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Trio de rock alternativo O Temporal lança primeiro EP da carreira

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O novo EP “o temporal” leva o nome do trio e reúne sete canções autorais; O trabalho é um lançamento do selo musical Marã Música

O trio paulista de rock alternativo o temporal, formado por Gabriel Scafi, Guilherme Prado e Marcelo Feliciano, lança nesta sexta-feira, 11, seu primeiro EP, intitulado “o temporal”. O novo trabalho já está disponível em todas as plataformas digitais e é um lançamento do selo Marã Música.

O EP foi inteiramente gravado no Estúdio Dalla Sound, com produção musical assinada pelo trio e traz Guilherme Prado no vocal, Gabriel Scafi na bateria, pianos e guitarra, e Marcelo Feliciano no baixo.

Em 2021 o trio lançou os singles “tela azul”, “maior” e “pressa”, que já acumulam juntos a marca de 35 mil plays no Spotify. As faixas também fazem parte do novo EP que, além das músicas já lançadas, conta com mais 4 canções, todas escritas pelo multi-instrumentista Gabriel Scafi.

“Nosso objetivo sempre foi o de escrever músicas que contassem a nossa história e que ao mesmo tempo parecessem contar a história de quem está ouvindo”, afirma o compositor. “Nós ficamos sempre muito felizes quando as pessoas ouvem as músicas e nos contam que entendem exatamente do que estamos falando, que já se sentiram da mesma forma e que reconheceram sua história contada por nós”, completa Gabriel.

Confira a tracklist do EP:
1 – olhos cansados

2 – tela azul

3 – maior

4 – pressa

5 – luzes

6 – alguem

7 – recomeço

A faixa foco escolhida é “olhos cansados”, que em breve ganhará um videoclipe lançado no canal da banda no Youtube. “É uma música sobre o dia seguinte. Enquanto os versos descrevem o passar pesado do dia seguinte após uma noite de insônia, o refrão lembra da noite em claro e termina em um grito por liberdade e paz de espírito. O instrumental se repete nos versos e cresce nos refrões e especialmente no fim da música, para conversar e desenvolver a mensagem que a letra passa”, conta o compositor Gabriel Scafi.

Sobre as expectativas acerca do lançamento do EP a banda comenta: “Nossa expectativa com o lançamento é levar a música para a maior quantidade de pessoas possível e que essas pessoas se reconheçam nos sentimentos e nas histórias que estamos contando. Queremos também viver o que a pandemia ainda não nos possibilitou: levar nossa música ao vivo para as pessoas em shows e festivais, conhecermos as pessoas que curtem nosso trabalho e nos conectarmos cada vez mais com elas.”

“o temporal” – Faixa a Faixa

  1. olhos cansados:

depois de algumas noites seguidas de insônia | olhos cansados | é uma música sobre o dia seguinte. Enquanto os versos descrevem o passar pesado do dia seguinte, o refrão lembra da noite em claro e termina em um grito por liberdade e paz de espírito. O instrumental se repete nos versos e cresce nos refrões e especialmente no fim da música, para conversar e desenvolver a mensagem que a letra passa.

  1. tela azul:

| tela azul | fala sobre expectativas, pesos que carregamos e a leveza de se descobrir ao nos libertarmos disso. A letra, o instrumental e a linha vocal expressam estes dois momentos diferentes, crescendo e construindo ao passar da música, incorporando cada vez mais vozes, instrumentos e energia até chegar no final.

  1. maior:

| maior | é uma música sobre o amor e suas imperfeições. O instrumental tem muita energia do início ao fim e tem muitas inspirações no Rock 2000, especialmente no ritmo acelerado e vocal sempre lá no alto. Ela foi a sétima (e última) música a ser escrita e o nome para ela foi inspirado na sonoridade que o álbum possui, que são os acordes com sétima maior. Nós pensamos: a sétima vai ser maior. A música foi criada para ser um rock que toca muito bem em qualquer festa e é com certeza uma das nossas favoritas de tocar.

  1. pressa:

| pressa | é uma música sobre se permitir ser feliz e sobre desacelerar ao invés de acompanhar o ritmo acelerado e a pressa que o mundo parece pedir. O ritmo do instrumental e o estilo das vozes passam este sentimento de desacelerar e olhar para dentro. O estilo do instrumental é o rock alternativo, com muitos climas e conversas entre instrumentos diferentes dentro da música.

  1. luzes:

| luzes | descreve um anoitecer observando a rua e a vida através da janela. A música passa por algumas reflexões de distância e solidão durante o período que vivemos da pandemia e tenta trazer uma perspectiva de encontrar a beleza nas coisas distantes e deixar o tempo tratar dos nossos medos. O instrumental da música passa esse clima de reflexão e tranquilidade.

