado. Enquanto Verde critica a falta de um planejamento urbano consistente, Nakandakare defende a criação de um corpo técnico capacitado para construir soluções que não repitam o ciclo de abandono e descaracterização.
“Hoje, para muitos, patrimônio é sinônimo de prédio abandonado. Proteger é ocupar, dar função, memória. Não demolir não é preservar”, fala Nakandakare.
O arquiteto defende que o poder público precisa de instrumentos mais eficazes para gerir o patrimônio, integrando-o de forma sustentável à dinâmica social e econômica. “Proteger sem qualificar é adiar: se o mercado não demolir, o tempo o faz”, diz.
Em complemento, João Verde conta que em Campinas existe uma lei de tombamento, mas não de preservação. “Tombar não significa preservar e a preservação é muito cara”.
Ele explica que os mecanismos existentes na metrópole não são suficientes. Há, por exemplo, a isenção de IPTU para imóveis tombados, mas ela só se aplica se o proprietário está realizando um restauro ou reforma no local naquele ano. “Eu acho que é necessário que as pessoas tenham isenção de IPTU nesses imóveis tombados se o imóvel estiver sendo bem mantido, não adianta dar isenção para o imóvel que tá largado e abandonado”.
Outra ferramenta que considera importante é a Lei do Potencial Construtivo, ela só se aplica a imóveis tombados e tem potencial para trazer benefícios a médio e longo prazo. O arquiteto explica que ela abre a possibilidade do proprietário de um imóvel tombado vender o “potencial construtivo” a uma incorporadora que, ao comprar, “ganha” a capacidade de construir mais do que a metragem originalmente permitida no terreno.
Nakandakare explica que o valor do imóvel está conectado ao potencial construtivo que se estabelece para determinadas regiões junto ao plano diretor. Quanto maior o potencial construtivo de uma região com infraestrutura e boa localização, maior será a pressão sob os patrimônios existentes nessa localidade.
Desta forma, o dinheiro obtido com a venda só pode ser utilizado para a manutenção do imóvel que teve o potencial comercializado. E assim, Verde comenta que muitos imóveis abandonados passaram a ganhar projetos de restauro e requalificação. “O dinheiro tá vindo do que vocês chamam de especulação imobiliária. Eles, claro, tão ganhando quando vão pegar essas áreas construídas e aumentar seus prédios, sim, mas isso está gerando dinheiro, está movimentando o mercado. Inclusive criando o mercado para profissionais restauradores, especialistas em pintura, especialistas em taipa, em trabalhar com técnicas construtivas antigas”.
Ainda assim, aponta um problema na legislação, ao só pode ser vendido uma vez a ação de manutenção e restauro que é constante acaba ficando deficitária com o tempo. Assim, sugere que “a cada 10 anos ou 12 anos as pessoas possam vender esse potencial novamente”.
Incômodo e a perda da memória
A situação dos patrimônios e da própria cidade é um incômodo para os moradores de Campinas apesar de entenderem que invariavelmente o tempo vai promover mudanças na paisagem urbana. Cláudia, arquiteta e proprietária de uma barraquinha na Feira Hippie há 35 anos, fala sobre o apagamento da memória que a cidade vem sofrendo, este provocado pelo
abandono e a substituição de casas históricas por enormes edifícios.
Além disso, ressalta que o bairro do Cambuí deve ser preservado antes que seja completamente descaracterizado. “Tem uma casa de esquina aqui embaixo, tombada, mas tá ruindo. Então, eu acho que Campinas está esquecendo da memória.”, se referindo a uma casa tombada pelo Conselho de Patrimônio de Campinas na rua Antônio Cesarino que é de taipa e foi construída no fim do século XIX, mas que não recebe manutenção e precisa de restauro.
Já Júlio César, que mora na região dos estádios, direciona as críticas à gestão municipal atual. Ele considera que a prefeitura não promove investimentos suficientes para a cultura, sendo a preservação do patrimônio um dos elementos. “Eu acho que ainda é uma cidade muito carente pelo tamanho que tem, pelo tamanho da população, eu acho que ainda é uma cidade muito carente de atividades de cultura. A parte histórica é muito mal preservada, mal explorada. E também tem a questão dos prédios tombados que não deveriam ser derrubados. Eu acho que tem outras regiões da cidade que podem ser melhor aproveitados para erguer prédios e construir novos bairros”.
