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Jaguariúna

CPFL Santa Cruz estima que 2 mil clientes em Jaguariúna e Pedreira estão deixando de receber desconto em conta por falta de inscrição

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Levantamento da companhia aponta que beneficiados com ação por conta do Covid-19 poderia quase dobrar se os consumidores solicitassem o cadastro na Tarifa Social

Desde que passou a vigorar a Medida Provisória n° 950, que dá isenção da tarifa de energia – exceto taxas e impostos – entre 1 de abril a 30 de junho aos clientes enquadrados na Tarifa Social e com consumo mensal de até 220kWh, a CPFL Santa Cruz trabalha para que cada vez mais consumidores com baixa renda possam contar com o desconto na conta neste período de pandemia do novo coronavírus. Por isso, a companhia realizou um levantamento para estimar os possíveis consumidores que tem direito ao benefício e ainda não são cadastrados na modalidade da Tarifa Social.

Só na região de Itapetininga, o número de clientes com potencial é de quase 2 mil. Em Pedreira é que se encontra o maior número de clientes em potencial: 1.237. Em Jaguariúna, são 762 consumidores em condições.

Atualmente, nos dois municípios a distribuidora tem 1.398 clientes já aptos à isenção do pagamento de 100% da conta de energia para consumos mensais até 220kWh, entre abril e junho de 2020. O levantamento da empresa revela que outros 1.999 consumidores poderiam se encaixar na mesma prerrogativa e obter, por meio do benefício, um alívio nas contas neste momento e garantir descontos graduais depois.

Por meio de cruzamento de dados internos com o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), do Governo Federal, a CPFL Santa Cruz observou que o número de beneficiados pode quase dobrar se todos os que se enquadram nos requisitos se inscreverem e forem aprovados na categoria Tarifa Social.

“Esses dados nos mostraram que a medida pode contribuir para amenizar os impactos da pandemia para um número muito além das atuais 424 mil pessoas inscritas na tarifa social na área de concessão das distribuidoras do grupo CPFL Energia (CPFL Paulista, CPFL Piratininga, CPFL Santa Cruz e RGE)”, explica o Diretor Comercial da empresa, Rafael Lazzaretti.

Tarifa social
Para ser enquadrado na categoria como consumidor de baixa renda, o cliente precisa ter ganhos mensais per capita de, no máximo, meio salário mínimo e atender a pelo menos uma das condições listadas abaixo:

• NIS (cadastrado no Programa Bolsa Família) ou NB (cadastrado no BPC);

• Programa Bolsa Família (neste caso, informar o NIS – Número de Identificação Social);

• BPC (Benefício de Prestação Continuada) – neste caso, informar o NB (Número do Benefício);

• Família inscrita no “Cadastro Único” para Programas Sociais do Governo Federal, com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo nacional ou;

• Quem receba o Benefício da Prestação Continuada da Assistência Social – BPC, nos termos dos Art. 20 e 21 da Lei nº. 8742, de 7 de dezembro de 1993;

• Família inscrita no Cadastro Único com renda mensal de até três salários mínimos, que tenha portador de doença ou patologia cujo tratamento ou procedimento médico requeira o uso continuado de aparelhos, equipamentos ou instrumentos que, para o seu funcionamento, demandem consumo de energia elétrica;

• Família de Índios ou Quilombolas inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.

Caso se enquadre nos requisitos, deve também se cadastrar junto à distribuidora, por meio dos canais digitais, pelo site http://www.cpfl.com.br/baixarenda ou pelo aplicativo “CPFL Energia”. Basta informar os documentos e comprovantes solicitados.

Caso a pessoa com o benefício da Tarifa Social não seja o titular da instalação, é importante que ela faça o pedido sempre identificando o código do cliente (presente na conta de energia) do local onde mora, para que a CPFL possa conceder o benefício de forma adequada.

Jaguariúna

Hospital Municipal de Jaguariúna conquista Prêmio Paes Leme por combate à Covid

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Criado em 2000, o Prêmio Paes Leme é o mais antigo da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas (SMCC)

O Hospital Municipal Walter Ferrari, de Jaguariúna, conquistou o Prêmio Paes Leme, concedido pela Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas (SMCC), pela “dedicação honrosa” no combate à pandemia de Covid-19. O prêmio também é um reconhecimento ao trabalho dos profissionais de saúde do hospital.

“Esse prêmio vem enfatizar o excelente trabalho das equipes de saúde do Município no enfrentamento da Covid-19, às quais dedico essa conquista pelo empenho, carinho e dedicação de todos, que mesmo em meio ao desconhecido, à exaustão, não mediram esforços em prol de um atendimento digno a todos que necessitaram e necessitam do serviço”, diz a secretária de Saúde de Jaguariúna, Maria do Carmo de Oliveira Pelisão.

“Mais uma premiação de reconhecimento ao nosso trabalho. Parabéns a todos vocês que se dedicam ao nosso hospital”, comemora o presidente da Associação Santa Maria de Saúde (Asamas), Rene Pena Chaves Neto.

