Holambra
31º Veiling Market aponta tendências do mercado para assegurar o futuro da floricultura brasileira
O pesquisador, idealizador e curador da Vitrine de Tendências, Hélio Junqueira, revisitou o passado para recuperar possibilidades ainda não exploradas para fomentar o futuro do consumo de flores e plantas ornamentais no Brasil. O espaço é uma das atrações do evento que acontece nos dias 12 e 13 de março na Cooperativa Veiling Holambra, e foi cenograficamente transformado no Palácio de Cristal de Petrópolis (RJ), como símbolo do resgate de espécies associadas às eras da Regência e Vitoriana e ao Brasil Império. Entre as flores e plantas “resgatadas” estão as hortênsias, as camélias, a costela-de-adão, os crisântemos, as antigas rosas de jardim e as dálias, entre outras.
A Vitrine de Tendências do 31º Veiling Market, que acontece nos dias 12 e 13 de março, na Cooperativa Veiling Holambra, convida o setor a olhar para o futuro a partir de um movimento que ganha força no comportamento do consumidor: a nostalgia e a reconexão com a natureza. Idealizada e curada pelo pesquisador Hélio Junqueira, a Vitrine foi cenograficamente inspirada no Palácio de Cristal de Petrópolis (RJ), como referência às estéticas da Regência, da Era Vitoriana e do Brasil Império, reforçando a ideia de que revisitar o passado pode revelar possibilidades ainda pouco exploradas no mercado nacional. No espaço, ganham protagonismo flores e plantas ornamentais com forte apelo afetivo e potencial comercial, apresentadas tanto no cultivo tradicional quanto em composições alinhadas à arte floral contemporânea. A seleção inclui hortênsias, camélias, orquídeas, antigas rosas de jardim, dálias, crisântemos, zínias e sálvias, além de aráceas nacionais como filodendros, antúrios e tinhorões (Caladium) e a costela-de-adão (Monstera) revisitada em propostas atuais.
Laboratório para produtores
Ao reproduzir uma das alas laterais do monumento petropolitano, o espaço cria uma experiência imersiva que conecta passado e futuro, tradição e inovação, memória e mercado. No entanto, mais do que uma ambientação histórica, a Vitrine de Tendências reafirma seu papel como laboratório estratégico para produtores, melhoristas, atacadistas, floristas e varejistas. “Voltar no tempo é reencontrar sonhos que podem reflorescer dentro de um movimento que reflete a busca atual por nostalgia, natureza e reconexão emocional. As heranças do século IXX podem ser revividas em arranjos botânicos diversos, que rompem com a rigidez e a simetria, valorizando o exótico e o natural”, explica.
De acordo com o pesquisador, em um cenário global marcado por hiperconectividade, ansiedade e múltiplas crises, a nostalgia emerge como fenômeno cultural estruturante. A busca por refúgio emocional e reconexão com a natureza impulsiona o consumo de flores que evocam memória, afeto e permanência. “A influência da cultura pop também desempenha papel relevante nesse movimento. Séries de grande repercussão, como Bridgerton, ajudam a acelerar tendências ao difundir uma estética romântica, ornamental e aspiracional que encontra eco direto na floricultura e no paisagismo contemporâneos”, observa o professor. Assim, as tendências são inspiradas no passado, mas recebem novas leituras estéticas para criar oportunidades estratégicas de negócios para a cadeia produtiva de flores e plantas”, complementa.
Revival botânico
O resultado é uma estética que combina rigor botânico e liberdade criativa, característica marcante da botânica vitoriana. Mais do que nostalgia, a proposta aponta para um movimento contemporâneo consistente: o resgate de espécies tradicionais e o retorno de composições exuberantes, multiespecíficas e assimétricas, que celebram diversidade, frescor e naturalidade. Entre as tendências estão:
- Hortênsias – símbolo dos jardins clássicos e da paisagem serrana;
- Camélias – ícone ornamental e histórico do Segundo Reinado;
- Orquídeas – que unem exotismo tropical e sofisticação;
- Costela-de-adão (Monstera) – revisitada em composições contemporâneas;
- Antigas rosas de jardim – com formas mais naturais e fragrâncias marcantes;
- Dálias – de geometrias exuberantes e cores intensas;
- Crisântemos – reinterpretados em propostas modernas;
- Zínias e sálvias – que reforçam a estética campestre;
- Aráceas nacionais – com destaque para filodendros e antúrios nativos;
- Tinhorões (Caladium SP.) – valorizados por sua folhagem ornamental vibrante.
