Sandra R. Ribeiro*

Cuidar da saúde emocional ou mental é fundamental para nos sentir motivados a realizar mudanças de hábitos e comportamentos que estejam interferindo na saúde física e emocional, ou seja, quando algo não vai bem ou quando percebemos que estamos perdendo o controle da situação pode ser indícios de um desequilíbrio emocional, e esse desequilíbrio pode afetar sua saúde em vários aspectos. É importante prestar atenção às suas necessidades e seus sentimentos. O acúmulo de estresse, sentimentos indesejados, e de situações mal resolvidas são fatores que interferem de maneira significativa na saúde emocional, e consequentemente contribui para o desequilíbrio. Por conta disso, a pessoa torna-se suscetível e exposta a diversas doenças. A prevenção é importante, pois a pessoa estará mais preparada quando surgir alguma doença que afete seu corpo ou sua mente. Lembrando que mesmo com alguma enfermidade a pessoa pode sentir-se bem e ter uma qualidade de vida melhor. É comprovado que a atividade física, uma alimentação saudável, cuidados com o corpo, ter uma boa noite de sono, controlar o estresse, baixar a ansiedade, não levar uma vida sedentária, tudo isso contribui para melhorar a qualidade de vida e a autoestima. Assim a pessoa consegue levar uma vida equilibrada, e resolver situações provocadas por eventos estressores. O ser humano é “biopsicossocial” e quando for avaliado por um profissional da saúde mental, este profissional irá avaliá-lo como um todo. É importante que a pessoa se conheça, conheça seu organismo, pois ele dá sinais quando algo não está bem, e nesse momento deve procurar ajuda o quanto antes

“Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) não existe uma definição para saúde mental. Coisas como diferenças culturais, teorias concorrentes e julgamentos subjetivos afetam em como a saúde mental é definida. Saúde mental pode ser descrito como qualidade de vida emocional e cognitiva de uma pessoa. Percepção da realidade, integração social e emocional, dentre outros itens avaliados para definir saúde mental.”

Sandra R. Ribeiro* é Psicóloga Clínica