Brasil
Defensoria Pública da Paraíba abre concurso com salários de até R$5,1 mil
Seleção oferece 20 vagas para cargos de níveis médio e superior, além de formação de cadastro de reserva. Inscrições seguem até 13 de novembro (sexta-feira), pelo site da Fundação Carlos Chagas
Estão abertas as inscrições do concurso público da Defensoria Pública do Estado da Paraíba (DPE-PB) para os níveis médio e superior, totalizando 20 vagas, além de formação de cadastro de reserva. Organizado pela Fundação Carlos Chagas (FCC), o certame tem remunerações iniciais de R$4.042,50 para o cargo de nível médio e de R$ 5.197,50 para os cargos de nível superior.
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As oportunidades contemplam o cargo de Técnico da Defensoria, de nível médio, e diferentes especialidades de Analista da Defensoria, de nível superior. Entre as áreas estão Assistente Jurídico, Auditor Interno, Desenvolvimento de Sistemas, Psicologia, Serviço Social, Suporte e Infraestrutura de Redes e Segurança da Informação.
Como participar
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do Portal do Candidato no site da Fundação Carlos Chagas, até às 23h59 do dia 13 de novembro (horário de Brasília).
O valor da inscrição é de R$ 103 para o cargo de nível médio e de R$ 123 para os cargos de nível superior. O pagamento deverá ser realizado por boleto bancário até 16 de novembro de 2026, respeitando o horário bancário.
Para o cargo de Técnico da Defensoria – Sem Especialidade, é exigido certificado de conclusão do ensino médio ou de curso profissionalizante com habilitação regular de ensino médio, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC).
Em relação aos cargos de Analista da Defensoria, os requisitos variam conforme a especialidade. A função de Assistente Jurídico exige graduação em Direito; Auditor Interno aceita formação superior em Contabilidade, Direito, Economia ou Administração; Desenvolvimento de Sistemas, Suporte e Infraestrutura de Redes e Segurança da Informação exigem graduação em Tecnologia da Informação. Para Psicólogo e Assistente Social, é necessário ter formação na área correspondente e registro no respectivo órgão de classe. Já o cargo de Analista da Defensoria – Sem Especialidade aceita diploma de nível superior em qualquer área de formação. Os requisitos devem ser comprovados no ato da posse.
Provas
O concurso será composto por prova objetiva para todos os cargos e prova discursiva de redação para as funções de nível superior. As avaliações estão previstas para 28 de fevereiro de 2027, em João Pessoa (PB). O teste para o cargo de nível médio será aplicado no período da manhã, enquanto as avaliações para os cargos de nível superior ocorrerão à tarde.
Para Técnico da Defensoria – Sem Especialidade, a prova objetiva terá 60 questões de múltipla escolha, sendo 20 de conhecimentos gerais e 40 de conhecimentos específicos. A duração será de três horas.
Os cargos de Analista da Defensoria terão prova objetiva também com 60 questões, distribuídas entre 20 de conhecimentos gerais e 40 de conhecimentos específicos, além de uma prova discursiva de redação. A duração total prevista é de quatro horas. As questões objetivas terão cinco alternativas cada, e as avaliações terão caráter eliminatório e classificatório. Os conteúdos programáticos estão detalhados no edital.
O concurso prevê reserva de vagas para pessoas com deficiência, candidatos negros, indígenas, quilombolas, integrantes de comunidades tradicionais e pessoas trans, conforme as regras específicas estabelecidas no edital.
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Brasil
Ypê celebra marcos que contribuem para as transformações do sabão no Brasil
Trajetória da Ypê acompanha a evolução do produto no Brasil, unindo legado familiar, inovação e eficiência
No dia 24 de outubro é celebrado o Dia Nacional do Sabão, data criada e registrada pela ABISA – Associação Brasileira de Produtos de Higiene & Limpeza e Afins, no ano de 2011, a fim de convidar os brasileiros a olharem para a história de um produto essencial à higiene e à rotina de todos. Para a Ypê, essa trajetória se confunde com a própria origem: fundada em 1950 por Waldyr Beira, em Amparo, no interior de São Paulo, a companhia se consolidou a partir da fabricação pioneira do primeiro sabão em barra glicerinado e semi translúcido, em escala industrial, e, ao longo de mais de sete décadas, ampliou seu portfólio e incorporou novas tecnologias sem abrir mão da qualidade como princípio.