Maurício, dono de uma barraquinha de discos na Feira Hippie e morador do Cambuí desde o nascimento, também é bastante crítico à prefeitura. Ele afirma uma falta de fiscalização e um Plano Diretor coerente com a cidade, pois vê no bairro cada vez mais edifícios sendo construídos no lugar de antigas casas e “sufocando” o espaço.
“No Cambuí você vê que cada vez você está ficando mais apertado. Porque você tem o seu prédio, aí do lado lado tem outro prédio, atrás tem outro prédio (…) tinha casas bacanas, sendo demolidas e construindo o prédio. Eu sou contra, tá?” E lembra de casos como um antigo palacete localizado na Avenida Júlio de Mesquita que em apenas um fim de semana foi destruído e o terreno limpo para logo depois ter um edifício de hotel no local.
“Você passou que domingo à tarde, 6h da tarde, tava demolido um lugar histórico para construir um um flat ali, eu acho que um hotel. Eu acho que isso foi escandaloso”.
Situação que Jucinaide ressalta, ela diz acompanhar a demolição de muitos prédios em Campinas e não concorda com a destruição que vem ocorrendo. Para ela, isso descaracteriza a cidade e faz com que perca a identidade. Ela acredita que é um papel da prefeitura assumir a responsabilidade para evitar que isso ocorra.
E ressalta que muitas construções de Campinas nem precisam ser efetivamente demolidas, são apenas abandonadas e a falta de manutenção provoca a deterioração. “Não precisa nem demolir, porque ele vai destruindo com o próprio tempo mesmo”. “As pessoas vão para fora ver os prédios antigos, históricos, né? Sendo que aqui eles não mantêm, né? Então eu acho uma judiação isso. Eu acho que teria que preservar sim. Porque assim como o pessoal vai para fora para conhecer os prédios históricos e tudo, por que não preservar aqui também?”.
O que diz a Prefeitura?
A Prefeitura de Campinas, por meio da assessoria de imprensa, respondeu aos questionamentos encaminhados pela reportagem. A Gazeta reproduz, na íntegra, as
respostas da Administração Dário Saadi (veja abaixo).
Especialistas e moradores de Campinas apontam o abandono de imóveis históricos tombados que pertencem ao município. Qual é a posição da Prefeitura?
A Prefeitura de Campinas tem se empenhado para preservar os imóveis históricos tombados que estão sob sua responsabilidade. Entre as ações estão convênios com o governo federal, por meio do Iphan, para repasse de recursos; uso de verbas de Termos de Ajustamento de Conduta (TAC-EIV); além de recursos obtidos por editais, como o ProAC, e emendas parlamentares, todos voltados à recuperação e manutenção do patrimônio cultural.
Como o Plano Diretor e a Lei de Uso e Ocupação do Solo de Campinas consideram as áreas com patrimônio histórico e os riscos de descaracterização dessas regiões?
O Plano Diretor prevê em diversos artigos a necessidade de garantir e estimular a preservação e valorização do patrimônio histórico, cultural, natural e paisagístico. Há no artigo 23 a indicação de três áreas do município como polos estratégicos de desenvolvimento, sendo a área central uma delas. Neste caso uma das premissas fundamentais para este polo é “V – desenvolvimento de programa de preservação do patrimônio edificado, valorizando as referências históricas e estimulando a visitação, o turismo e a economia criativa”. Também no instrumento Transferência do Direito de Construir temos o § 1º que estabelece que para os casos de imóveis considerados de interesse histórico, social ou cultural, ficam mantidas as disposições da Lei Complementar nº 28, de 3 de setembro de 2009. Há ainda o instrumento Zonas Especiais de Preservação Cultural – ZEPECs, que visa identificar e fortalecer tanto as porções do território destinadas à preservação, valorização e salvaguarda dos bens e
atividades culturais, quanto os espaços e estruturas que dão suporte a esses bens e ao
patrimônio imaterial.
A prefeitura tem conhecimento da situação da casa tombada na rua Antônio Cesarino, mencionada na matéria? Há ações previstas para restauro ou proteção?
Sim, a Prefeitura tem conhecimento da situação. Trata-se de um imóvel privado, tombado conforme o Processo de Tombamento nº 06/05 e a Resolução de Tombamento nº 96/10. Diante da ineficácia das medidas administrativas adotadas para obrigar o proprietário a cumprir seu dever constitucional de conservar o bem, o Município ajuizou uma Ação Civil Pública contra o responsável, buscando, por meio judicial, assegurar a proteção adequada do imóvel tombado.
