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“Operação Casa Limpa” do Ipem-SP analisa produtos de limpeza em laboratório

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Fiscais verificaram álcool etílico, alvejantes, amaciantes, cera líquida, desinfetantes, espiral metálico, lava louças, lava roupas, limpador de uso geral, óleo de eucalipto, e tira mancha em pó

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, que tem como objetivo promover a confiança nas relações de consumo, realizou na terça-feira, 13, a “Operação Casa Limpa” para análise do peso e quantidade dos produtos pré-medidos utilizados na limpeza doméstica. As perícias foram realizadas nos laboratórios da capital, Bauru, Campinas, e São Carlos, com acompanhamento de representantes das empresas fiscalizadas, previamente convidados a presenciar os exames.

Ao todo foram verificados 20 produtos, sendo 15 (75%) aprovados. Acesse a planilha com os itens fiscalizados https://www.ipem.sp.gov.br/images/pdf/IpemSPOpCasaLimpa13082024.pdf

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Os produtos verificados foram álcool etílico, alvejantes, amaciantes, cera líquida, desinfetantes, espiral metálico, lava louças, lava roupas, limpador de uso geral, óleo de eucalipto, e tira mancha em pó.

As empresas autuadas têm dez dias para apresentar defesa ao órgão. De acordo com a lei federal 9.933/99, as multas podem chegar a R$ 1,5 milhão.

Dicas do Ipem-SP

  • O consumidor deve ficar atento na indicação quantitativa dos produtos pré-embalados, denominados pré-medidos, que devem constar no rótulo, em cor contrastante à que lhe servir de fundo;
  • O peso da embalagem deve ser descontado do peso do produto;
  • Não se engane com indicações do tipo “tamanho família”, pois embalagens de tamanhos iguais podem conter quantidades diferentes.

No site www.ipem.sp.gov.br, além de informações sobre toda a legislação metrológica e da qualidade vigentes no país, estatísticas de fiscalização, orientações ao cidadão e empresários, o interessado pode levantar detalhes das ações diárias do instituto.

Ipem-SP
O Ipem-SP é uma autarquia vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania do Governo do Estado de São Paulo que atua em apoio à Cidadania e ao Desenvolvimento Econômico. Fortalecendo o desenvolvimento, o diálogo, e a dignidade no estado de São Paulo, é reconhecido como ICT (Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação). A instituição promove a IQ (Infraestrutura da Qualidade) fornecendo suporte às empresas e apoio ao cidadão nas áreas da avaliação da conformidade, na metrologia, na vigilância de mercado e no atendimento às normas técnicas compulsórias. Na vigilância de mercado, o Ipem-SP atua na fiscalização metrológica de instrumento de medição usados nas relações de consumo, como bombas medidoras de combustíveis, balanças e taxímetros, e das quantidades fornecidas de produtos embalados, inclusive, os que compõem a cesta básica, entre outros. Na vigilância da qualidade, são fiscalizados 540 tipos de produtos regulamentados, como brinquedos, materiais escolares, componentes automotivos, entre outros, assim como produtos têxteis, entre eles, roupas, itens de cama, mesa e banho.

A Ouvidoria do Ipem-SP está à disposição do cidadão para dúvidas ou denúncias, se houver desconfiança sobre práticas de comercialização, produtos ou serviços. Os canais de comunicação são o telefone 0800 013 05 22, de segunda a sexta, das 8h às 17h, o e-mail [email protected], e nossa página www.ipem.sp.gov.br

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Artur Nogueira

Prefeitura de Artur Nogueira abre inscrições para edital da Política Nacional Aldir Blanc

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Capacitação gratuita orientará artistas e agentes culturais na elaboração de projetos para participação no edital

A Prefeitura de Artur Nogueira, por meio da Secretaria de Cultura, está com inscrições abertas para o edital da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), que irá selecionar projetos culturais para receber recursos federais destinados ao fortalecimento da cultura no município.

As inscrições seguem abertas até o dia 3 de julho e são destinadas a artistas, artesãos, músicos, produtores culturais, coletivos, grupos e demais agentes culturais que atendam aos requisitos previstos no edital.

Para auxiliar os interessados na elaboração das propostas, a Secretaria de Cultura promoverá a oficina gratuita “Da Ideia ao Projeto”.

A capacitação será realizada em dois encontros, nos dias 26 e 30 de junho, às 20h, no Centro Cultural Tom Jobim. Durante a oficina, os participantes receberão orientações sobre a elaboração de projetos culturais, preenchimento dos formulários, elaboração de orçamento, cronograma e demais etapas previstas no edital.

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Após a elaboração dos projetos, os interessados deverão entregar a documentação exigida no Centro Cultural Tom Jobim, durante o horário comercial, até o dia 3 de julho, além de cumprir os demais requisitos estabelecidos no edital.