Esse pioneirismo transformou uma iniciativa familiar em uma operação industrial com alcance nacional e internacional. Inicialmente concentrada no interior paulista, a distribuição dos produtos da Ypê chegou a diferentes regiões do Brasil e, hoje, alcança mais de 15 países da América Latina, África, Ásia e Oriente Médio. A convicção do fundador: “Nossa melhor propaganda é a qualidade”, registrada artesanalmente nas barras e nas caixas enviadas aos clientes, permanece como um dos pilares da companhia e se reflete na preferência dos consumidores: atualmente, a marca está presente em 96,3% dos lares brasileiros.
“A história da Ypê começou com um produto simples, necessário à vida cotidiana, e com a determinação de fazer bem-feito. Ao longo das gerações, nossa família procurou preservar esse compromisso e, ao mesmo tempo, preparar a empresa para evoluir. Celebrar mais de sete décadas de negócio, com constância e relevância no mercado, é reconhecer o caminho percorrido e a responsabilidade de continuar inovando para atender às pessoas a partir do que elas mesmas apontam como necessidade. A visão para tudo o que criamos parte da escuta do consumidor”, afirma Waldir Beira Júnior, CEO da Ypê.
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E é a partir do acolhimento de uma série de demandas, que a evolução do sabão também se expressa na ampliação das fórmulas, no desempenho e até no rendimento dos produtos. A Ypê expandiu sua atuação para 23 categorias e mais de 450 produtos, entre itens para limpeza da casa e cuidados pessoais. No segmento de lava-roupas em pó, a Tixan é a expressão das etapas dessa transformação. A marca é líder em volume no mercado de sabão em pó desde janeiro de 2025, de acordo com a Pesquisa Nielsen Retail Index, e a segunda mais escolhida pelos brasileiros de todo o país, conforme ranking Brand Footprint Brasil 2026.
“O Dia Nacional do Sabão é uma oportunidade para reconhecer a trajetória de empresas que ajudaram a construir a história da higiene e da limpeza no Brasil. A Ypê é um exemplo dessa contribuição. Histórias como essa reforçam a relevância da indústria de saneantes, um setor essencial para a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida da população brasileira.” afirma Zoé Morés, Executiva de Relacionamento e Parcerias da ABISA.
Inovação no sabão em pó
Lançado nos anos 2000, no segundo semestre de 2026, o Tixan XMAX anunciou novo posicionamento e incorporou tecnologia baseada em biotecnologia enzimática e passou a oferecer uma solução que ajuda a remover as bolinhas formadas nas fibras das roupas em até oito lavagens, mantendo rendimento de até 28 lavagens. A inovação acompanha uma mudança nas expectativas dos consumidores, que buscam não apenas limpeza, mas também praticidade, eficiência, cuidado com a durabilidade das peças.
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A demanda evolução também envolve a forma como os produtos são desenvolvidos e fabricados. A agenda de sustentabilidade da Ypê prioriza melhorias na operação industrial, na eficiência energética, no uso da água e nas embalagens, com foco em reduzir impactos na origem. Em 2025, a companhia reduziu em 31% as emissões diretas de gases de efeito estufa (Escopo 1) e reaproveitou mais de 6,1 mil metros cúbicos de água. No mesmo período, 100% do consumo de eletricidade foi lastreado por certificados internacionais de energia renovável (I-REC).
“Inovar também significa repensar processos para produzir com mais eficiência e reduzir impactos desde a origem. Nossa escala industrial nos dá a oportunidade de avançar em temas como descarbonização, circularidade e uso responsável da água, conectando desenvolvimento de produtos e evolução da operação”, afirma Gustavo de Sousa, diretor de Pesquisa & Desenvolvimento e Sustentabilidade da Ypê.