Como o município fiscaliza demolições em áreas com potencial valor histórico ou em imóveis listados para tombamento?
O Município, por meio do Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc), é responsável pela tutela dos bens culturais tombados. Um dos instrumentos previstos na Constituição Federal de 1988 e na legislação infraconstitucional específica é a vigilância, conceito que se insere no exercício do poder de polícia da Administração Pública. Nesse contexto, tanto os conselheiros do Condepacc exercem a função de vigilância quanto a Administração Pública designa servidores em cargos específicos de fiscalização para essa finalidade. Desde a criação da Coordenadoria Departamental do Patrimônio Cultural (CDPC), órgão técnico de assessoramento do Condepacc, na década de 1990, não foram registradas demolições de bens tombados ou em processo de estudo para tombamento.
A Lei de Transferência de Potencial Construtivo está em vigor no município? Quantos imóveis já foram beneficiados por esse instrumento?
Sim, a Lei Complementar nº 28/2009, que regulamenta a Transferência do Direito de Construir no município de Campinas, está em vigor. Até o momento, 20 imóveis já foram beneficiados por esse instrumento.
Há possibilidade de revisar a lei para permitir a reutilização periódica do potencial construtivo por imóveis tombados?
Essa é uma demanda apresentada por proprietários e operadores do mercado, atualmente em análise pela equipe intersecretarial responsável pelo estudo de propostas de aprimoramento da legislação que regulamenta a aplicação da Transferência do Direito de Construir no município de Campinas.
Existem estudos para ampliar incentivos fiscais, como isenção de IPTU, aos imóveis que estejam conservados, mesmo fora de obras ativas?
Está em vigor desde 2022 a Lei Complementar 395 que trata dos incentivos urbanísticos e fiscais para reabilitação de edificações na Área Central de Campinas. Esta lei prevê incentivos urbanísticos e fiscais para reabilitação de edificações situadas no polígono prioritário de intervenção na Área Central de Campinas.
- Spotlight é um coletivo de jornalismo universitário formado por estudantes de diferentes semestres do curso de Jornalismo da Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (ESAMC), em Campinas.
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Campinas
Bruno Wellington (PSD) lança pré-candidatura a deputado federal com “casa cheia” e presença de Gilberto Kassab
Empresário e transformador social reúne mais de 1,5 mil pessoas e importantes nomes da política regional e estadual em Paulínia
Ao lado de importantes lideranças políticas de Paulínia, da região e do estado de São Paulo, o
empresário e transformador social Bruno Wellington, o “BW” (PSD), reuniu mais de 1,5 mil
pessoas e oficializou, no sábado, 20, sua pré-candidatura a deputado federal. No palco do
evento, em Paulínia, Bruno demonstrou a consolidação dos trabalhos sociais exercidos por ele
há mais de 19 anos ao aparecer ladeado pelo presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab,
e pelo ex-prefeito de Jaguariúna por três mandatos, Gustavo Reis (PSD) — que também
aproveitou o momento e lançou sua pré-candidatura a deputado estadual em solo paulinense.
A articulação em torno de BW demonstra a força de sua trajetória como empresário e gestor
de projetos sociais, construída ao longo de quase duas décadas, com foco no desenvolvimento
social não somente no estado de São Paulo, mas em todo o país. Mais de 226 mil pessoas já
foram atendidas por ele em todo o Brasil e, desse total, 50 mil foram no estado paulista.
O pré-candidato destacou a importância de sua pré-candidatura, não por vaidade, mas sim
para continuar trabalhando em prol de quem mais precisa e expandir políticas que visem à
importância de se transformar vidas. “Hoje é o start de uma nova jornada para que possamos
construir um país mais justo. Eu acredito que o esporte salva vidas. Mantenho projetos sociais
em comunidades indígenas no Rio Grande do Norte e, somente no Jardim Fernanda, em
Campinas, atendemos mais de 500 crianças gratuitamente. Mas precisamos expandir isso”,
afirmou BW em seu discurso.
