O conhecimento matemático e a capacidade de leitura dos estudantes do 3º ano da Rede Municipal de ensino de Holambra avançou expressivamente entre os anos de 2014 e 2016. É o que indica o resultado da Avaliação Nacional de Alfabetização divulgado no início desse mês pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep). Além de ampliar os resultados, o município manteve a média de alfabetização na idade certa acima dos 90%, muito superior às médias do Estado de São Paulo e do Brasil.

Para o prefeito Fernando Fiori de Godoy os números reforçam qualidade do ensino do município \ Foto: Divulgação

No quesito leitura, o rendimento dos estudantes holambrenses saltou de 64,81% em 2014 para 73,15% no ano passado. Em matemática a melhora foi ainda maior: de 58,27% há três anos para 70,48% em 2016. As médias estadual e nacional para leitura ficaram em 57,44% e 45%, respectivamente, e em matemática foram de 62,75% e 45%.

A prova, realizada em novembro do ano passado, incluía ainda testes de escrita, que avaliam o grau de alfabetização das crianças. Holambra obteve 91,86% de média, enquanto Estado e o país alcançaram 81,76% e 66%.

Para o prefeito Fernando Fiori de Godoy, os números reforçam a qualidade diferenciada da educação municipal em Holambra e o trabalho forte e dedicado desenvolvido pelos profissionais de ensino da rede.

“Mantivemos o índice de alfabetização acima dos 90% e melhoramos muito o desempenho nas provas de leitura e matemática. Isso é resultado direto da seriedade e do carinho com que os profissionais da educação trabalham diariamente ao lado dos alunos”, afirma.

Segundo o prefeito, o município ampliou em mais de 50%, nos últimos quatro anos, o valor empregado pela Prefeitura em Educação. “É um investimento necessário, muito importante para proporcionar uma estrutura de aprendizado mais adequada para os alunos”.

Diretor municipal de Educação desde o início do ano, Amarildo Boer destaca o resultado obtido por alunos e servidores envolvidos e ressalta que a meta é seguir crescendo em relação ao ensino das habilidades básicas nos anos de formação inicial.

“Alcançamos índices que nos colocam em posição privilegiada. Os alunos do 3º ano, com até oito anos de idade, demonstraram conseguir ler, realizar cálculos básicos e escrever com eficiência. Isso é fundamental para o desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional dessas crianças”, avalia. “O trabalho nunca termina, é permanente. Vamos seguir nos dedicando integralmente para melhorar ainda mais esses resultados”.

Foram avaliados alunos das escolas Jardim das Primaveras, no Centro, Recanto das Palmeiras e Novo Florescer, ambas na zona rural da cidade.