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Arq.Futuro reúne especialistas do High Line e GP+B para discutir o papel dos parques nas cidades contemporâneas

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Terceira edição do seminário acontece dia 14 de abril no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi, em Campinas, e aborda como áreas verdes vêm se consolidando como infraestrutura estratégica nas novas centralidades urbanas

Em um contexto em que as cidades buscam soluções para melhorar a qualidade de vida, enfrentar desafios climáticos e promover novas formas de convivência, os parques vêm ganhando protagonismo como parte essencial da infraestrutura. É a partir desse olhar que a terceira edição do seminário Arq.Futuro – Novas Centralidades Urbanas, que acontece no dia 14 de abril, em Campinas, reúne especialistas do Brasil e do exterior no Teatro Oficina do Estudante Iguatemi para discutir o papel das áreas verdes no desenvolvimento urbano. A programação gratuita e aberta ao público traz ao país, pela primeira vez, especialistas diretamente envolvidos na concepção e gestão de alguns dos projetos mais influentes do mundo contemporâneo.

Kira Strong
Entre os convidados internacionais estão Alan van Capelle, diretor executivo da Friends of the High Line, e Kira Strong, diretora sênior da High Line Network, ligados diretamente ao High Line, em Nova York — um dos exemplos mais emblemáticos de requalificação urbana das últimas décadas. Eles irão compartilhar a experiência do parque linear que transformou uma antiga linha férrea elevada em um dos espaços públicos mais visitados do mundo, impulsionando o desenvolvimento econômico e redefinindo a dinâmica de seu entorno.

Neil Porter
Destaque também para o arquiteto paisagista Neil Porter, do escritório britânico GP+B, reconhecido por projetos que integram natureza, espaço público e infraestrutura em diferentes cidades ao redor do mundo. Entre seus trabalhos mais emblemáticos estão o Diana, Princess of Wales Memorial Fountain, no Hyde Park, em Londres, o Parque Central de Valência e o OnE, parque ao redor da Torre Eiffel, que conectará diversos pontos turísticos de Paris, além de obras de grande escala que articulam mobilidade, espaço público e infraestrutura verde em metrópoles como Milão, Moscou e Singapura.

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Segundo Tomas Alvim, cofundador da plataforma Arq.Futuro e organizador do evento, o tema ganha relevância diante dos desafios atuais. “Os parques deixaram de ser apenas espaços de lazer e passaram a integrar a infraestrutura urbana. Em um cenário de crescimento populacional, pressão ambiental e desigualdade territorial, tornam-se instrumentos fundamentais de planejamento e desenvolvimento das cidades”, afirma.

Dividida em três mesas de discussão, a programação percorre diferentes dimensões do assunto. Ao longo do dia, o evento reúne nomes como a arquiteta e paisagista do Parque Figueira, Isabel Duprat, o diretor da Urbia Parques, Samuel Lloyd, o diretor executivo da Fundación Mi Parque, Juan Ignacio Díaz, além de lideranças e iniciativas ligadas ao ativismo ambiental e à transformação urbana, como Helio da Silva, Rafael Ribeiro e Francisco Cunha. Representantes do poder público, da iniciativa privada e do terceiro setor também participam dos debates, ampliando as perspectivas sobre o tema.

As duas primeiras edições do seminário, realizadas em 2024 e 2025 no mesmo local, reuniram, juntas, mais de 2 mil participantes e consolidaram o evento como um espaço relevante de debate sobre o futuro das cidades. Desde sua estreia, o encontro contou com nomes internacionais como Joshua Prince-Ramus e Alejandro Echeverri, além do urbanista Carlos Moreno, criador do conceito da “cidade de 15 minutos”, e de especialistas brasileiros e estrangeiros que apresentaram experiências concretas de transformação urbana.

A realização do evento em Campinas reforça a importância do debate fora dos grandes centros tradicionais, aproximando experiências internacionais de realidades brasileiras e ampliando a discussão sobre o papel das cidades médias na construção de modelos mais sustentáveis e inclusivos.