Sobre o Veiling Market
A 31ª edição da feira de negócios Veiling Market acontece nos dias 12 e 13 de março e reúne 183 expositores. Além de negócios voltados às principais datas do primeiro semestre, como Dia das Mães e Dia dos Namorados, o evento traz o Núcleo de Tendências com variedades, cores e conceitos alinhados às demandas do varejo especializado e do mercado. As empresas de melhoramento genético apresentam os cultivares com alto potencial comercial para os próximos anos. O evento é inspirado na tradicional Trade Fair Aalsmeer, da Holanda.
Sobre o Veiling Holambra
O Veiling Holambra é o mais completo centro comercial e logístico de flores e plantas do Brasil, com mais de 180 mil m² de área, sendo referência no mercado nacional. Com 36 anos de história, a cooperativa reúne mais de 470 produtores cooperados e atende mais de mil clientes ativos em todo o território nacional.
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Holambra
Expoflora deve movimentar R$ 200 milhões e impulsionar economia em raio superior a 100 km de Holambra
A 43ª Expoflora, maior exposição de flores e plantas ornamentais da América Latina, deve receber cerca de 280 mil visitantes ao longo de seus 16 dias de programação, em Holambra (SP), e movimentar aproximadamente R$ 200 milhões na economia regional, segundo estimativa dos organizadores.
A movimentação vai além do consumo realizado dentro da festa. O fluxo de visitantes, profissionais, fornecedores e empresas envolvidos no evento distribui seus efeitos por uma ampla cadeia econômica, em Holambra e em outros municípios da região.Segundo Laura Santi, da Agência de Desenvolvimento do Circuito das Águas Paulista (ADECAP), turismo e eventos influenciam, direta ou indiretamente, cerca de 47% das atividades econômico-empresariais. Além dos segmentos mais evidentes, como hotéis, restaurantes e transporte, entram nessa cadeia comércio, indústria, vestuário, artesanato, serviços e fornecedores. “O dinheiro do turista alimenta os parceiros da Expoflora, a cidade de Holambra e inúmeras outras cidades de seu entorno”, afirma.
Demanda por hospedagem ultrapassa Holambra
Em dias de maior movimento, a Expoflora chega a receber cerca de 20 mil visitantes, público superior à população inteira de Holambra, que tinha 15.094 habitantes no Censo 2022 do IBGE. A dimensão desse fluxo ajuda a explicar por que os efeitos da festa sobre a hospedagem ultrapassam os limites do município. Embora parte do público faça viagens de bate e volta, a estrutura hoteleira de Holambra não absorve sozinha a demanda dos visitantes que permanecem na região, que se distribui por cidades da Região Metropolitana de Campinas e do Circuito das Águas Paulista.
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A Expoflora também interfere na sazonalidade turística da região. Setembro seria tradicionalmente um período de menor movimento, mas a realização da festa amplia a procura por hospedagem ao atrair visitantes de diferentes regiões do país.
Um recorte desse efeito aparece nos números do Campinas e Região Convention & Visitors Bureau. Segundo o diretor executivo da entidade, Fernando Vernier, o aumento da demanda em setembro representa uma projeção de aproximadamente R$ 6,2 milhões adicionais no fluxo de hospedagem apenas entre os hotéis associados ao Convention, que, juntos, somam cerca de 13,5 mil leitos. A conta não inclui a hotelaria de outras cidades fortemente impactadas pela Expoflora, especialmente no Circuito das Águas.
Em Serra Negra, esse impacto também é percebido diretamente na hotelaria. Segundo Cibele Dib, presidente da Associação dos Hotéis e Restaurantes de Serra Negra (Ashores), durante o período da Expoflora a ocupação dos hotéis da cidade registra aumento de aproximadamente 15% em relação à média anual. Parte importante dessa procura vem de grupos turísticos e agências de viagens que organizam roteiros de três a quatro dias, incluindo a Expoflora e outros destinos da região.
Esses roteiros costumam combinar Holambra com cidades como Serra Negra, Águas de Lindóia, Monte Sião e Pedreira, ampliando o tempo de permanência dos visitantes e distribuindo o consumo por hotéis, comércio, bares, restaurantes e outros estabelecimentos.
R$ 150 por visitante por dia em alimentação
A alimentação é outro componente importante dessa movimentação. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes da Região Metropolitana de Campinas (Abrasel RMC) estima em R$ 150 por visitante, por dia, o gasto médio com refeições e bebidas em bares e restaurantes. Esse consumo acontece tanto em Holambra quanto nas cidades onde o público circula ou se hospeda.
Cerca de 7 mil postos de trabalho dentro da Expoflora
Segundo os organizadores, somente as operações realizadas dentro do recinto da Expoflora mobilizam cerca de 7 mil postos de trabalho diretos e indiretos, distribuídos entre equipes do evento, expositores, restaurantes, fornecedores e demais empresas envolvidas em sua realização.