Hoje, com mais de 7.300 colaboradores e presença em diferentes regiões do país, a Ypê mantém sua origem brasileira e seu DNA familiar. Waldir Beira Júnior dá continuidade ao trabalho iniciado por seu pai, Waldyr Beira, ao lado de outros membros da família, enquanto a terceira geração se prepara para perpetuar o legado. A trajetória da companhia mostra como um produto tradicional pode acompanhar mudanças tecnológicas e de consumo — mantendo a qualidade como ponto de partida e a inovação como caminho para o futuro.
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Brasil
Avanço da IA muda perfil profissional e aumenta pressão por regras nas empresas
Estudo do Top Employers mostra que 32% das empresas certificadas Top Employers no Brasil já testam práticas de IA responsável e aponta governança e supervisão humana como desafios da nova fase
A corrida pela inteligência artificial entrou em uma nova etapa. Depois de conquistar espaço como ferramenta para produzir textos, analisar dados e automatizar tarefas, a tecnologia avança para sistemas capazes de coordenar processos, tomar decisões e executar etapas inteiras do trabalho com menor intervenção humana. A mudança, que reacendeu entre as próprias empresas de tecnologia o debate sobre segurança, controle e supervisão, começa a produzir uma segunda discussão dentro das companhias: quais decisões podem ser delegadas à IA e quais precisam continuar necessariamente sob responsabilidade de pessoas?
No Brasil, esse movimento encontra um mercado que experimenta a tecnologia em ritmo acelerado. Dados do Top Employers Institute, em recorte brasileiro da HR Best Practices Survey 2026, mostram que 32% das empresas certificadas analisadas no país estão em fase piloto de práticas de inteligência artificial responsável, ante 23% globalmente. O recorte brasileiro também revela uma atenção particularmente ligada à produtividade: 39% das organizações destacam o potencial da IA para ampliar a capacidade da força de trabalho, frente a 27% no cenário global.
Os números complementam o estudo Designing work for the age of agentic AI, divulgado neste ano pelo instituto. O levantamento reúne dados e insights de 2.358 organizações participantes da HR Best Practices Survey 2026, pesquisa que embasa a certificação Top Employers em diferentes países, e analisa uma mudança que vai além da adoção de novas ferramentas: a passagem para a chamada IA agêntica, formada por sistemas capazes de executar objetivos com supervisão humana limitada e, em alguns casos, coordenar diferentes agentes para cumprir tarefas complexas.
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Para Raphael Henrique, gerente regional para a América Latina do Top Employers Institute, o momento brasileiro combina disposição para experimentar com a necessidade de transformar essa experiência em processos mais maduros. “O Brasil mostra uma abertura importante para experimentar a inteligência artificial e enxergá-la como instrumento de produtividade. O próximo passo é garantir que esse avanço seja acompanhado por critérios claros sobre onde a tecnologia pode atuar, onde a decisão humana precisa prevalecer e quem responde pelos resultados. Quanto mais capacidade damos à IA, mais importante se torna definir a responsabilidade das pessoas que estão por trás dela”, afirma.
Essa mudança também começa a alterar as competências procuradas pelas empresas. Segundo o estudo, à medida que sistemas inteligentes assumem parte da execução, o trabalho humano tende a migrar da realização direta de determinadas tarefas para atividades como definir objetivos, supervisionar resultados, identificar exceções, validar decisões e coordenar sistemas. O relatório aponta que o valor profissional passa a estar menos associado apenas ao volume de tarefas realizadas e mais à capacidade de julgamento e de articulação entre diferentes processos.