O seminário Arq.Futuro – Novas Centralidades tem patrocínio máster da Iguatemi S.A. e do bairro Casa Figueira, e apoio do Iguatemi Campinas e STB. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas de forma on-line, pelo link, até o preenchimento das vagas.

Programação

MANHÃ
8h – 9h – Credenciamento

Abertura
09h15 Tomas Alvim – Arq.Futuro
09h20 Carlos Jereissati – Iguatemi S.A.
9h25 Renato Nahas – FEAC
9h30 Dário Saadi – Prefeitura de Campinas

Mesa 1 — Gestão, Governança e Convivência
10h – 10h40 Alan van Capelle – Parque High Line
10h40 – 10h50 Carlos Jereissati – Parque do Povo
10h50 – 11h00 Isabel Duprat – Parque Figueira
11h15 – 12h15 Debate
Mediação: Tomas Alvim e Sabrina Fontenele

TARDE

Mesa 2 — Paisagem, Arquitetura e Infraestrutura em Parques Públicos
13h30 – 14h10 Neil Porter – Fonte Memorial de Diana, Hyde Park
14h10 – 14h20 Carolina Baracat – Secretaria de Urbanismo de Campinas
14h20 – 14h30 Samuel Lloyd – Parque Ibirapuera e Parque Villa-Lobos
14h30 – 14h40 Juan Ignacio Díaz – Fundación Mi Parque
14h45 – 15h45 Debate
Mediação: José Police Neto e Maria Rita Amoroso

Mesa 3 — Educação, Ativismo Ambiental e Transformação Urbana
16h – 16h10 Helio da Silva – plantador de árvores
16h10 – 16h20 Rafael Ribeiro – ONG formigas-de-embaúba
16h20 – 16h30 Francisco Cunha – Jardim do Baobá 16h30 – 16h40 Kira Strong – Parque High Line
17h – 18h Debate
Mediação: Eliana Silva e Lina Pimentel

Serviço
Seminário Arq.Futuro – Novas Centralidades Urbanas
Tema: Parques Urbanos
Data: 14 de abril de 2026
Horário: das 8h às 18h
Local: Teatro Oficina do Estudante Iguatemi – 3º piso do Shopping Center Iguatemi Campinas (Av. Iguatemi, 777 – acesso pelo P5 do Deck Parking)
Como participar: Inscrições gratuitas já podem ser realizadas, por este link, até o preenchimento das vagas.

Sobre Arq. Futuro
Criado em 2011, o Arq.Futuro é uma plataforma brasileira para discutir o futuro das cidades. Ao longo dos últimos anos, foram convidados pensadores proeminentes nos campos de Design, Arquitetura, Urbanismo, Economia, Saúde pública, entre outros setores, para trocar ideias sobre os caminhos coletivos em direção a espaços urbanos mais equitativos, inclusivos, ecológicos, inovadores e belos. Uma parceria firmada em 2019 com o Insper resultou no Laboratório Arq.Futuro de Cidades. Estruturado em núcleos temáticos, o Laboratório tem na interdisciplinaridade e na inovação a orientação para o ensino e a pesquisa sobre os desafios do desenvolvimento urbano, com a missão de contribuir para o impacto real na vida de sua população.

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Campinas

Bebê falhou no teste da orelhinha?

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Um estudo de Campinas com quase 9 mil bebês lembra que isso não é diagnóstico, mas exige acompanhamento

A pesquisa identificou 16 bebês com perda auditiva. Cinco deles não tinham nenhum fator de risco conhecido. O teste da orelhinha é rápido, indolor e feito ainda na maternidade. Um resultado alterado no teste não significa que o bebê tem perda auditiva, significa que ele precisa de uma segunda avaliação.

“A triagem auditiva neonatal é importante justamente porque não é possível identificar todos os bebês que podem apresentar perda auditiva apenas pela história da gestação, do parto ou pela presença de fatores de risco”, afirma a fonoaudióloga Elaine Soares, uma das autoras da pesquisa.

