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Cervejaria artesanal Quinta do Malte comemora 10 anos com lançamento de modelo de franquia

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São bares, containers, quiosques e veículo com investimento inicial a partir de R$32.500. Em 15 dias já foi aberta a primeira franquia

A Quinta do Malte, única cervejaria artesanal localizada na Estância Hidromineral de Socorro, no Circuito das Águas Paulista, comemora 10 anos no mercado com o lançamento de franquia, como estratégia de crescimento e expansão da marca. “Com essa nova situação de mercado provocada pela pandemia, enxergamos a franquia como um canal de vendas mais efetivo”, afirma o gestor de franquia da cervejaria, Carlos Navajas. “Temos a marca estabelecida e a credibilidade do mercado, isso nos permite avançar com segurança”, completa.

O projeto inaugural prevê um crescimento para cidades de até 150 km de Socorro – além da Baixada Santista e Grande São Paulo – o que engloba a capital paulista e Campinas, por exemplo. Estão à disposição quatro modelos de negócio que incluem bar, van, dois containers e três quiosques. “Todos carregam o nosso conceito de produzir e servir cerveja artesanal unindo tradição, criatividade e modernidade”, diz Antonio de Pádua Junior, sócio da Quinta do Malte.

O investimento inicial mínimo – que inclui taxa de franquia, montagem e equipamentos; construção, obra e licenças; snack e enxoval – é de R$32.500. “O baixo investimento no início e rápido retorno, garante uma boa oportunidade de negócio para pessoas que, na atual situação, precisam encontrar trabalho e fontes seguras de renda”, explica Navajas.

Com o slogan “Ganhe dinheiro tomando cerveja e fazendo amigos”, o objetivo é atrair investidores que apreciem cerveja artesanal, a marca e administrem o negócio com paixão e pelo prazer de fazer novas amizades. O modelo de negócio é viável e tem tudo para acompanhar o crescente consumo de cerveja artesanal: em 15 dias, já foi aberta a primeira franquia, em um posto de gasolina, na cidade de Socorro, e que está com as vendas acima das primeiras expectativas. A cervejaria já está em negociação com cerca de 60 interessados.

Outro diferencial é que todos os modelos de negócio da franquia – com exceção da van que é apenas customizada – são fabricados dentro da própria Quinta do Malte, pela Galpão 21, uma unidade de produção de móveis e objetos de decoração de estilo industrial, pertencente a cervejaria. Seguindo a tradição artesanal, são produzidos com material e sobras de obras que seriam destinados ao descarte. A reutilização de materiais é uma forma que a cervejaria encontrou para contribuir com a preservação da natureza.

Na contra mão da maioria das empresas, mas com um fôlego encontrado ao explorar pontos de venda, a cervejaria investe. “Para colocar em prática o processo de franquia, houve um alto investimento na adequação de processos internos de distribuição e marketing e na contratação de profissionais qualificados”, conta Junior.

Modelo de Négocio
O quiosque pequeno é ideal para quem procura um negócio com baixo investimento e retorno rápido. Ao vender apenas chope (em copos ou growlers) e snacks, é muito fácil de operar. Por ser compacto (quase 20 m² aberto), pode ser colocado em pequenos espaços. O investimento inicial total é de R$ 32.519. Já o quiosque médio, além da torre de chope, traz uma geladeira para cervejas artesanais e outra para refrigerantes, sucos, chás e água. É compacto (24,12 m² aberto), e de fácil operação. O investimento inicial total é de R$ 40.574. O quiosque grande, embora com tamanho reduzido (28,5 m² aberto), é um bar completo: torre de chope, uma geladeira de cervejas artesanais, uma geladeira com refrigerantes, sucos, chás e água, uma chapa para hambúrguer, fritadeira, coifa e freezer para estoque. Um grande negócio para pequenos espaços. O investimento inicial total é de R$ 71.483.

O container beer é um bar completo: torre de chopp, duas geladeiras – uma de cervejas artesanais e outra para refrigerantes, sucos, chás e água -, chapa para hambúrguer, fritadeira, coifa e freezer para estoque. Agrega banheiros masculino e feminino. Aberto, ocupa uma área de 22,27 m². Neste caso, o investimento inicial total é de R$ 108.867. Já o container beer tap traz um painel inovador com 8 a 10 torneiras instaladas, para que o próprio cliente se sirva. Em cada torneira, um painel controla o consumo de chope, que é descontado em um cartão pré-carregado do cliente. Há, também, uma estação para preparo de drinques, chapa, fritadeiras e geladeiras. Com 22,27 m². aberto, tem banheiros masculino, feminino e acessível e o investimento inicial é de R$ 150.809.

