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Economia

Tendência mercado digital

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O mercado digital é a grande aposta para os brasileiros que desejam empreender ao longo de 2021. Isso é o que indica o Sebrae e especialistas do setor de negócios e empreendimentos. O indicativo dado por estas fontes é muito claro de que negócios que nascerem ou se desenvolverem por meio da internet ao longo de 2021 possuem um caminho estabelecido e favorável de acordo com o cenário brasileiro atual. Isso claro pode ser visto como um reflexo de tudo que a população brasileira viveu ao longo de todo o ano de 2020.

A internet já não é uma novidade, a existência de negócios no ambiente virtual e a alta atratividade desse modelo de comércio para quem deseja empreender também não é uma novidade. O que há de novo e que faz especialistas apontarem que este é o momento de se apostar com força em negócios digitais é todo o cenário global e o momento que o mundo atravessa atualmente.

Segundo consultorias especializadas, o crescimento de negócios no ambiente digital é cinco vezes maior do que no mundo real. A principal tendência para 2021 é que estes negócios se fortaleçam por meio de aplicativos que permitam uma relação direta entre a marca e o cliente.

Desde o final de 2019 e de forma mais intensa a partir da primeira metade de 2020 o mundo passou a sofrer com a pandemia do novo coronavírus. Como consequência da pandemia as pessoas tiveram de se isolar em casa e mudar sua forma de consumo. A partir deste momento de isolamento profissionais que já estavam presentes na internet ou que conseguiram se estabelecer no meio digital com facilidade tiveram vantagem na manutenção das atividades.

Nessa esteira de se construir toda uma nova relação de negócios através da internet, o cliente também se adaptou. Ao longo dos últimos anos o número de usuários de internet no Brasil já vinha crescendo anualmente. Segundo dados do índice MCC-ENET, desenvolvido pela Neotrust-Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital, as vendas pela internet tiveram uma alta de 52,95% no último mês de fevereiro e uma alta de 68,92% no faturamento do setor foi registrado. Ao longo de todo o ano de 2020 o número de vendas online registradas no Brasil cresceu 41% em relação a números alcançados em anos anteriores.

São estes valores que demonstram que realmente o nível e confiança dos brasileiros de realizarem compras e contratarem serviços por meio da internet é cada dia maior e que seguirá crescendo. Por isso que é tão importante se fazer presente na internet para conseguir chegar até a conversão de um cliente em potencial em um negócio concluído. A internet é hoje a grande vitrine do mundo e por isso é importante estar nela, mas também é necessário saber estar da forma correta. Um local em que a concorrência não é limitada geograficamente ou por outros fatores que existem no mundo real, como é o caso da internet, exige ações extremamente assertivas na hora de comunicar-se com o público para garantir a sua relevância e o seu alcance em relação aos potenciais clientes.

Graças a isso também uma série de profissionais e serviços também possuem boas perspectivas de rentabilidade em seus mercados para o ano de 2021. Profissionais que atuam diretamente na produção de sites, de aplicativos e de outros modelos de plataformas virtuais deverão ter uma grande demanda de novos serviços vinda exatamente deste número crescente de profissionais que desejam criarem novos negócios na internet ou levar seus negócios para a internet. Profissionais que produzem conteúdo como artes gráficas e outros tipos de materiais também estão dentre aqueles que poderão ver sua clientela crescendo ao longo do ano.

O crescimento esperado para plataformas de delivery em 2021 também demonstra esta mudança na relação de consumo no Brasil. Não apenas alimentação, mas diversos outros tipos de negócios hoje conseguem se aproximarem ainda mais dos seus clientes através do delivery, facilitando para aqueles que consomem.

Estes são apenas alguns exemplos de toda a cadeia de profissionais que pode ser alimentada por este crescimento do mercado de negócios online no Brasil. Mas há toda uma cadeia de profissionais que será beneficiada com esta renovação da forma de se fazer negócios no Brasil.

Aqueles que vendem produtos relacionados a conhecimento também seguem tendo na internet uma grande ferramenta. Venda de cursos ou outros tipos de materiais que agreguem algum tipo de conhecimento para o consumidor através da internet é uma grande possibilidade de maximizar aquilo que vem sendo produzido. As vantagens neste tipo de relação existem para as duas pontas da relação, enquanto o empreendedor tem uma grande ferramenta para maximizar suas possibilidades, o cliente possui através do serviço online todas as facilidades que lhe são entregues pelo consumo de um serviço digital.

Economia

Ter objetivos não garante sucesso: é preciso executar sem medo de arriscar

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Assumir riscos ensina lições importantes para o empreendedor e ajuda a perder o medo de errar, fundamental para crescer

Por Evandro Tokarski*

Uma das perguntas que mais escuto quando falo sobre liderança é sobre minha definição de sucesso. A resposta é simples: ter sucesso é ter um objetivo e alcançá-lo. Parece óbvio, mas colocar algo aparentemente tão prosaico em prática não é tão simples assim.