O estudo publicado no final de setembro de 2026 na revista científica internacional de otorrinolaringologia (especialidade que cuida de ouvido, nariz e garganta) International Archives of Otorhinolaryngology, foi conduzido com o objetivo principal de analisar os resultados e a eficácia de um programa de triagem auditiva neonatal universal (o “teste do orelhinha”) ao longo de um ano no Hospital Maternidade de Campinas.

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A pesquisa é assinada por Laura Franco Chiriboga, Karolina Pessote Sideri, Jonathan Grassi, Elaine Soares Monteiro Pinto e Luis Miguel Chiriboga Arteta.

Exame alterado não é diagnóstico
Vale ressaltar que “falhar” no teste não confirma perda auditiva. Significa que o bebê precisa de uma nova avaliação, o reteste, e, se necessário, de exames complementares com fonoaudiólogo e otorrinolaringologista.

“A falha na triagem demonstra a necessidade do diagnóstico audiológico completo, e, caso a deficiência auditiva seja confirmada, a reabilitação precisa ser iniciada com urgência para que as consequências da perda auditiva sejam atenuadas”, explica a Dra. Elaine.

O que as famílias devem fazer
Confirme que o teste da orelhinha foi feito antes da alta.

  • Se o resultado vier alterado, volte para o reteste e siga as orientações da equipe de saúde.
  • Se tiver dúvidas sobre a audição do bebê, mesmo que ele tenha passado no teste, converse com o pediatra.

O teste da orelhinha, tecnicamente chamado de triagem auditiva neonatal, serve para identificar precocemente sinais de perda auditiva. Por lei federal (Lei nº 12.303/2010), ele é obrigatório e gratuito, e deve ser feito, preferencialmente, antes da alta da maternidade ou ainda no primeiro mês de vida.

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Campinas

O humor e a inadequação são temas do módulo de novembro do Café Filosófico CPFL

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Com curadoria do escritor Claudio Thebas, encontros gratuitos propõem uma reflexão sobre pertencimento, diferença e o humor como forma de lidar com os desafios da vida. Gravações terão transmissão ao vivo pelo YouTube

O Café Filosófico CPFL inicia, em novembro, um novo ciclo de gravações presenciais em Campinas com o módulo “Elogio da inadequação – O humor como forma de vida”, com curadoria do educador e escritor Claudio Thebas. A proposta é discutir como a sensação de não pertencimento, tão presente na experiência humana, pode se transformar em potência criativa, autoconhecimento e novas formas de convivência.

O módulo convida o público a refletir sobre a inadequação não como um defeito a ser corrigido, mas como uma condição compartilhada que pode abrir caminhos para a escuta, a empatia e a construção de vínculos mais genuínos. O humor surge como ferramenta privilegiada nesse processo, ajudando a lidar com fragilidades, diferenças e desafios cotidianos.

A abertura acontece na quinta-feira, 5 de novembro, com a palestra “A Revolta dos Patinhos Feios – Como transformar sua inadequação em pertencimento”, conduzida pelo educador, escritor e palhaço Claudio Thebas e pelo psicanalista e professor da USP Christian Dunker.

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Partindo da figura simbólica do “patinho feio”, os convidados propõem uma conversa sobre os sentimentos de exclusão, estranhamento e inadequação que atravessam diferentes momentos da vida. A partir de perspectivas complementares, o encontro busca mostrar como o reconhecimento das diferenças pode fortalecer o senso de pertencimento e ampliar as possibilidades de conexão com os outros.

Claudio Thebas é educador, escritor e, sobretudo, palhaço. Reconhecido por seu trabalho voltado à transformação social por meio da ludicidade e da escuta, desenvolve iniciativas dedicadas à humanização dos ambientes corporativos e à promoção da saúde mental. Autor de diversos livros sobre relacionamentos e convivência, soma mais de um milhão de exemplares vendidos em diferentes países.

