Holambra
Crise se enfrenta com união, associativismo, trabalho e criatividade
Com o apoio da ACE Holambra, setores produtivo, comercial, industrial e de serviços do município precisaram se reinventar para superar os efeitos da pandemia e se fortalecer nessa retomada
Março de 2020. Data que marca o início de um pesadelo global com a decretação pela Organização Mundial da Saúde do estado de pandemia devido ao vírus da Covid-19. Era o começo de um drama para o mundo e de incertezas gigantescas sobre tudo o que viria a acontecer a seguir. A rígida política de isolamento social adotada impactou de forma ampla toda a cadeia produtiva, afetando a indústria, o comércio e os demais setores, além de fazer estragos imensos no mercado de trabalho de forma geral.
Mas a história ensina que toda crise também traz oportunidades e novas estratégias, iniciativas e soluções costumam surgir nos momentos desafiadores movidos pela necessidade de recuperar o que foi perdido. Holambra pode se orgulhar de ser um grande exemplo dessa resiliência e de como a força criativa e a garra de seus empreendedores têm sido o impulso para a cidade atravessar um momento tão conturbado saindo ainda mais fortalecida dele.
No início da pandemia, a economia de Holambra amargou perdas milionárias com o fechamento do comércio, cancelamento de eventos, a paralisação do turismo e a queda brusca e repentina nas vendas de flores que atingiu em cheio tanto os produtores como todos que direta ou indiretamente dependem desse grandioso e pujante mercado do qual a cidade é a grande estrela. Mas como não há mal que dure para sempre, o sol aos poucos foi voltando a brilhar, novas oportunidades de negócios foram surgindo e hoje é possível dizer que o ponto chave para essa virada foi a incrível união de forças.
“A pandemia trouxe uma nova forma de trabalho às empresas e acelerou tendências que já estavam despontando nesse universo, como por exemplo: vendas pela internet através de aplicativos e whatsapp, a grande maioria delas teve que se adaptar e se reinventar. A cooperação mútua foi o grande mote dessa pandemia, os empresários tiveram que fortalecer relações e o consumidor local teve papel fundamental nessa questão, uma vez que, consumindo na cidade de Holambra, manteve a sobrevivência das empresas locais e os postos de trabalho”, analisa o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Holambra (ACE), Ronaldo Graat.
Mesmo com toda a dificuldade durante a pandemia, a cidade viu a abertura de novos empreendimentos em vários segmentos, sendo que muitos deles já retomaram seu crescimento. Conforme aponta a gerente executiva da ACE Holambra, Suzi Celegatti, ao longo desta retomada, a entidade tem exercido um papel crucial no apoio e na assistência aos comerciantes e empresários do município, tendo surtido um grande efeito todo o trabalho de orientação no enfrentamento à crise.
“Elaboramos materiais de orientações, instruções e dicas que foi distribuída a todos os associados, fizemos a intensificação da campanha ‘Compre no comércio local’ estimulando o fortalecimento e a manutenção dos postos de trabalho; realizamos uma série de treinamentos online nos mais diversos segmentos, estimulamos as vendas virtuais, fortalecemos a parceria com a FACESP – Federação das Associações Comerciais de SP – e com o poder público através da Prefeitura Municipal de Holambra, reivindicando ações que pudessem, naquele momento, auxiliar e colaborar com os empreendedores na manutenção do seu negócio e analisando as melhores soluções e alternativas visando sempre o cuidado com a saúde e também ampliamos a orientação para facilitar o acesso ao crédito”, enumera a gestora.
Os resultados falam por si e têm sido extremamente satisfatórios, comprovando mais uma vez o poder, a força e a pujança do associativismo.
ACE HOLAMBRA – HÁ 29 ANOS FORTALECENDO O EMPREENDEDORISMO
A Associação Comercial e Empresarial (ACE Holambra) foi fundada em 16 de agosto de 1993, inicialmente como Aciah – Associação Comercial, Industrial e Agrícola da Estância Turística de Holambra, tendo surgido menos de dois anos após a emancipação político-administrativa do município, num reflexo da reestruturação experimentada por Holambra naquele período.
A entidade foi criada por empresários e empreendedores diante da necessidade de união e de fortalecimento das categorias que movimentam a economia da cidade até os dias atuais, especialmente o comércio, indústria, agricultura e prestadores de serviços.
Com o acelerado desenvolvimento do município, atualmente as necessidades e demandas dos empresários são diferentes e ainda mais complexas e desafiadoras, estando muito mais ligadas à inovação, capacitação e qualificação dentro dos diversos segmentos estabelecidos no município.