Outra opção é o Empório & Bar, com um projeto visual com apelo industrial / retrô, que se torna um polo de atração para clientes de alto nível, descolados, com estilo de vida moderno e engajado. São pessoas que procuram um chope e uma cerveja de altíssima qualidade, em ambiente que traduz perfeita integração entre bom gosto e identidade com a marca. Por ser uma montagem/reforma feita em imóvel existente, os custos de obra sofrerão variações de acordo com o tamanho do imóvel, o estado de conservação e nível de acabamento desejado pelo franqueado. Para efeito de cálculo preliminar, estima-se o valor de R$1.200 a R$2.000 o m² de obra civil de bom nível, sem considerar equipamentos e taxas.

O Beer Car é uma van que leva os produtos da Quinta do Malte para os clientes. Trabalha com toda a linha de cervejas e growlers para atender residências, conveniências, padarias e comércio em geral para venda imediata. “É a famosa venda porta a porta, mas de forma moderna e eficiente”, explica o sócio. Como opcional, o veículo pode ter torneiras adaptáveis para servir chope em copos nos fins de semana em eventos, na ruas, etc. Pode ser montada em vans novas ou usadas, com no máximo três anos de uso.

O investimento inicial total é de R$108.500. A previsão de retorno do investimento em todos os casos é entre 18 e 24 meses.

Quinta do Malte – Fundada de 2010, a cervejaria – instalada em meio à natureza – produz uma linha de cervejas e chopes artesanais com uma das melhores águas do país. Além disso, utiliza processos que garantem uma bebida de sabor único e exclusivo. O resultado é um produto artesanal, “feito com arte e paixão” em um ambiente predominantemente de “ferro e fogo”, como gostam de enfatizar.

São Paulo

Vítima fatal de salto de rope jump em Limeira é identificada

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Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, publicou registros momentos antes do acidente fatal na Ponte do Esqueleto. Seis pessoas foram detidas.

Foi identificada como Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, a jovem que morreu no trágico acidente durante a prática de rope jump na manhã de sábado, 13, na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo. Moradora de Jandira (SP) e professora de Educação Física, ela compartilhou nas redes sociais seus últimos momentos no local pouco antes da fatalidade.

Em sinal de luto, a academia onde Maria Eduarda trabalhava informou que não abriria as portas neste sábado, prestando homenagem à profissional, que era querida por colegas, alunos e amigos.

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O acidente aconteceu em uma estrutura de aproximadamente 40 metros de altura, conhecida na região pela prática de esportes radicais. Imagens que circulam nas redes sociais mostram que a jovem foi impulsionada para o salto sem estar conectada ao sistema de segurança, provocando desespero entre as pessoas que acompanhavam a atividade ao perceberem a falha.

A morte de Maria Eduarda gerou grande comoção e levantou questionamentos sobre os protocolos de segurança adotados durante a prática do rope jump. O caso repercute em todo o país e mobiliza autoridades e especialistas.

Até o momento, seis pessoas — cinco homens e uma mulher — foram detidas e permanecem na Delegacia de Limeira, onde prestam depoimento sobre a organização da atividade. Os investigados deverão esclarecer a sequência de procedimentos que antecederam o acidente.

A Polícia Civil segue apurando as circunstâncias da tragédia e trabalha para identificar eventuais responsabilidades criminais. O caso continua em investigação e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das diligências.

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São Paulo

Painel do TCE e Palco Conexões são algumas das novidades do 9º Conexidades

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O 9º Conexidades 2026, realizado entre os dias 15 e 19 de junho em Campos do Jordão, terá na programação debates voltados à eficiência da gestão municipal e um dos destaques é o painel “Planejamento, emendas e consórcios: o papel do Tribunal de Contas na eficiência da gestão municipal”.

A discussão reúne representantes do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, como o vice-presidente Dimas Ramalho, o conselheiro-corregedor Marco Aurélio Bertaiolli e o conselheiro Carlos Cézar. A mediação será conduzida por Willians Kester, diretor jurídico da União dos Vereadores do Estado de São Paulo.

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O painel propõe uma análise técnica sobre instrumentos de planejamento, aplicação de emendas parlamentares e a atuação de consórcios públicos, com foco no papel fiscalizador e orientador do Tribunal de Contas na administração municipal.