  1. alguém:

| alguém | é sobre trazer alguém de volta de um momento difícil. O instrumental é bem carregado de sentimentos e a letra é uma conversa sobre se abrir quanto às próprias tristezas e dificuldades para alguém que acredita estar sozinho. A mensagem da música é a empatia, abertura e reconhecimento das dores alheias.

  1. recomeço:

| recomeço | é a música que resume o EP ao deixar tudo o que passou para trás e sair em busca de novos ares. É a música mais divertida de todas, com mais groove. A letra fala sobre enxergar o fim das coisas como uma oportunidade de recomeçar e encontrar novos sentidos. Instrumentalmente a música tem o que parece ser um fim e um recomeço, alterando completamente seu ritmo no final e crescendo para marcar o fim EP como o início dos nossos próximos passos.

Sobre o temporal
Formado por Gabriel Scafi, Guilherme Prado e Marcelo Feliciano, o trio de Campinas, São Paulo, encontrou na música voz para expressar os sentimentos e uma forma de aliviar o peso que carregam. Com estilo que une Rock Alternativo ao Indie, o temporal cria música para as pessoas se identificarem e para trazê-las mais perto umas das outras.

A trajetória da banda começou em 2021 com o lançamento dos singles “tela azul”, “maior” e “pressa”, que já rendem ao trio o temporal, a marca de 35 mil plays no Spotify.

Sobre Marã Música
Empresa especializada em Marketing e Relações Públicas, dentro do mercado da música, fundada em janeiro de 2018 na cidade de Jundiaí, no estado de São Paulo. Idealizada e gerenciada por Henrique Roncoletta, vocalista e compositor da banda NDK, a Marã Música atua na conexão de artistas com marcas e empresas, além de atuar também na gestão de imagem, carreiras, projetos, produções artísticas e eventos culturais.

Campinas

Bebê falhou no teste da orelhinha?

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Um estudo de Campinas com quase 9 mil bebês lembra que isso não é diagnóstico, mas exige acompanhamento

A pesquisa identificou 16 bebês com perda auditiva. Cinco deles não tinham nenhum fator de risco conhecido. O teste da orelhinha é rápido, indolor e feito ainda na maternidade. Um resultado alterado no teste não significa que o bebê tem perda auditiva, significa que ele precisa de uma segunda avaliação.

“A triagem auditiva neonatal é importante justamente porque não é possível identificar todos os bebês que podem apresentar perda auditiva apenas pela história da gestação, do parto ou pela presença de fatores de risco”, afirma a fonoaudióloga Elaine Soares, uma das autoras da pesquisa.

O estudo publicado no final de setembro de 2026 na revista científica internacional de otorrinolaringologia (especialidade que cuida de ouvido, nariz e garganta) International Archives of Otorhinolaryngology, foi conduzido com o objetivo principal de analisar os resultados e a eficácia de um programa de triagem auditiva neonatal universal (o “teste do orelhinha”) ao longo de um ano no Hospital Maternidade de Campinas.

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A pesquisa é assinada por Laura Franco Chiriboga, Karolina Pessote Sideri, Jonathan Grassi, Elaine Soares Monteiro Pinto e Luis Miguel Chiriboga Arteta.

Exame alterado não é diagnóstico
Vale ressaltar que “falhar” no teste não confirma perda auditiva. Significa que o bebê precisa de uma nova avaliação, o reteste, e, se necessário, de exames complementares com fonoaudiólogo e otorrinolaringologista.

“A falha na triagem demonstra a necessidade do diagnóstico audiológico completo, e, caso a deficiência auditiva seja confirmada, a reabilitação precisa ser iniciada com urgência para que as consequências da perda auditiva sejam atenuadas”, explica a Dra. Elaine.

O que as famílias devem fazer
Confirme que o teste da orelhinha foi feito antes da alta.

  • Se o resultado vier alterado, volte para o reteste e siga as orientações da equipe de saúde.
  • Se tiver dúvidas sobre a audição do bebê, mesmo que ele tenha passado no teste, converse com o pediatra.

O teste da orelhinha, tecnicamente chamado de triagem auditiva neonatal, serve para identificar precocemente sinais de perda auditiva. Por lei federal (Lei nº 12.303/2010), ele é obrigatório e gratuito, e deve ser feito, preferencialmente, antes da alta da maternidade ou ainda no primeiro mês de vida.

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Campinas

O humor e a inadequação são temas do módulo de novembro do Café Filosófico CPFL

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Com curadoria do escritor Claudio Thebas, encontros gratuitos propõem uma reflexão sobre pertencimento, diferença e o humor como forma de lidar com os desafios da vida. Gravações terão transmissão ao vivo pelo YouTube

O Café Filosófico CPFL inicia, em novembro, um novo ciclo de gravações presenciais em Campinas com o módulo “Elogio da inadequação – O humor como forma de vida”, com curadoria do educador e escritor Claudio Thebas. A proposta é discutir como a sensação de não pertencimento, tão presente na experiência humana, pode se transformar em potência criativa, autoconhecimento e novas formas de convivência.