Um exemplo da dimensão desse movimento é o Grupo Casa Bela. Segundo Pablo Schoemaker, CEO do grupo e presidente do Conselho Municipal de Turismo (Comtur) de Holambra, a operação da empresa mais que dobra durante a Expoflora. São contratadas cerca de 150 pessoas adicionais para as operações dentro da festa, número quase equivalente ao total de profissionais mantidos normalmente pelas empresas do grupo fora do evento, na cidade de Holambra.
O impacto também aparece no faturamento: para o Grupo Casa Bela, a Expoflora representa aproximadamente 10% de todo o faturamento anual.
Um impacto que não cabe apenas nos números
Parte do resultado da Expoflora, porém, não aparece diretamente nas contas de faturamento. Ao atrair visitantes de diferentes estados e ampla exposição na imprensa e nas redes sociais, o evento também projeta o nome de Holambra nacionalmente e estimula novas visitas ao município ao longo do ano.
“A exposição de Holambra durante esse período aumenta bastante, de forma que nosso município se tornou conhecido no Brasil inteiro. Essa projeção nacional ajuda a criar desejo e trazer visitantes também em outras épocas do ano”, afirma Schoemaker. Para ele, a festa também reforça pelo turismo outro importante motor econômico do município: a produção de flores e plantas.
“A Expoflora vai além do seu período aberto ao público. A atividade econômica se aquece em Holambra e em toda a região, injetando recursos de fora de nossa região dentro de nossa microeconomia”, resume. “A projeção da Expoflora leva o nome de Holambra para todo o País e assim se alimenta o desejo daqueles que buscam conhecer a nossa cidade.”
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Holambra
Veiling Holambra aposta em experiências e tendências para movimentar setor de flores
A mais completa feira de negócios da floricultura nacional reúne 166 produtores nos dias 10 (das 8h às 17h) e 11 de setembro (das 8h às 14h) e apresenta novidades para a Primavera, Finados, Natal e Réveillon
Flores e plantas deixam de ser apenas produtos nas prateleiras e ganham novos espaços, usos e experiências no 32º Veiling Market, que será realizado nos dias 10 e 11 de setembro, na Cooperativa Veiling Holambra. Considerada a mais completa feira de negócios da floricultura nacional, a edição deste ano reúne 166 produtores e foi montada para aproximar compradores das novidades do mercado e, ao mesmo tempo, mostrar como flores e plantas podem ganhar novas formas de apresentação e comercialização. A proposta é que o visitante saia da feira não apenas com pedidos de compra, mas também com ideias que possam ser aplicadas no próprio negócio.
Desta forma, a 32ª edição terá três atrações que se complementam: negócios, informação e inspiração, com as flores e plantas no centro de uma experiência que pretende mostrar não apenas o que o mercado está vendendo, mas também como ele poderá seguir vendendo no futuro. Por isso, a programação combina exposição e negócios com palestras, demonstrações práticas e ambientes criados especialmente para apresentar novas ideias. “Mais do que antecipar compras para os períodos de maior procura, o Veiling Market é realizado para mostrar o que está mudando no comportamento do consumidor e como o varejo pode acompanhar essas transformações”, explica Thamara D’Angieri, gerente de Marketing e Produto da Cooperativa Veiling Holambra.
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O evento recebe compradores de todo o Brasil, entre representantes de Ceasas e Ceagesp, redes de supermercados e de autosserviço, garden centers, floriculturas e profissionais do setor, como decoradores e floristas. Além de conhecer lançamentos e tendências para a Primavera, Finados, Natal e Réveillon, eles poderão negociar diretamente com os produtores. Para alguns expositores, a participação no evento representa uma venda significativa, já que a maior parte dos produtores chega a comercializar entre 70% e 80% da produção do segundo semestre durante a feira.
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Floricultura e garden centers
Uma das novidades este ano é a Florê, uma floricultura criada especialmente para a feira. O espaço reúne flores de corte, presentes, arranjos e um café para mostrar que uma loja de flores pode oferecer mais do que produtos e criar uma experiência de compra. A ideia é apresentar ao visitante diferentes possibilidades de exposição, composição e atendimento que possam ser adaptadas às floriculturas. O consumidor, nesse modelo, é convidado a permanecer no ambiente, descobrir produtos e estabelecer uma relação mais próxima com as flores. A mesma lógica aparece no Garden Veiling, que reproduz um garden center dentro da feira. Flores, plantas, vasos, acessórios e outras possibilidades de comercialização são reunidos em um único ambiente. O espaço também mostra como esses estabelecimentos vêm ampliando sua oferta, incorporando produtos e serviços, a fim de transformar a visita em um programa para toda a família.