Cultura para todos
Além da agenda institucional, o evento trará outra novidade: o Palco Conexões, instalado no piso Araucária do Campos Hall. O espaço terá programação cultural paralela com três apresentações diárias, incluindo atividades musicais e gastronômicas, além do lançamento do livro do ex-Secretário de Turismo, Roberto Lucena.

O Conexidades é aberto para o público geral e reúne gestores públicos, parlamentares, empresários e especialistas para discutir soluções práticas voltadas aos desafios dos municípios brasileiros. Além dos painéis há ainda o Pavilhão dos Municípios, que neste ano contará com mais de 120 estandes.

O 9º CONEXIDADES é uma realização da Multiplicidades, tendo Campos do Jordão como cidade anfitriã. A curadoria do evento é da UVESP, Conexão Municipalista e Projeto Cidade. O evento conta com o patrocínio da Monte Carlo Multipropriedade, Sebrae, Valid, Itaú, Grupo Terracom, Sabesp e Prodesp; copatrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo do Brasil; apoio educacional do SENAC e da FDE; além do apoio da CDHU, Detran-SP, Metrô de São Paulo, Governo do Estado de São Paulo, Banco do Brasil e Governo do Brasil.

Serviço

9º Conexidades

Data: 15 a 19 de junho de 2026

Local: Campos Hall – Campos do Jordão

Para mais informações e programação completa acesse: www.conexidades.com.br.

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São Paulo

Com café do Circuito das Águas, agro de São Paulo soma 11 Indicações Geográficas reconhecidas pelo INPI

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Nesta terça-feira (9), CATI lança publicação técnica que visa fortalecer o reconhecimento de IGs no estado

São Paulo mais do que dobrou o número de Indicações Geográficas (IGs) reconhecidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) nos últimos três anos. Em 2023, eram sete certificações; atualmente, o estado conta com 15, sendo 11 relacionadas ao agro. A mais recente delas foi a Indicação de Procedência (IP) dos cafés produzidos no Circuito das Águas Paulista, região que abrange os municípios de Águas de Lindóia, Amparo, Holambra, Jaguariúna, Lindóia, Monte Alegre do Sul, Pedreira, Serra Negra e Socorro.

Parte desse aumento no número de IGs é creditado às ações de extensão rural da Diretoria de Assistência Técnica Integral (CATI), que apoia produtores e organizações locais na estruturação e no fortalecimento de cadeias produtivas com potencial para reconhecimento. Visando fortalecer ainda mais esse trabalho, o órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) lança hoje (9) o e-book “CATI Responde 67”.

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Disponível para download gratuito no site da CATI, a publicação “Indicação Geográfica: Valorização de produtos e serviços com qualidade e identidade cultural” é direcionada a produtores rurais, associações e cooperativas de produtos ou serviços que possuem forte identidade local/regional ou características diferenciadas associadas ao território ou ao “saber-fazer”. Esses pontos são essenciais para a obtenção do registro de IG por IP ou Denominação de Origem (DO).

A IP de uma Indicação Geográfica reconhece o nome de um país, cidade, região ou localidade que se tornou conhecido como centro de produção, fabricação ou extração de determinado produto. Já a DO vai além e exige que as características e qualidades do produto sejam essencialmente ou exclusivamente atribuídas ao meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos.

De acordo com a Associação dos Produtores de Cafés Especiais do Circuito das Águas Paulista (Acecap), responsável pela IG da região, seu registro pode ser futuramente convertido em Denominação de Origem, após estudos específicos e cumprimento das exigências legais e normativas.

Segundo a socióloga Marcia Moraes, que integra a Comissão de Indicação Geográfica da CATI, esses selos agregam valor e contribuem com um melhor posicionamento no mercado.

“No processo de obtenção de uma Indicação Geográfica, a SAA/CATI atua em duas frentes: orientações na organização da produção/serviços, fase de preparação da documentação necessária para o pedido de análise; e análise dos documentos e expedição do Instrumento Oficial de Delimitação Geográfica. As fases posteriores são efetuadas pelo INPI”, informa Marcia.

IGs do agro paulista

Até 26 de maio de 2026, o Brasil contabilizava 173 IGs, somando 130 IPs – 129 nacionais e uma estrangeira – e 43 DOs, sendo 33 nacionais e dez estrangeiras. Abaixo, confira a lista dos selos relacionados ao agronegócio paulista:

As outras quatro IGs do estado são de Birigui (calçado infantil), Franca (calçados), Porto Ferreira (cerâmica artística) e Taubaté (figuras modeladas em argila).

Para baixar o “CATI Responde 67 – Indicação Geográfica: Valorização de produtos e serviços com qualidade e identidade cultural”, clique aqui.

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