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Gilberto Kassab, em sua fala, destacou o histórico de trabalho social de Bruno e afirmou que
isso o credencia para a vida pública. “O Bruno é um jovem preparado, com um trabalho social
muito forte, que tem realizações, credibilidade e histórico familiar que lhe dão condições para
transformar não somente Paulínia e o estado de São Paulo, mas todo o Brasil”, destacou o
presidente nacional do partido.
Apoios
O peso político e o tamanho da coalizão que sustenta as pré-candidaturas de Bruno Wellington
e Gustavo Reis ficaram evidentes na lista de lideranças políticas locais, da RMC (Região
Metropolitana de Campinas) e de todo Estado. Entre eles, o prefeito de Nova Odessa,
“Leitinho” (PSD); o ex-prefeito de Santo Antônio de Posse, Dr. Maurício Comisso; o ex-prefeito
de Vinhedo, Jaime Cruz; o vereador de Jaguariúna, Rafael Blanco (Cidadania); o ex-vereador de
Jaguariúna, Romilson Silva; além de vereadores, ex-vereadores e ex-secretários de Paulínia,
entre outras autoridades.

A demonstração da força que a pré-candidatura de Bruno Wellington tem tomado foi
reforçada pelas comitivas vindas de diversas cidades paulistas que prestigiaram o momento,
Carapicuíba, Mogi das Cruzes, Taubaté, Caraguatatuba, Amparo, Jaguariúna, São Paulo,
Suzano, Lins, Sumaré, Itaquaquecetuba, Nova Odessa, Ferraz de Vasconcellos, Indaiatuba,
Americana, Campinas, Artur Nogueira, Ilha Bela, entre outras.
Um dos momentos mais marcantes que antecederam o evento foi o desfile e “buzinaço” de 87
motociclistas, motoboys e entregadores de aplicativos em frente ao prédio onde foi realizado o lançamento. Essa é uma das causas a serem defendidas por BW, assim como a das mães e
pessoas com neurodivergências, dos caminhoneiros e do terceiro setor, entre outras.
Quem é Bruno Wellington
Natural de Marília, bacharel em Direito, empresário e gestor social, ele tem como grande
paixão e propósito de vida ajudar o próximo. No ano de 2007, já consolidado como
empresário, BW colocou em prática uma de suas principais idealizações e fundou em
Paulínia/SP (cidade em que reside desde os 11 anos de idade) a Associação Fábrica de Saúde,
Esporte e Cultura. Por meio de diversos projetos de desenvolvimento social idealizados por
ele, a instituição já beneficiou mais de 226 mil pessoas pelo Brasil, sendo 50 mil delas no
estado de São Paulo. Tais números o consolidam como um dos maiores benfeitores sociais do
país.
Mesmo antes da fundação da Fábrica, Bruno já atuava em causas sociais, marcando presença
em diversos eventos solidários. Entre eles, bailes beneficentes para a arrecadação de fundos
para entidades paulinenses como a AUPACC (Amigos Unidos Por Amor Contra o Câncer) —
importante e tradicional instituição local que oferece suporte psicológico, jurídico, social e de
reabilitação para pessoas diagnosticadas com câncer — e a Feijoada do Bem, em prol da APAE
(Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais). Ainda em Paulínia, Bruno coordenou a gestão
de crise no Paulínia Racing Bicicross, tradicional equipe de bicicross nacional, atuando como
consultor estratégico e estruturando mecanismos de captação via leis de incentivo para
garantir a sobrevivência do projeto.
Bruno também é fundador do fundo privado de investimento social BW Incentiva, que financia
e patrocina projetos nas áreas de saúde, esporte e cultura.
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Campinas
Caiado e Kassab estarão em Paulínia neste sábado, 20
Lideranças nacionais marcarão presença no lançamento das pré-candidaturas de Bruno Wellington (PSD) e Gustavo Reis (PSD)
O cenário político da Região Metropolitana de Campinas (RMC) ganha contornos estratégico, no próximo sábado, 20, com o ato oficial de lançamento da pré-candidatura a deputado federal, do empresário Bruno Wellington Domingues (PSD), também conhecido como “BW” à Câmara dos Deputados, em uma dobradinha regional com o ex-prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis (PSD), que deve concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa de São
Paulo (Alesp).
O evento ganha peso estratégico com as presenças confirmadas do ex- governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, e do presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab.