O módulo convida o público a refletir sobre a inadequação não como um defeito a ser corrigido, mas como uma condição compartilhada que pode abrir caminhos para a escuta, a empatia e a construção de vínculos mais genuínos. O humor surge como ferramenta privilegiada nesse processo, ajudando a lidar com fragilidades, diferenças e desafios cotidianos.

A abertura acontece na quinta-feira, 5 de novembro, com a palestra “A Revolta dos Patinhos Feios – Como transformar sua inadequação em pertencimento”, conduzida pelo educador, escritor e palhaço Claudio Thebas e pelo psicanalista e professor da USP Christian Dunker.

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Partindo da figura simbólica do “patinho feio”, os convidados propõem uma conversa sobre os sentimentos de exclusão, estranhamento e inadequação que atravessam diferentes momentos da vida. A partir de perspectivas complementares, o encontro busca mostrar como o reconhecimento das diferenças pode fortalecer o senso de pertencimento e ampliar as possibilidades de conexão com os outros.

Claudio Thebas é educador, escritor e, sobretudo, palhaço. Reconhecido por seu trabalho voltado à transformação social por meio da ludicidade e da escuta, desenvolve iniciativas dedicadas à humanização dos ambientes corporativos e à promoção da saúde mental. Autor de diversos livros sobre relacionamentos e convivência, soma mais de um milhão de exemplares vendidos em diferentes países.

Christian Dunker é psicanalista, professor titular do Instituto de Psicologia da USP e um dos principais nomes da psicanálise brasileira. Coordenador do Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise da USP, é autor de diversas obras e vencedor de dois Prêmios Jabuti. Ao lado de Claudio Thebas, publicou o livro O palhaço e o Psicanalista – como escutar os outros pode transformar vidas.

No dia 12 de novembro, o artista e pesquisador Márcio Libar apresenta a palestra “Jamais serás quem tu não és – Por um ser humano impossível de substituir”. A partir de sua trajetória de mais de quatro décadas dedicadas à arte da palhaçaria e da metodologia que denomina Pedagogia da Vulnerabilidade, Libar propõe uma reflexão sobre aquilo que nos torna singularmente humanos em uma época marcada pelo avanço das inteligências artificiais e da automação. O encontro discute como autenticidade, fragilidade, presença e capacidade de criar vínculos podem se tornar diferenciais humanos insubstituíveis.

Já no dia 19 de novembro, o palhaço, músico e improvisador Álvaro Lages conduz a palestra “Pareando o Bluetooth: o poder subversivo do brincar”. Combinando histórias, música ao vivo e interação com a plateia, o convidado investiga o brincar como um estado de espírito capaz de romper com a lógica da produtividade permanente e da desconexão emocional. A partir de experiências pessoais e profissionais, Lages propõe uma reflexão sobre criatividade, presença e reconexão consigo mesmo, com o outro e com o mundo.

Encerrando o módulo, em 26 de novembro, a pesquisadora e artista Lia Rossi apresenta a palestra “A neurociência na arte da palhaçaria”. O encontro propõe um diálogo entre ciência e arte para compreender como processos ligados ao humor, à criatividade, à empatia e às emoções podem contribuir para a construção de relações mais humanas e autênticas.

As gravações do módulo acontecem às quintas-feiras, às 19h, no estúdio do Café Filosófico CPFL, no Instituto CPFL, em Campinas. Além da participação presencial, os encontros são transmitidos ao vivo pelo YouTube e, posteriormente, exibidos pela TV Cultura, ampliando o alcance das reflexões para diferentes públicos.

Um espaço para viver a experiência do Café Filosófico

Mais do que assistir a uma palestra, o público é convidado a vivenciar uma experiência de encontro, diálogo e troca de ideias. O Café Filosófico CPFL conta com cenário renovado, intérpretes de Libras e ambiente acessível e climatizado, além da condução da atriz Tainá Müller, que participa das conversas ao lado dos convidados e da plateia.

Após a transmissão ao vivo pelo YouTube, os encontros são exibidos pela TV Cultura aos domingos, às 20h, com reprise às quartas-feiras, à 1h, permanecendo também disponíveis no canal oficial do programa.