Prêmio

Criado em 2000, o Prêmio Paes Leme é o mais antigo da instituição. Todos os anos, ele homenageia empresas, personalidades, instituições ou programas sociais que se destacaram por suas contribuições para o bem-estar social ou para o exercício livre e ético da medicina em Campinas.

Os homenageados são selecionados pela diretoria da SMCC após uma criteriosa avaliação, que leva em conta a importância do trabalho desenvolvido a cidade.

O prêmio leva o nome do primeiro presidente da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas, o médico Dr. Francisco Betim Paes Leme, que dirigiu a entidade entre 1925 e 1926.

A homenagem e entrega dos troféus ocorrem na Cerimônia Especial de Premiação, quando também são divulgados os vencedores dos Prêmios Mérito Científico e Mérito Acadêmico. 

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Jaguariúna

Trabalhadores e produtores rurais aprendem técnicas de prevenção e combate de incêndios no campo

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A Prefeitura de Jaguariúna, por meio do Departamento de Agropecuária e Meio Ambiente, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), realizou nos dias 21 e 22 de junho o curso de Técnicas de Prevenção e Combate de Incêndio no Campo. O objetivo é que os trabalhadores e produtores rurais da cidade estejam preparados para enfrentar o período de estiagem, quando as condições climáticas aumentam o risco de ocorrência de incêndios florestais.

Durante o curso todos puderam aprender sobre quais os elementos necessários para o surgimento de incêndios, de que forma ocorre sua propagação no campo, os tipos de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) necessários, os riscos mais comuns de acidentes que uma pessoa pode estar exposta no combate a incêndio, e ainda, uma noção básica sobre primeiros-socorros.

Após ser passada a teoria, também foi realizada uma aula prática onde os participantes aprenderam a fazer os abafadores, aceiros e apagar princípios de incêndio, além de conhecer os tipos de ferramentas e equipamentos que podem ser utilizados para extinção do fogo, e quais os tipos de incêndios mais comuns que ocorrem.

Os efeitos das queimadas são desastrosos ao meio ambiente, agredindo o solo, poluindo o ar e influenciando diretamente na saúde pública, além de poderem colocar em risco patrimônios naturais e culturais.

Por isso, durante o curso, os alunos também receberam informações importantes que destacam que com a medida preventiva, o produtor rural deve adotar em sua propriedade a construção e a manutenção de aceiros de no mínimo três metros de largura, feito nas cercas de divisas da propriedade e nas cercas internas antes do período de estiagem.

De acordo com a secretaria de Meio Ambiente, o aceiro é ação obrigatória em toda propriedade rural, sendo a principal medida preventiva para se evitar a propagação de incêndios, evitando que as queimadas se propaguem, além de facilitar o acesso das equipes de combate ao foco do incêndio.

Caso uma queimada se inicie em um imóvel rural é dever do proprietário tomar as providências possíveis a fim de se apagar o fogo e evitar a propagação do mesmo causando novas queimadas.

A secretária de Meio Ambiente, Rita Bergamasco, alerta que os efeitos das queimadas são desastrosos ao meio ambiente. “Quando os incêndios ocorrem, o solo é agredido e o ar poluído. Isso influencia diretamente a saúde pública e poder colocar em risco patrimônios naturais e culturais. Por isso esse curso preventivo é muito importante”, disse a secretária.

QUEIMADAS SÃO PROIBIDAS EM JAGUARIÚNA
A prática de queimadas ou a omissão ou a ausência de ações preventivas dentro de uma propriedade rural enquadram-se como Crime Ambiental com possibilidade de reclusão além de multa.

Na área urbana do município as queimadas são proibidas pela Lei Municipal nº 2.223/2014. Pela legislação, é vedada a execução de queimadas parciais ou totais de materiais resultantes de limpeza de terrenos, varrição de passeios ou vias públicas, podas ou extrações ou qualquer outro material na zona urbana do município.

A lei municipal também obriga os proprietários de lotes vagos a mantê-los limpos, evitando a ocorrência de queimadas criminosas e a aglomeração de animais peçonhentos.

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Jaguariúna

Saúde realiza mutirão de oftalmologia no Centro de Especialidades Médicas

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A Secretaria de Saúde de Jaguariúna realiza a partir deste sábado, 25, o primeiro Mutirão para Consultas Oftalmológicas. Ao todo, devem ser atendidos 240 pacientes entre os dias 25 de junho e 30 de julho deste ano.

Segundo a secretaria, os atendimentos acontecerão sempre aos sábados, no Centro de Especialidades Médicas, localizado na Rua Pará, nº 181, no Jardim Fontanella, no período das 7h às 16h.

“É importante ressaltar que serão atendidos pacientes que já estão inseridos e aguardam na lista de espera e os que agendarem as consultas com antecedência. Não haverá atendimento por demanda espontânea”, explica a secretária de Saúde, Maria do Carmo de Oliveira Pelisão.

Essa é mais uma ação da Secretaria de Saúde para dar celeridade aos atendimentos reprimidos em decorrência da pandemia. A Saúde já realizou mutirões para atendimentos ginecológicos e, também neste sábado, realiza mais uma edição do Mutirão da Saúde incluindo atendimentos clínicos e pediátricos na UBS 12 de Setembro.

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