Christian Dunker é psicanalista, professor titular do Instituto de Psicologia da USP e um dos principais nomes da psicanálise brasileira. Coordenador do Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise da USP, é autor de diversas obras e vencedor de dois Prêmios Jabuti. Ao lado de Claudio Thebas, publicou o livro O palhaço e o Psicanalista – como escutar os outros pode transformar vidas.

No dia 12 de novembro, o artista e pesquisador Márcio Libar apresenta a palestra “Jamais serás quem tu não és – Por um ser humano impossível de substituir”. A partir de sua trajetória de mais de quatro décadas dedicadas à arte da palhaçaria e da metodologia que denomina Pedagogia da Vulnerabilidade, Libar propõe uma reflexão sobre aquilo que nos torna singularmente humanos em uma época marcada pelo avanço das inteligências artificiais e da automação. O encontro discute como autenticidade, fragilidade, presença e capacidade de criar vínculos podem se tornar diferenciais humanos insubstituíveis.

Já no dia 19 de novembro, o palhaço, músico e improvisador Álvaro Lages conduz a palestra “Pareando o Bluetooth: o poder subversivo do brincar”. Combinando histórias, música ao vivo e interação com a plateia, o convidado investiga o brincar como um estado de espírito capaz de romper com a lógica da produtividade permanente e da desconexão emocional. A partir de experiências pessoais e profissionais, Lages propõe uma reflexão sobre criatividade, presença e reconexão consigo mesmo, com o outro e com o mundo.

Encerrando o módulo, em 26 de novembro, a pesquisadora e artista Lia Rossi apresenta a palestra “A neurociência na arte da palhaçaria”. O encontro propõe um diálogo entre ciência e arte para compreender como processos ligados ao humor, à criatividade, à empatia e às emoções podem contribuir para a construção de relações mais humanas e autênticas.

As gravações do módulo acontecem às quintas-feiras, às 19h, no estúdio do Café Filosófico CPFL, no Instituto CPFL, em Campinas. Além da participação presencial, os encontros são transmitidos ao vivo pelo YouTube e, posteriormente, exibidos pela TV Cultura, ampliando o alcance das reflexões para diferentes públicos.

Um espaço para viver a experiência do Café Filosófico

Mais do que assistir a uma palestra, o público é convidado a vivenciar uma experiência de encontro, diálogo e troca de ideias. O Café Filosófico CPFL conta com cenário renovado, intérpretes de Libras e ambiente acessível e climatizado, além da condução da atriz Tainá Müller, que participa das conversas ao lado dos convidados e da plateia.

Após a transmissão ao vivo pelo YouTube, os encontros são exibidos pela TV Cultura aos domingos, às 20h, com reprise às quartas-feiras, à 1h, permanecendo também disponíveis no canal oficial do programa.

SERVIÇO

Programação:

05/11, quinta-feira, às 19h A Revolta dos Patinhos Feios – Como transformar sua inadequação em pertencimento Com Claudio Thebas e Christian Dunker

12/11, quinta-feira, às 19h Jamais serás quem tu não és – Por um ser humano impossível de substituir Com Márcio Libar

19/11, quinta-feira, às 19h Pareando o Bluetooth: o poder subversivo do brincar Com Álvaro Lages

26/11, quinta-feira, às 19h A neurociência na arte da palhaçaria Com Lia Rossi

Onde: Instituto CPFL – Rua Jorge de Figueiredo Corrêa, 1632 – Chácara Primavera – Campinas (SP)

Entrada: Gratuita, por ordem de chegada, a partir das 18h

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Campinas

Rota Mogiana inicia operação neste domingo com previsão de R$9,4 bilhões em investimentos

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Concessionária assume 520 quilômetros de rodovias no interior paulista em 1º de novembro; primeiros dois anos terão R$ 544,2 milhões em investimentos

A Rota Mogiana iniciou, neste domingo, 1º de novembro, a operação de 520 quilômetros de rodovias e acessos estaduais que interligam as regiões de Campinas, Ribeirão Preto e a divisa com o sul de Minas Gerais. A concessionária assume a malha com serviços operacionais de atendimento 24 horas, incluindo guinchos e socorro médico, e prevê, nos dois primeiros anos, intervenções de recuperação do pavimento, melhorias na sinalização, drenagem e iluminação viária, entre outras ações previstas nos programas de intervenções iniciais (PII) e de intervenções anuais (PAI). A nova concessão atende cerca de 2,3 milhões de habitantes de 22 municípios.