Entre as principais missões e serviços a que a ACE Holambra se propõe diariamente a realizar pelo crescimento e desenvolvimento dos associados e do município de maneira geral, destacam-se:
Manter os associados atualizados das novas tendências no ambiente empresarial e comercial;
Agregar valor aos serviços da entidade que são oferecidos aos empresários;
Fomentar o associativismo;
Capacitar, orientar e desenvolver as empresas e seus parceiros e colaboradores;
Representar a classe empresarial, atuando de forma proativa em defender, orientar e lutar pelos interesses das empresas associadas, além de proporcionar ações que promovam o desenvolvimento econômico do setor – comércio, indústria, produção rural e prestadores de serviços – estimulando a integração entre os empresários, o município e entidades e a busca constante pela satisfação dos sócios, através da prestação de serviços com credibilidade e excelência;
Tornar a entidade reconhecida, no âmbito público e privado, gerando serviços e produtos inovadores que irão trazer competitividade às empresas, tornando-se uma organização de excelência, geradora e divulgadora de conhecimentos ao possibilitar múltiplas e relevantes aprendizagens para pessoas e organizações, consolidando a cultura empreendedora no âmbito de sua atuação;
Representar a classe empresarial junto à cidade e nas esferas estadual e federal, além de fazer parcerias com outras entidades, com o objetivo de disponibilizar informações e recursos aos associados;
Ser uma extensão das empresas, alavancar o comércio, indústria, produção rural e prestadores de serviços, apoiando e dando suporte com serviços de qualidade. Tornar-se uma referência aos associados como modelagem de integridade, com ética profissional e humana, construindo relações de trabalho, com o objetivo de crescer em parceria com os sócios.
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Holambra
Holambra promove Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente no dia 25
A Prefeitura de Holambra, por meio do Departamento Municipal de Promoção Social e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), promove no dia 25 de setembro a Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. O evento será realizado das 8h30 às 13h, no Salão da Terceira Idade, localizado na Rua Muscaris, nº 99, no bairro Morada das Flores.
De acordo com a diretora municipal de Promoção Social, Viviane Furgeri, a conferência será um espaço de participação, diálogo e construção coletiva, com o objetivo de ouvir diferentes perspectivas, compartilhar experiências e discutir propostas relacionadas à garantia de direitos de crianças e adolescentes no município.
Podem participar representantes de entidades, integrantes do poder público e demais moradores interessados em contribuir com o debate e com a construção de políticas públicas voltadas à infância e à adolescência.
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Viviane explica que a participação da comunidade é fundamental para que as políticas públicas estejam cada vez mais próximas das necessidades de crianças, adolescentes e suas famílias. “A Conferência é um momento importante de escuta, diálogo e participação. Queremos reunir diferentes setores da sociedade para discutir as necessidades da infância e da adolescência e construir propostas que contribuam para o fortalecimento das políticas públicas e para a garantia de direitos”, destacou.
Serviço:
Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
Data: 25 de setembro de 2026
Horário: das 8h30 às 13h
Local: Salão da Terceira Idade
Endereço: Rua Muscaris, nº 99 – Morada das Flores – Holambra
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Holambra
Expoflora deve movimentar R$ 200 milhões e impulsionar economia em raio superior a 100 km de Holambra
A 43ª Expoflora, maior exposição de flores e plantas ornamentais da América Latina, deve receber cerca de 280 mil visitantes ao longo de seus 16 dias de programação, em Holambra (SP), e movimentar aproximadamente R$ 200 milhões na economia regional, segundo estimativa dos organizadores.
A movimentação vai além do consumo realizado dentro da festa. O fluxo de visitantes, profissionais, fornecedores e empresas envolvidos no evento distribui seus efeitos por uma ampla cadeia econômica, em Holambra e em outros municípios da região.Segundo Laura Santi, da Agência de Desenvolvimento do Circuito das Águas Paulista (ADECAP), turismo e eventos influenciam, direta ou indiretamente, cerca de 47% das atividades econômico-empresariais. Além dos segmentos mais evidentes, como hotéis, restaurantes e transporte, entram nessa cadeia comércio, indústria, vestuário, artesanato, serviços e fornecedores. “O dinheiro do turista alimenta os parceiros da Expoflora, a cidade de Holambra e inúmeras outras cidades de seu entorno”, afirma.
Demanda por hospedagem ultrapassa Holambra
Em dias de maior movimento, a Expoflora chega a receber cerca de 20 mil visitantes, público superior à população inteira de Holambra, que tinha 15.094 habitantes no Censo 2022 do IBGE. A dimensão desse fluxo ajuda a explicar por que os efeitos da festa sobre a hospedagem ultrapassam os limites do município. Embora parte do público faça viagens de bate e volta, a estrutura hoteleira de Holambra não absorve sozinha a demanda dos visitantes que permanecem na região, que se distribui por cidades da Região Metropolitana de Campinas e do Circuito das Águas Paulista.
