Mais uma vez, a corredora jaguariunense Marina Malachias fez bonito em uma prova, mas, desta vez, na prova mais tradicional do Estado de São Paulo, a corrida de São Silvestre, que aconteceu no último dia 31 de dezembro, em São Paulo, onde a corredora conquistou a 2ª posição entre 624 corredoras de 25 a 29 anos de idade.

Corredora fechou 2017 com excelente participação na prova \ Foto: Divulgação

Além das 624 corredoras na categoria feminina por idade, também haviam cerca de 8 mil inscritas na Geral Feminina, e 30 mil inscritos no geral desta prova, que esteve em sua 93ª edição, com o percurso de 15 qilômetros, incluindo a temida ‘sumida da Brigadeiro’ (avenida da cidade).

Na categoria Geral Feminina, a corredora ficou na 42ª posição, o que dentre quase 8 mil inscritas também é um excelente resultado.

“Analisando o tempo total e a classificação, fiquei muito feliz com o resultado, pois essa classificação geral (42ª) inclui as atletas do pelotão de Elite feminino. A largada é diferenciada e conta em torno de 35 atletas de alto nível de diferentes nacionalidades. Fui a 42ª no Geral Feminino de 7.985 mulheres concluintes e segunda colocada na minha faixa etária (25 a 29 anos) de 624 concluintes”, descreve Marina Malachias.

Para Marina, é uma prova muito difícil de ‘fazer tempo’, pois há um fluxo muito grande de pessoas, e a largada demora a acontecer.

“Participo desde 2008 e, como sempre digo, é uma prova muito difícil de fazer tempo, pois você espera muito para largar, pega um fluxo enorme de pessoas na sua frente, perde tempo e se arrisca muito desviando das pessoas. O tempo que ficamos em pé, aguardando para largar é muito desgastante. Desta vez fiquei das 7h30 às 9h parada, sem conseguir aquecer e alongar, no meio da ‘muvuca’ para tentar sair um pouco mais a frente. Ou seja, começamos a corrida não nas melhores condições”, detalha.

Outros contratempos também foram enfrentados pela atleta, sendo a chuva um deles. “Para completar, a partir das 8h começou a chover, forte em alguns momentos, e não tinha para onde fugir; o tênis já começou encharcado, formou bolha no pé, mas tudo isso valeu muito a pena”, ressalta a corredora.