A partir do início da operação, a concessionária assume os serviços de atendimento aos usuários, conservação, manutenção e monitoramento das rodovias. A malha reúne 346 quilômetros anteriormente administrados pela Renovias e 174 quilômetros que estavam sob responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-SP).

Os motoristas terão à disposição atendimento 24 horas, com guinchos e socorro médico, além de uma estrutura de monitoramento por câmeras e Centro de Controle Operacional. Para solicitar atendimento, os usuários devem ligar gratuitamente para 0800-055-9696. Informações sobre a concessionária também estarão disponíveis no site www.rotamogiana.com.br.

Com investimentos previstos de R$ 9,4 bilhões ao longo dos 30 anos de concessão, a Rota Mogiana será responsável pela modernização da malha rodoviária. Nos dois primeiros anos, a empresa prevê investir R$ 544,2 milhões em intervenções como recuperação do pavimento, melhorias na sinalização e drenagem, manutenção de pontes e viadutos, adequação de defensas e iluminação viária. As ações seguirão o cronograma contratual, sob fiscalização da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).

Obras e melhorias
Ao longo da concessão, estão previstos 217 quilômetros de duplicações, 138 quilômetros de faixas adicionais e terceiras faixas e 86 quilômetros de novas vias marginais. O programa de investimentos contempla ainda 58 novas passarelas, 129 interseções, 24 obras de arte especiais, como pontes e viadutos, além da construção e adequação de 151 dispositivos de acesso.

Entre as principais intervenções estão as ampliações de capacidade na SP-340, entre Campinas e Mogi Guaçu, e na SP-350, entre Casa Branca, Itobi e São José do Rio Pardo. Também estão previstas duplicações em outros corredores estratégicos e a implantação do contorno viário de Águas da Prata.

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As melhorias abrangem ainda a infraestrutura para pedestres, ciclistas e passageiros do transporte coletivo, com 36,8 quilômetros de ciclovias e 135 pontos de ônibus. As ciclovias serão implantadas na SP-107, nos municípios de Artur Nogueira, Holambra, Jaguariúna e Santo Antônio de Posse, e na SP-342, em Águas da Prata.

Tarifas e benefícios aos usuários
O início da operação da Rota Mogiana não terá alteração nos valores das tarifas das nove praças de pedágio anteriormente administradas pela Renovias.

Em Jaguariúna, a tarifa permanece em R$ 8,80, valor resultante da redução de 50% aplicada em julho. Com a nova concessão, o sistema Ponto a Ponto será ampliado, e a tarifa reduzida continuará beneficiando todos os motoristas, sem necessidade de cadastro no antigo programa.

O contrato também prevê benefícios para usuários de TAG, como o Desconto Básico de Tarifa (DBT), que reduz em 5% o valor do pedágio, e o Desconto de Usuário Frequente (DUF), que oferece abatimentos de 10% da 11ª à 20ª passagem e de 20% a partir da 21ª, realizadas no mesmo mês, na mesma praça e no mesmo sentido, conforme as condições estabelecidas para o benefício.

A modernização da cobrança de pedágio ocorrerá gradualmente, com a implantação do sistema eletrônico Siga Fácil. Nos novos pontos, o início da cobrança estará condicionado à execução e comprovação das melhorias iniciais e à disponibilização dos serviços previstos em contrato, sob fiscalização da Artesp.

A concessão integra o programa de parcerias do Governo do Estado de São Paulo, coordenado pela Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI).

Atendimento aos usuários: 0800-055-9696 — ligação gratuita, 24 horas por dia.
Site: www.rotamogiana.com.br

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