O movimento deu origem ao conceito de “orquestrador de IA”, utilizado pelo estudo para descrever o profissional generalista capaz de usar inteligência artificial para produzir resultados que anteriormente poderiam depender da participação de uma pequena equipe. Nesse cenário, saber utilizar a tecnologia é apenas uma parte da competência. A capacidade de direcioná-la, questionar seus resultados e assumir decisões torna-se igualmente relevante. “A competência que ganha valor não é simplesmente saber pedir algo para uma inteligência artificial. As empresas começam a precisar de profissionais capazes de entender o contexto, formular problemas, avaliar respostas e saber quando a decisão não deve ser delegada à tecnologia. Isso também muda recrutamento, desenvolvimento de pessoas e formação das lideranças”, diz Henrique.
A pressão sobre o RH aparece também no planejamento das competências necessárias para os próximos anos. Entre as organizações certificadas analisadas pelo Top Employers Institute em 2026, 61% possuem processo formal de planejamento estratégico da força de trabalho para identificar necessidades futuras de pessoas e competências, mas somente 41% trabalham com múltiplos cenários futuros.
Para o Top Employers Institute, essa diferença ganha relevância porque a IA torna menos previsível a configuração futura das funções. Sistemas agênticos podem coordenar atividades relacionadas a contratação, integração e treinamento, atendimento a clientes e gestão de cadeias de suprimentos. Ao mesmo tempo, a tecnologia desloca parte da contribuição humana para funções de orientação, validação e configuração desses sistemas.
Empresas aceleram regras para uso da IA
A maior autonomia tecnológica ajuda também a explicar por que a governança avançou rapidamente dentro das organizações. Entre os Top Employers, a proporção de empresas com estruturas formais de IA ética passou de 42% em 2025 para 62% em 2026. No mesmo intervalo, a adoção de práticas responsáveis de implementação da tecnologia avançou de 48% para 68%.
Os resultados associados a essas estruturas ajudam a ampliar a discussão para além de compliance. Entre as organizações que possuem um framework ético formal, 51% avaliam os impactos da colaboração entre pessoas e IA, contra 23% entre aquelas sem essa estrutura. O envolvimento dos funcionários em discussões sobre ética da IA aplicada ao RH chega a 46% contra 25%, enquanto iniciativas relacionadas à preparação e à resiliência diante das mudanças aparecem em 76% contra 59%.
“Governança não deve entrar depois que a tecnologia já está disseminada pela empresa. Ela precisa acompanhar a adoção desde o início. Uma política consistente estabelece limites, responsabilidades e mecanismos de supervisão, mas também dá segurança para que as pessoas experimentem e inovem. É justamente essa combinação entre liberdade para avançar e clareza sobre os limites que tende a diferenciar as organizações mais maduras”, afirma Henrique.
Na prática, o estudo recomenda que as empresas definam onde a participação humana deve permanecer obrigatória, estabeleçam mecanismos de avaliação dos impactos da IA tanto sobre os resultados do negócio quanto sobre a experiência dos funcionários e mantenham diálogo permanente com as equipes. O relatório também destaca a necessidade de atualizar funções, estruturas de remuneração e recompensa, critérios de desempenho, treinamento e planejamento da força de trabalho conforme pessoas e sistemas inteligentes passam a dividir a execução das atividades.
Para Henrique, essa transformação coloca uma nova responsabilidade sobre as lideranças. “O profissional não precisa competir com a inteligência artificial em velocidade de processamento. O diferencial humano estará cada vez mais no julgamento, no contexto, na responsabilidade e na capacidade de decidir como a tecnologia deve ser utilizada. Para as empresas, o desafio deixa de ser apenas oferecer acesso à IA e passa a ser preparar pessoas para trabalhar com ela de forma produtiva, crítica e responsável.”
A discussão ganha força justamente quando as próprias big techs ampliam o debate sobre os limites da autonomia dos sistemas de inteligência artificial, com atenção crescente a mecanismos de controle, avaliação e supervisão humana. O movimento reforça uma das conclusões centrais do estudo do Top Employers Institute, que aponta que na próxima etapa da IA, o diferencial das organizações pode estar menos em simplesmente adotar a tecnologia e mais em definir como pessoas e sistemas inteligentes deverão trabalhar juntos, quais decisões podem ser automatizadas e onde a responsabilidade humana precisa permanecer.