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A Expoflora também interfere na sazonalidade turística da região. Setembro seria tradicionalmente um período de menor movimento, mas a realização da festa amplia a procura por hospedagem ao atrair visitantes de diferentes regiões do país.
Um recorte desse efeito aparece nos números do Campinas e Região Convention & Visitors Bureau. Segundo o diretor executivo da entidade, Fernando Vernier, o aumento da demanda em setembro representa uma projeção de aproximadamente R$ 6,2 milhões adicionais no fluxo de hospedagem apenas entre os hotéis associados ao Convention, que, juntos, somam cerca de 13,5 mil leitos. A conta não inclui a hotelaria de outras cidades fortemente impactadas pela Expoflora, especialmente no Circuito das Águas.
Em Serra Negra, esse impacto também é percebido diretamente na hotelaria. Segundo Cibele Dib, presidente da Associação dos Hotéis e Restaurantes de Serra Negra (Ashores), durante o período da Expoflora a ocupação dos hotéis da cidade registra aumento de aproximadamente 15% em relação à média anual. Parte importante dessa procura vem de grupos turísticos e agências de viagens que organizam roteiros de três a quatro dias, incluindo a Expoflora e outros destinos da região.
Esses roteiros costumam combinar Holambra com cidades como Serra Negra, Águas de Lindóia, Monte Sião e Pedreira, ampliando o tempo de permanência dos visitantes e distribuindo o consumo por hotéis, comércio, bares, restaurantes e outros estabelecimentos.
R$ 150 por visitante por dia em alimentação
A alimentação é outro componente importante dessa movimentação. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes da Região Metropolitana de Campinas (Abrasel RMC) estima em R$ 150 por visitante, por dia, o gasto médio com refeições e bebidas em bares e restaurantes. Esse consumo acontece tanto em Holambra quanto nas cidades onde o público circula ou se hospeda.
Cerca de 7 mil postos de trabalho dentro da Expoflora
Segundo os organizadores, somente as operações realizadas dentro do recinto da Expoflora mobilizam cerca de 7 mil postos de trabalho diretos e indiretos, distribuídos entre equipes do evento, expositores, restaurantes, fornecedores e demais empresas envolvidas em sua realização.
Um exemplo da dimensão desse movimento é o Grupo Casa Bela. Segundo Pablo Schoemaker, CEO do grupo e presidente do Conselho Municipal de Turismo (Comtur) de Holambra, a operação da empresa mais que dobra durante a Expoflora. São contratadas cerca de 150 pessoas adicionais para as operações dentro da festa, número quase equivalente ao total de profissionais mantidos normalmente pelas empresas do grupo fora do evento, na cidade de Holambra.
O impacto também aparece no faturamento: para o Grupo Casa Bela, a Expoflora representa aproximadamente 10% de todo o faturamento anual.
Um impacto que não cabe apenas nos números
Parte do resultado da Expoflora, porém, não aparece diretamente nas contas de faturamento. Ao atrair visitantes de diferentes estados e ampla exposição na imprensa e nas redes sociais, o evento também projeta o nome de Holambra nacionalmente e estimula novas visitas ao município ao longo do ano.
“A exposição de Holambra durante esse período aumenta bastante, de forma que nosso município se tornou conhecido no Brasil inteiro. Essa projeção nacional ajuda a criar desejo e trazer visitantes também em outras épocas do ano”, afirma Schoemaker. Para ele, a festa também reforça pelo turismo outro importante motor econômico do município: a produção de flores e plantas.
“A Expoflora vai além do seu período aberto ao público. A atividade econômica se aquece em Holambra e em toda a região, injetando recursos de fora de nossa região dentro de nossa microeconomia”, resume. “A projeção da Expoflora leva o nome de Holambra para todo o País e assim se alimenta o desejo daqueles que buscam conhecer a nossa cidade.”
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Holambra
Veiling Holambra aposta em experiências e tendências para movimentar setor de flores
A mais completa feira de negócios da floricultura nacional reúne 166 produtores nos dias 10 (das 8h às 17h) e 11 de setembro (das 8h às 14h) e apresenta novidades para a Primavera, Finados, Natal e Réveillon
Flores e plantas deixam de ser apenas produtos nas prateleiras e ganham novos espaços, usos e experiências no 32º Veiling Market, que será realizado nos dias 10 e 11 de setembro, na Cooperativa Veiling Holambra. Considerada a mais completa feira de negócios da floricultura nacional, a edição deste ano reúne 166 produtores e foi montada para aproximar compradores das novidades do mercado e, ao mesmo tempo, mostrar como flores e plantas podem ganhar novas formas de apresentação e comercialização. A proposta é que o visitante saia da feira não apenas com pedidos de compra, mas também com ideias que possam ser aplicadas no próprio negócio.