Articulações
Em meio a uma intensa agenda de viagens pelo país para pavimentar sua corrida ao Planalto, a vinda de Caiado à Paulínia, é vista por analistas como um forte aceno ao potencial eleitoral de Bruno Wellington, que disputa um cargo eletivo pela primeira vez.
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A presença de Caiado e Kassab, importantes lideranças políticas nacional, sinaliza que o partido aposta alto na renovação representada por BW e na experiência de Gustavo Reis, que traz na bagagem o capital político de três mandatos no Executivo de Jaguariúna.
“Nossa pré-campanha a deputado federal nasce da urgência de trazer a população mais próxima ao Congresso e de mostrar a importância do Terceiro Setor para a execução de políticas públicas”, declarou Bruno Wellington. Além do peso institucional, o encontro pretende reunir outras lideranças regional e local para debater propostas e demandas locais.
Conhecido por sua atuação como transformador social, BW reforça que sua entrada na política partidária é a continuidade de um trabalho que já realiza fora dela, pautado pela defesa do Terceiro Setor e pela eficiência das políticas públicas.
Serviço
Lançamento das pré-candidaturas de Bruno Wellington a deputado federal e de Gustavo Reis a deputado estadual
Data do evento: 20 de junho de 2026 (sábado)
Horário: 17:55
Local: Salão Social Clube Paulinense
Endereço: Av. José Paulino, 1945 – Jardim de Itapoan – Paulínia (SP)
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Campinas
Energia que entra em campo: CPFL Paulista reforça operação para garantir qualidade no fornecimento de energia durante a Copa do Mundo
A CPFL Paulista anuncia um plano especial de operação para assegurar a qualidade e a continuidade do fornecimento de energia elétrica durante os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo FIFA 2026, período em que o consumo sobe de forma expressiva em todo o país, impulsionado por televisores ligados simultaneamente, reuniões familiares e eventos públicos nas cidades.
O plano, desenvolvido com base na experiência acumulada em outros grandes eventos, combina tecnologia de monitoramento em tempo real, inteligência operacional e mobilização de equipes.
Inteligência da rede
Uma das principais inovações do plano é o mapeamento prévio de pontos críticos: a CPFL Paulista levantou e atualizou o cadastro das unidades de transmissão de TV e dos locais de grandes aglomerações, as chamadas fan fests, que serão monitorados em tempo real pelo Centro de Operações. Todos esses pontos foram inseridos no sistema de Business Intelligence (BI) operacional da companhia e receberam marcações específicas, permitindo rastrear qualquer ocorrência com precisão e agilidade.
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A equipe de operações acompanhará também a curva de carga em tempo real antes, durante e após cada partida, com atenção especial aos picos de consumo que ocorrem nos intervalos (televisores, geladeiras, aparelhos de ar-condicionado acionados simultaneamente) e ao final dos jogos, quando as rotinas comércios e industriais retomam normalmente.
Monitoramento meteorológico e controle de desligamentos
Para antecipar riscos climáticos, a CPFL Paulista contratará boletins e monitoramento especializados para os dias dos jogos do Brasil, da cerimônia de abertura e do encerramento do torneio.
A política de desligamentos programados seguirá critérios rígidos, garantindo que nenhuma intervenção planejada na rede coincida com os períodos de maior demanda no fornecimento: apenas obras de baixo impacto, preferencialmente sem manobras complexas, poderão ser autorizadas nos dias de jogos, e somente com conclusão mínima de quatro horas antes do início de cada partida.
Alinhamento com o sistema nacional
A operação da CPFL Paulista está integrada às diretrizes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que determina operação especial de segurança em toda a rede nacional nos períodos compreendidos entre duas horas antes e duas horas depois de cada jogo. O plano cobre o jogo de abertura (11/06), as três partidas da fase de grupos da Seleção Brasileira (13/06, 19/06 e 24/06) e a grande final (19/07), com extensão automática para as fases eliminatórias caso o Brasil avance.
Durante esses períodos, fica vedada qualquer intervenção que possa resultar em corte de energia em qualquer ponto do território nacional. O monitoramento contínuo das condições meteorológicas nas instalações do sistema elétrico também faz parte do protocolo.
“Estamos preparados para garantir energia segura e de qualidade durante os jogos com equipes posicionadas estrategicamente e tecnologia de ponta para monitorar a rede”, afirma Rafael Lazzaretti, diretor-presidente da CPFL Paulista.
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