Com a iniciativa, a Secretaria de Cultura busca ampliar o acesso dos agentes culturais aos recursos da Política Nacional Aldir Blanc e fortalecer a produção cultural em Artur Nogueira.

SERVIÇO
Edital da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB)
Inscrições: até 3 de julho
Entrega da documentação: Centro Cultural Tom Jobim (horário comercial)

Oficina “Da Ideia ao Projeto”
Datas: 26 e 30 de junho
Horário: 20h
Local: Centro Cultural Tom Jobim
Participação gratuita

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Brasil

Novo tratamento não hormonal aprovado pela Anvisa controla fogachos associados à menopausa

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Ainda sem preço e data de lançamento no mercado, o medicamento fezoniletanto apresentou resultados satisfatórios em estudos clínicos realizados com mais de 3 mil mulheres

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou um tratamento não hormonal para controlar ondas de calor e suores noturnos, sintomas associados à menopausa. “Esta é a melhor notícia do ano tanto para as mulheres que estão na perimenopausa, período de transição que antecede a menopausa, quanto na pós-menopausa”, afirma o mastologista Daniel Buttros, pesquisador em estilo de vida e câncer de mama, obesidade e síndrome metabólica e presidente da Comissão de Comunicação da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM). Apesar do aval da Anvisa, o especialista reforça que ainda não há definição de preço nem data oficial de lançamento da nova droga no mercado brasileiro.

Os principais incômodos da menopausa, decorrentes da paralisação na produção de hormônios femininos pelos ovários, são ondas de calor, suores frios, alterações de humor e também do sono. Os fogachos afetam cerca de 80% das mulheres entre 40 e 65 anos e têm duração mediana de 7,4 anos. Em algumas situações podem persistir por uma década ou mais, comprometendo atividades diárias, qualidade do sono e de vida.

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O declínio do hormônio estrogênio, como explica Daniel Buttros, tem repercussão nos circuitos cerebrais que regulam a temperatura corporal, gerando os chamados sintomas vasomotores, ou ondas de calor.

“O cérebro tem uma área termorreguladora. Nesse centro, a via neuronal que estimula o calor se chama neuroquinina. A substância que age para inibi-lo é justamente o estrogênio, hormônio que as mulheres na menopausa não produzem mais”, explica o mastologista da SBM. “Sem a produção de estrogênio, a neuroquinina reina e vêm as ondas de calor.”

Na falta do estrogênio, o tratamento clássico é a terapia de reposição hormonal. “Aqui nos deparamos com algumas situações. Nem todas as mulheres podem fazer reposição e também há aquelas que não querem a terapia hormonal”, destaca. “Além disso, até hoje os tratamentos que existiam para inibir os fogachos não eram eficazes. Resolviam um pouco do problema, mas com efeitos colaterais.”

O medicamento não hormonal, efetivo para inibir as ondas de calor e com registro aprovado pela Anvisa, é o fezoniletanto. Desenvolvido pelo laboratório Astellas Farma, vai chegar ao mercado com o nome de Veoza. A nova droga atua no sistema nervoso, limitando manifestações vasomotoras.

A avaliação da Anvisa considerou três estudos clínicos sobre o fezoniletanto que envolveram mais de 3 mil participantes. Os resultados apontam que em doses diárias os comprimidos de 45 mg reduziram significativamente a frequência das ondas de calor e/ou suores noturnos.

A dosagem ministrada em 4 semanas levou à redução de 55% da frequência dos sintomas vasomotores. Em 12 semanas, o estudo revelou resultados ainda melhores: 64%. Como evidência, considerou-se que o medicamento diminuiu a intensidade média dos sintomas vasomotores para níveis leves a moderados.

Entre os benefícios adicionais, observados na quarta e na décima segunda semanas, mulheres que fizeram uso da nova droga apresentaram melhora na qualidade do sono, diminuição no comprometimento das atividades diárias e do trabalho e ganhos em qualidade de vida.

Embora a medicação ainda não esteja disponível nas farmácias brasileiras, o mastologista Daniel Buttros alerta para cuidados no uso do Veoza. “As mulheres que vão fazer o tratamento precisam ter em mente que a avaliação das enzimas hepáticas por meio de exame de sangue é fundamental”, afirma. Isso porque o medicamento pode aumentar essas enzimas, que são marcadores de lesões no fígado. “Desta forma, é preciso dosar as enzimas hepáticas antes e durante o tratamento com o Veoza.”

Sobre o preço do medicamento ao consumidor, o especialista lembra que ainda não há valor definido para comercialização no Brasil. “Mas adianto que não estará ao alcance de todas as mulheres, o que vai exigir esforços das sociedades médicas para ampliar o acesso da população a um tratamento que pode proporcionar significativo bem-estar na menopausa”, conclui Daniel Buttros.