Desta forma, a 32ª edição terá três atrações que se complementam: negócios, informação e inspiração, com as flores e plantas no centro de uma experiência que pretende mostrar não apenas o que o mercado está vendendo, mas também como ele poderá seguir vendendo no futuro. Por isso, a programação combina exposição e negócios com palestras, demonstrações práticas e ambientes criados especialmente para apresentar novas ideias. “Mais do que antecipar compras para os períodos de maior procura, o Veiling Market é realizado para mostrar o que está mudando no comportamento do consumidor e como o varejo pode acompanhar essas transformações”, explica Thamara D’Angieri, gerente de Marketing e Produto da Cooperativa Veiling Holambra.
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O evento recebe compradores de todo o Brasil, entre representantes de Ceasas e Ceagesp, redes de supermercados e de autosserviço, garden centers, floriculturas e profissionais do setor, como decoradores e floristas. Além de conhecer lançamentos e tendências para a Primavera, Finados, Natal e Réveillon, eles poderão negociar diretamente com os produtores. Para alguns expositores, a participação no evento representa uma venda significativa, já que a maior parte dos produtores chega a comercializar entre 70% e 80% da produção do segundo semestre durante a feira.
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Floricultura e garden centers
Uma das novidades este ano é a Florê, uma floricultura criada especialmente para a feira. O espaço reúne flores de corte, presentes, arranjos e um café para mostrar que uma loja de flores pode oferecer mais do que produtos e criar uma experiência de compra. A ideia é apresentar ao visitante diferentes possibilidades de exposição, composição e atendimento que possam ser adaptadas às floriculturas. O consumidor, nesse modelo, é convidado a permanecer no ambiente, descobrir produtos e estabelecer uma relação mais próxima com as flores. A mesma lógica aparece no Garden Veiling, que reproduz um garden center dentro da feira. Flores, plantas, vasos, acessórios e outras possibilidades de comercialização são reunidos em um único ambiente. O espaço também mostra como esses estabelecimentos vêm ampliando sua oferta, incorporando produtos e serviços, a fim de transformar a visita em um programa para toda a família.
“Temos um programa de tendências dentro da cooperativa em que mostramos o que está acontecendo com flores e plantas no Brasil e em diversos outros países. Quando falamos em variedade, inovação, hibridação, exposição e comportamento de consumo, visitamos floriculturas também fora do Brasil e captamos essas informações”, informa Thamara. Segundo ela, a proposta da feira é trazer essas referências para a realidade brasileira. “Por isso, nesta edição, desenvolvemos uma floricultura onde nossos visitantes poderão vivenciar essa experiência, entrar em uma loja, ver a exposição de flores, descobrir o que mais ela pode agregar ao negócio e ter ideias para uma jornada diferenciada, além de um garden center para mostrar como esses estabelecimentos estão inovando e, além de flores e plantas, inclusive oferecendo produtos para pet shop e acessórios.”
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A Vitrine de Tendências, com curadoria do pesquisador Dr. Hélio Junqueira, é outro ponto de atenção desta edição. O espaço abriga uma mostra de arte floral contemporânea, com arranjos biofílicos (composições que valorizam a conexão com a natureza por meio de flores, folhagens, galhos, plantas e outros elementos naturais) e referências às rocalhas (elementos paisagísticos formados principalmente por pedras e rochas, presentes nos jardins românticos). A proposta dá continuidade ao trabalho de apresentar referências que ajudam a interpretar os movimentos da floricultura e do paisagismo, conectando inovação, comportamento de consumo, estética e novas formas de utilização de flores e plantas. Já o espaço “Respire e sinta o verde” aposta em uma experiência imersiva para mostrar como as plantas podem transformar ambientes e sensações. A proposta é trazer as flores e plantas associadas à qualidade do ar e ao bem-estar em uma bolha inflável transparente para que os visitantes conheçam as plantas classificadas com esse conceito e que contribuem para a remoção ou retenção de substâncias que podem evaporar de tintas, vernizes, ceras, colas, solventes e produtos de limpeza e até compostos químicos presentes no ar.
Palestras e experiências
A programação combina demonstrações práticas e conteúdos que podem ser aplicados diretamente por floristas, decoradores e profissionais do varejo. No Palco Univeiling serão apresentadas as palestras “Pesquisa de Consumo” (pesquisador Dr. Hélio Junqueira e Jorge Possato, CEO da CVH), “Marketing que Vende: Influência e Experiência na Jornada do Cliente” (Cadu Bispo, executivo na área de negócios digitais) e “Da Experiência à Gestão: Como Construir uma Floricultura Desejada” (Sybelle, da Floricultura Alexia Angels). No Espaço Experiência, Paulo Perissoto ensinará a preparar buquês para presentear; Tanus Saab apresentará técnicas e ideias para a criação de arranjos de jardim e Karina Saab dará dicas sobre confecção de buquês de noiva.
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