O desafio do empreendedor começa com uma boa ideia, mas o maior deles está em fazer uma boa gestão. E isso significa ter um bom plano de negócios, estabelecer objetivos. Portanto, a primeira parte do sucesso parece garantida para todo empreendedor, certo? Nem sempre.

Estudar a concorrência, conhecer o mercado, conceber um orçamento, desenvolver e treinar pessoas, construir uma cultura empresarial forte e compartilhar visão e valores são um conjunto robusto de batalhas a serem vencidas para que o planejamento seja coerente. Mas isso é assunto para outra ocasião. Neste texto, vamos falar de empresas com objetivos claros.

Vamos, então, tratar da segunda parte da tarefa: executar. Aqui, podemos nos fazer duas perguntas: como tomamos nossas grandes decisões? Como podemos colaborar para ir além?

Vamos à primeira resposta. A maneira mais simples de decidir é fazer aquilo que esperam de nós. O que seria, com certeza, insuficiente para o sucesso, na maioria das ocasiões. Para sermos bem sucedidos, precisamos reunir alguns ingredientes (e vou listar apenas alguns deles aqui): trabalho duro, disciplina, determinação, criatividade e um pouco de sorte. Quero deixar um destaque especial para a atitude. Sim, é preciso muita atitude.

Mas deixei a cereja do bolo para o final. Em um mundo hiperconectado, com clientes que demandam cada vez mais das marcas, o sucesso exige também uma dose de risco. Transformações bruscas nas jornadas de consumo, quebras de paradigma e novas tecnologias em adoção cada vez mais rápida definitivamente tiraram o empreendedor de sua zona de conforto. E isso é bom.

Quem não assume riscos não sai do lugar. Mais do que isso: assumir riscos calculados ensina lições importantes:

  1. Ao tomar atitudes fora do habitual, podemos aprender novas habilidades, o que vai, por consequência, melhorar a autoconfiança
  2. Assumir riscos pressupõe calcular cenários para o desfecho, o que pode revelar oportunidades não imaginadas de outra forma
  3. Ao pensar os caminhos a tomar, vai ser preciso planejar, considerando por exemplo maneiras incrementais de assumir o risco, o que pode apontar caminhos também para outras áreas da empresa
  4. Assumir riscos faz perder o medo de errar e ensina que os erros também fazem parte do processo para alcançar o sucesso

Concluímos então que para ter sucesso é preciso ter um objetivo claro, ter um bom planejamento e atitude para colocá-lo em prática e assumir algum risco. Mas será que ainda dá para fazer algo mais para dar um empurrãozinho? Vamos então para a resposta à nossa segunda pergunta.

Como empresário, 41 anos após ter fundado o Grupo Artesanal, que começou com dois funcionários — um deles eu mesmo — em Goiânia, e hoje tem mais de 70 lojas distribuindo medicamentos manipulados em seis estados do Brasil, poderia dizer que isso é tudo. Mas outra face do sucesso está justamente em não parar nunca.

Nesses anos todos, a partir de minha formação em Farmácia, me arrisquei em muitas áreas. Como atleta profissional, representei o Brasil nos Jogos Paralímpicos de 1988, na Coréia do Sul, integrando o time de basquete paralímpico. Estudei gestão e marketing. Completei seis cursos de pós-graduação e ainda me sinto um aprendiz.

Se algo pode fazer a diferença na hora de realizar grandes feitos, a resposta é conhecimento. Aprender, ensinar, compartilhar, dar oportunidades para que todos possam conhecer também. Conhecimento não dá apenas um empurrãozinho. Transforma.

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Economia

Metade dos consumidores têm quatro ou mais cartões de crédito, aponta pesquisa do Serasa eCred

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Estudo mostra que as compras de supermercado e alimentação são consideradas mais importantes pelos usuários. Serasa dá dicas para evitar a inadimplência.

Pesquisa sobre o Uso de Cartões de Crédito realizada pelo Serasa eCred revela que 29% dos brasileiros possuem cinco ou mais cartões de crédito, números que acendem um sinal de alerta sobre as finanças pessoais das famílias. Outros 18% afirmaram ter quatro cartões e apenas 9% dos entrevistados usam apenas um cartão de crédito. Entre os entrevistados, 23% dizem ter três cartões e 21% afirmam ter dois.

O levantamento mostra também que para um terço dos entrevistados as compras consideradas mais importantes são as de supermercado e alimentação, num total de 34% das respostas. Ainda na escala de importância, 15% dos entrevistados usam o cartão para pagar contas em farmácias e 14% para a compra de eletrodomésticos. As demais despesas pagas com o cartão são roupas (11%), viagens (10%) e móveis (10%). Já o pagamento de boletos com cartão representa o menor percentual, de 6%.

“A pesquisa mostra a relevância do cartão de crédito na vida econômica dos brasileiros, mas ao mesmo tempo acende o alerta sobre os riscos da inadimplência”, observa Amanda Rapouzo, Gerente do Serasa eCred. “A população pode estar solicitando mais cartões para pagar contas que não consegue quitar por outros meios de pagamento à vista”, complementa Amanda. Para evitar a inadimplência, a especialista da Serasa orienta os usuários de cartões de crédito a fazerem uma análise da vida financeira e reorganizar todos os seus gastos (veja dicas abaixo).