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Cultura

Seu pet sente frio? Especialista esclarece os principais mitos e verdades no inverno

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Médica-veterinária da UniFAJ alerta para cuidados com a saúde de cães e gatos na época mais fria do ano

O inverno chegou no último domingo, 21, mas as baixas temperaturas já desembarcaram há algumas semanas em diversas regiões pelo Brasil. Cenário que acende uma luz de alerta quanto a saúde dos pets, o que aumenta ainda mais as dúvidas dos tutores sobre como deixar o animal de estimação protegido do frio.

Será que eles de fato passam frio? Vale a pena colocar uma roupinha para esquentar? Existem vacinas que possam protegê-los das temidas doenças de inverno?

A médica-veterinária e docente do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ), Dra. Aline Ambrogi, salienta que existem muitos mitos nesse período, mas uma verdade é que as baixas temperaturas trazem grandes riscos à saúde dos pets, o que requer atenção redobrada dos tutores.

“Assim como os humanos, cães e gatos podem desenvolver doenças respiratórias causadas por vírus e bactérias. Em cães, a mais conhecida é a traqueobronquite infecciosa canina, também conhecida como ‘tosse dos canis’. Ela acomete principalmente as vias aéreas superiores e pode apresentar sintomas como: secreção nasal, febre, engasgos e, em casos mais graves, pneumonias”, alerta.

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“Entre os felinos, a mais comum é a rinotraqueíte, conhecida como gripe felina. É uma enfermidade que acomete o trato respiratório dos gatos, podendo apresentar sinais como espirros, secreção nasal e lesões oculares”, complementa Aline.

A médica-veterinária da UniFAJ alerta ainda para pets portadores de doenças articulares, como artrose, displasia coxofemoral e artrites. Gatos idosos também podem ter agravamento das dores.

“No inverno, é comum que os felinos fiquem mais preguiçosos e passem mais tempo dormindo. Esse comportamento pode fazer com que utilizem a caixa de areia com menos frequência, favorecendo a retenção de urina e fezes. Como também costumam se exercitar menos nessa época, há maior chance de ganho de peso”, explica.

Mito ou verdade: como proteger meu pet do frio?

Vacinas protegem contra doenças

Verdade! Existem vacinas que ajudam a proteger contra alguns dos principais agentes envolvidos, reduzindo a gravidade da doença, como a vacina da gripe para cães e as vacinas múltiplas para cães e gatos.

Meu pet é peludo, por isso não sente frio

Mito! Embora possuam mecanismos naturais de proteção, cães e gatos também sentem frio. Os pelos ajudam no isolamento térmico, mas não tornam os animais imunes ao frio. Filhotes, idosos, animais magros, doentes e aqueles com pelagem curta costumam sofrer mais com as baixas temperaturas.

Um cão pode ter mais frio se for tosado

Verdade! Após a tosa, especialmente em épocas frias, alguns cães podem perder parte dessa proteção natural e sentir mais frio. Por isso, o tipo e a época da tosa devem ser avaliados individualmente.

É só colocar uma ‘roupinha’…

Mito! Nem todos os cães necessitam de roupas. Raças com pelagem densa e dupla camada costumam tolerar bem o frio. Já cães de pequeno porte, idosos, filhotes, animais magros ou de pelagem curta podem se beneficiar do uso de roupas adequadas e confortáveis.

A fome vai aumentar

Verdade! Em alguns casos, o organismo pode aumentar o gasto energético para manter a temperatura corporal, elevando o apetite. No entanto, animais que ficam menos ativos durante o inverno podem não apresentar esse aumento de consumo.

Aquele ‘chazinho’ para esquentar

Mito! Chás não são recomendados aos pets, sem que haja orientação de um médico-veterinário. Isso porque as plantas utilizadas podem ser tóxicas para cães e gatos. O mais recomendado, para manter o animal aquecido, é ofertar caldos próprios para pets, sem sal e temperos.

Piso gelado, animal com frio

Verdade! O contato com superfícies frias geralmente não causa lesões diretas nas patas, mas pode gerar desconforto e favorecer a perda de calor corporal, principalmente em filhotes, idosos e animais debilitados. Disponibilizar camas, mantas e locais protegidos é importante.

Banho no inverno faz mal para cães e gatos

Mito! O banho não faz mal quando realizado de forma adequada. O problema não é o banho em si, mas a exposição ao frio antes que o animal esteja completamente seco. Prefira dar banho em horários mais quentes do dia, utilize água morna, seque bem a pelagem com toalha e secador (quando o animal tolera) e evite correntes de ar após o procedimento.

Sobre a especialista

Dra. Aline Ambrogi é médica-veterinária, docente do curso de Medicina Veterinária e supervisora da clínica de Pequenos Animais do Hospital Veterinário do Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ). Pós-graduada em Clínica Médica e em Cirúrgica de Pequenos Animais, é também mestre em Ciência Animal (USP – FMVZ – SP).

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