“Temos um programa de tendências dentro da cooperativa em que mostramos o que está acontecendo com flores e plantas no Brasil e em diversos outros países. Quando falamos em variedade, inovação, hibridação, exposição e comportamento de consumo, visitamos floriculturas também fora do Brasil e captamos essas informações”, informa Thamara. Segundo ela, a proposta da feira é trazer essas referências para a realidade brasileira. “Por isso, nesta edição, desenvolvemos uma floricultura onde nossos visitantes poderão vivenciar essa experiência, entrar em uma loja, ver a exposição de flores, descobrir o que mais ela pode agregar ao negócio e ter ideias para uma jornada diferenciada, além de um garden center para mostrar como esses estabelecimentos estão inovando e, além de flores e plantas, inclusive oferecendo produtos para pet shop e acessórios.”
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A Vitrine de Tendências, com curadoria do pesquisador Dr. Hélio Junqueira, é outro ponto de atenção desta edição. O espaço abriga uma mostra de arte floral contemporânea, com arranjos biofílicos (composições que valorizam a conexão com a natureza por meio de flores, folhagens, galhos, plantas e outros elementos naturais) e referências às rocalhas (elementos paisagísticos formados principalmente por pedras e rochas, presentes nos jardins românticos). A proposta dá continuidade ao trabalho de apresentar referências que ajudam a interpretar os movimentos da floricultura e do paisagismo, conectando inovação, comportamento de consumo, estética e novas formas de utilização de flores e plantas. Já o espaço “Respire e sinta o verde” aposta em uma experiência imersiva para mostrar como as plantas podem transformar ambientes e sensações. A proposta é trazer as flores e plantas associadas à qualidade do ar e ao bem-estar em uma bolha inflável transparente para que os visitantes conheçam as plantas classificadas com esse conceito e que contribuem para a remoção ou retenção de substâncias que podem evaporar de tintas, vernizes, ceras, colas, solventes e produtos de limpeza e até compostos químicos presentes no ar.
Palestras e experiências
A programação combina demonstrações práticas e conteúdos que podem ser aplicados diretamente por floristas, decoradores e profissionais do varejo. No Palco Univeiling serão apresentadas as palestras “Pesquisa de Consumo” (pesquisador Dr. Hélio Junqueira e Jorge Possato, CEO da CVH), “Marketing que Vende: Influência e Experiência na Jornada do Cliente” (Cadu Bispo, executivo na área de negócios digitais) e “Da Experiência à Gestão: Como Construir uma Floricultura Desejada” (Sybelle, da Floricultura Alexia Angels). No Espaço Experiência, Paulo Perissoto ensinará a preparar buquês para presentear; Tanus Saab apresentará técnicas e ideias para a criação de arranjos de jardim e Karina Saab dará dicas sobre confecção de buquês de noiva.
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Holambra
Curso gratuito para gestantes em Holambra oferece informação e preparação para a chegada do bebê
Estão abertas as inscrições para a 94ª edição do Curso de Gestantes de Holambra, iniciativa organizada por um grupo de voluntárias com apoio do Fundo Social de Solidariedade. Gratuita, a formação é destinada a todas as futuras mamães do município, independentemente da idade gestacional.
As interessadas devem realizar a inscrição presencialmente no Salão da Terceira Idade, até o dia 30 de setembro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Para efetivar a matrícula, é necessário apresentar o Cartão Cidadão atualizado.
O curso terá início no dia 5 de outubro e seguirá até 7 de dezembro, com encontros às segundas-feiras, na Associação Príncipe Bernardo. Durante as aulas, serão abordados temas relacionados às diferentes fases da gestação, preparação do enxoval, tipos de parto, amamentação e primeiros cuidados com o bebê, entre outros assuntos.
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Para a presidente voluntária do Fundo Social de Solidariedade, Yvonne Schouten Capato, a iniciativa representa uma oportunidade de acolhimento e preparação para um momento importante na vida das famílias. “É um curso pensado para acolher as futuras mamães, levar informação e contribuir para que elas se sintam mais seguras e preparadas para a chegada do bebê. Além dos conhecimentos compartilhados durante os encontros, é uma oportunidade de troca de experiências e de criação de vínculos entre as participantes”, destacou.
Ao final da formação, as participantes receberão um kit maternidade disponibilizado pela Prefeitura, com itens essenciais para os primeiros cuidados com o bebê, como banheira, roupas, fraldas, pomada para assaduras e sabonetes.
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