SERVIÇO

Programação:

05/11, quinta-feira, às 19h A Revolta dos Patinhos Feios – Como transformar sua inadequação em pertencimento Com Claudio Thebas e Christian Dunker

12/11, quinta-feira, às 19h Jamais serás quem tu não és – Por um ser humano impossível de substituir Com Márcio Libar

19/11, quinta-feira, às 19h Pareando o Bluetooth: o poder subversivo do brincar Com Álvaro Lages

26/11, quinta-feira, às 19h A neurociência na arte da palhaçaria Com Lia Rossi

Onde: Instituto CPFL – Rua Jorge de Figueiredo Corrêa, 1632 – Chácara Primavera – Campinas (SP)

Entrada: Gratuita, por ordem de chegada, a partir das 18h

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Campinas

Rota Mogiana inicia operação neste domingo com previsão de R$9,4 bilhões em investimentos

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Concessionária assume 520 quilômetros de rodovias no interior paulista em 1º de novembro; primeiros dois anos terão R$ 544,2 milhões em investimentos

A Rota Mogiana iniciou, neste domingo, 1º de novembro, a operação de 520 quilômetros de rodovias e acessos estaduais que interligam as regiões de Campinas, Ribeirão Preto e a divisa com o sul de Minas Gerais. A concessionária assume a malha com serviços operacionais de atendimento 24 horas, incluindo guinchos e socorro médico, e prevê, nos dois primeiros anos, intervenções de recuperação do pavimento, melhorias na sinalização, drenagem e iluminação viária, entre outras ações previstas nos programas de intervenções iniciais (PII) e de intervenções anuais (PAI). A nova concessão atende cerca de 2,3 milhões de habitantes de 22 municípios.

A partir do início da operação, a concessionária assume os serviços de atendimento aos usuários, conservação, manutenção e monitoramento das rodovias. A malha reúne 346 quilômetros anteriormente administrados pela Renovias e 174 quilômetros que estavam sob responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-SP).

Os motoristas terão à disposição atendimento 24 horas, com guinchos e socorro médico, além de uma estrutura de monitoramento por câmeras e Centro de Controle Operacional. Para solicitar atendimento, os usuários devem ligar gratuitamente para 0800-055-9696. Informações sobre a concessionária também estarão disponíveis no site www.rotamogiana.com.br.

Com investimentos previstos de R$ 9,4 bilhões ao longo dos 30 anos de concessão, a Rota Mogiana será responsável pela modernização da malha rodoviária. Nos dois primeiros anos, a empresa prevê investir R$ 544,2 milhões em intervenções como recuperação do pavimento, melhorias na sinalização e drenagem, manutenção de pontes e viadutos, adequação de defensas e iluminação viária. As ações seguirão o cronograma contratual, sob fiscalização da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).

Obras e melhorias
Ao longo da concessão, estão previstos 217 quilômetros de duplicações, 138 quilômetros de faixas adicionais e terceiras faixas e 86 quilômetros de novas vias marginais. O programa de investimentos contempla ainda 58 novas passarelas, 129 interseções, 24 obras de arte especiais, como pontes e viadutos, além da construção e adequação de 151 dispositivos de acesso.

Entre as principais intervenções estão as ampliações de capacidade na SP-340, entre Campinas e Mogi Guaçu, e na SP-350, entre Casa Branca, Itobi e São José do Rio Pardo. Também estão previstas duplicações em outros corredores estratégicos e a implantação do contorno viário de Águas da Prata.

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As melhorias abrangem ainda a infraestrutura para pedestres, ciclistas e passageiros do transporte coletivo, com 36,8 quilômetros de ciclovias e 135 pontos de ônibus. As ciclovias serão implantadas na SP-107, nos municípios de Artur Nogueira, Holambra, Jaguariúna e Santo Antônio de Posse, e na SP-342, em Águas da Prata.

Tarifas e benefícios aos usuários
O início da operação da Rota Mogiana não terá alteração nos valores das tarifas das nove praças de pedágio anteriormente administradas pela Renovias.

Em Jaguariúna, a tarifa permanece em R$ 8,80, valor resultante da redução de 50% aplicada em julho. Com a nova concessão, o sistema Ponto a Ponto será ampliado, e a tarifa reduzida continuará beneficiando todos os motoristas, sem necessidade de cadastro no antigo programa.

O contrato também prevê benefícios para usuários de TAG, como o Desconto Básico de Tarifa (DBT), que reduz em 5% o valor do pedágio, e o Desconto de Usuário Frequente (DUF), que oferece abatimentos de 10% da 11ª à 20ª passagem e de 20% a partir da 21ª, realizadas no mesmo mês, na mesma praça e no mesmo sentido, conforme as condições estabelecidas para o benefício.

A modernização da cobrança de pedágio ocorrerá gradualmente, com a implantação do sistema eletrônico Siga Fácil. Nos novos pontos, o início da cobrança estará condicionado à execução e comprovação das melhorias iniciais e à disponibilização dos serviços previstos em contrato, sob fiscalização da Artesp.

A concessão integra o programa de parcerias do Governo do Estado de São Paulo, coordenado pela Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI).

Atendimento aos usuários: 0800-055-9696 — ligação gratuita, 24 horas por dia.
Site: www.rotamogiana.com.br

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