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Brasil
Blue Tree Hotels é a única empresa do setor hoteleiro entre as 100 melhores empresas para trabalhar no Brasil
Rede ocupa a 79ª posição no ranking da TIME e da Statista, que analisou empresas de diferentes setores da economia brasileira
A Blue Tree Hotels é a única empresa do setor hoteleiro entre as 100 melhores empresas para trabalhar no Brasil em 2026, segundo ranking elaborado pela TIME em parceria com a Statista. A rede ocupa a 79ª posição, com pontuação de 87,56, em uma lista que reúne empresas de diferentes setores da economia brasileira.
Ao todo, 500 empresas foram reconhecidas na edição brasileira de 2026. O levantamento considera a percepção dos profissionais em relação aos empregadores, permitindo identificar empresas que se destacam entre trabalhadores e no contexto de seus respectivos setores.
Para a Blue Tree Hotels, o reconhecimento reforça uma convicção que faz parte da história e da cultura da empresa: uma organização é construída por pessoas e, na hotelaria, cuidar de quem cuida dos hóspedes é essencial para oferecer uma experiência de excelência.
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Com 1.166 colaboradores, a rede mantém o desenvolvimento, a valorização e o cuidado com as pessoas como pilares de sua cultura. Essa visão está presente na Alma Blue Tree, conceito que traduz os princípios que orientam a forma de trabalhar e de se relacionar dentro e fora dos hotéis: bem-receber, bem-servir e bem-cuidar.
Mais do que um conjunto de processos, a Alma Blue Tree busca estar presente nas relações cotidianas — entre colaboradores, hóspedes, parceiros e comunidades — com profissionalismo, respeito, atenção e humanidade. O desenvolvimento das pessoas é entendido como um processo permanente, que envolve capacitação, oportunidades, aprendizado contínuo, autonomia e responsabilidade.
“Uma empresa é feita de pessoas. Quando cuidamos delas, construímos uma cultura que valoriza o bem-estar e o desenvolvimento, não apenas no ambiente de trabalho, mas também nas relações com as famílias, nas escolas e em todos os lugares onde convivemos. Esse cuidado chega ao hóspede e é percebido por ele, indo muito além dos processos e procedimentos da hotelaria. É uma alegria muito grande receber esse reconhecimento da TIME. Para mim, é um presente maravilhoso que nossa equipe me proporciona. Ao mesmo tempo, essa conquista aumenta a nossa responsabilidade de continuar evoluindo e cuidando de todas as pessoas com a Alma Blue Tree, com ainda mais apreço, afeto e responsabilidade”, afirma Chieko Aoki, presidente e CEO da Blue Tree Hotels.
O reconhecimento também reforça a importância de uma cultura empresarial vivida no dia a dia. Na Blue Tree, a busca pela excelência está associada à formação e ao desenvolvimento das equipes, à disseminação das melhores práticas e à construção de relações pautadas pela confiança, autonomia e responsabilidade.
Na hotelaria, onde a experiência do cliente é diretamente influenciada pelas pessoas, a empresa considera que a excelência no serviço começa pelo cuidado com quem está à frente dele.
Sobre a Blue Tree Hotels
A Blue Tree Hotels, do grupo Chieko Aoki Management Company, opera mais de 4 mil apartamentos em 17 cidades brasileiras, de norte a sul do país. A rede está presente em Bauru (SP), Barueri (SP), Caxias do Sul (RS), Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Jaguariúna (SP), Joinville (SC), Lins (SP), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Ribeirão Claro (PR), Santo André (SP), São Luís (MA), São Paulo (SP), Sorriso (MT), Teresina (PI) e Valinhos (SP).
Com uma trajetória marcada pela valorização das pessoas e pela busca de uma hospitalidade que combina profissionalismo e humanidade, a Blue Tree Hotels tem como essência oferecer uma experiência de acolhimento que vá além da hospedagem, criando vínculos e fazendo com que cada hóspede se sinta verdadeiramente cuidado.
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