A pesquisa realizada entre os dias 18 e 20 de abril ouviu 3.751 mil pessoas que tiveram cartão de crédito aprovado pela plataforma da Serasa eCred nos últimos 90 dias.

Serasa dá dicas para evitar ou sair da inadimplência

1 — Cuidados com o número de cartões de crédito: Não existe um número limite ou ideal de cartões de crédito. O importante é saber usar os cartões para a melhor gestão da vida financeira.

2 — Veja se há necessidade de ter mais cartões: Caso tenha vários cartões de crédito, é importante entender qual a necessidade de uso de cada cartão, os custos envolvidos (anuidade, por exemplo) e a capacidade de pagar mais de uma fatura.

3 — Fique atento às datas de vencimento: Para garantir que o nome não fique negativado, pague o cartão em dia. Assim, aumenta a sua credibilidade no mercado e você consegue juros melhores e parcelamentos mais longos para realizar seus projetos.

4 — Use os benefícios governamentais: Aproveite o recebimento de renda extra, como o 13º e o Saque Emergencial do FGTS, para quitar dívidas.

6 — Informe-se: É importante monitorar sempre o status do seu CPF e utilizar serviços como o Serasa Limpa Nome para quitar suas dívidas com descontos especiais, que podem chegar a 90%.

7 — Anote todos os seus gastos: Tenha noção do próprio orçamento. Esta dica pode parecer básica demais, mas é muito importante para manter a organização completa das finanças do mês.

8 — Use a regra 50/30/20 para dividir suas dívidas: 50% para gastos essenciais (como aluguel, comida, contas básicas), 30% para gastos variáveis (cartão de crédito, lazer, etc) e 20% para reserva de emergência.

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Brasil

Volkswagen suspende produção e põe mais de 2000 funcionários de férias coletiva

Volkswagen suspende produção mais de 2000 de férias coletiva

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A multinacional alemã Volkswagen também pode encerrar fabricação do Gol, Voyage e Fox em sua fábrica de Taubaté, SP

Volkswagen suspende produção – Após a saída da grande montadora Ford do país, tirando o SUV EcoSport e a família Ka de linha, a multinacional alemã Volkswagen, anunciou que entre 9 e 28 de maio, mais de 2500 funcionários da sua fábrica em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, SP, entrarão de férias coletiva em função da falta de componentes. Essa suspensão das atividades é chamada shutdown, uma folga com desconto no banco de horas.

Além dos semicondutores, a Volkswagen Anchieta também sofre a falta de pneus e sistemas de áudio. Com isso, a produção dos modelos Polo, Virtus, Nivus e Saveiro será comprometida por uma semana, ainda mais que a planta funcionou recentemente apenas com um turno, durante três meses.

Outra metade do pessoal do chão de fábrica da Volkswagen, continuará a trabalhar, assim como outros 8 mil funcionários da unidade.

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Volkswagen suspende produção

Volkswagen suspende produção – Já em Taubaté, onde são feitos os modelos Gol e Voyage, a produção com dois turnos de trabalho – o segundo foi retomado no início de abril – também será suspensa por uma semana.

Volkswagen ainda tem esperança de que o abastecimento dos componentes eletrônicos voltem ao normal a partir do segundo semestre deste ano. Vale ressaltar que esses semicondutores são utilizados em diversas partes eletrônicas dos veículos, como na transmissão, sistema de entretenimento, segurança, iluminação, ar-condicionado, entre outros.

Volkswagen divulgou uma nota sobre a paralisação: “A Volkswagen do Brasil informa que a fábrica de São Bernardo do Campo/SP (Anchieta), a partir de 9/5/22, terá 20 dias de férias coletivas para os dois turnos, em razão da falta de semicondutores.” A fabricante não diz quantos funcionários receberam as férias coletivas, mas o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC afirma que são 2,5 mil trabalhadores dos 4,5 mil que trabalham nas linhas de produção. No total, a fábrica Anchieta tem aproximadamente 8,2 mil funcionários.

Mercedes-Benz também parou

Volkswagen suspende produção – No início de abril, a Mercedes-Benz colocou 5,6 mil funcionários de São Bernardo do Campo (SP) e de Juiz de Fora (MG) em férias coletivas. A paralisação ocorreu entre 18 de abril e a última terça-feira (3). 

Segundo a empresa, o principal motivo é a razão da crise global e o reajuste da produção de caminhões chassis de ônibus e agregados na cidade. 

Em nota enviada ao g1, a Mercedes-Benz informou que concede as férias coletivas para parte dos colaboradores produtivos, sendo cerca de 5 mil em São Bernardo do Campo (SP) e 600 em Juiz de Fora.

 Volkswagen suspende produção e põe mais de 2000 funcionários de férias coletiva
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