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Cultura

A doce vida de um líder, será?

João Rodrigues

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Você trabalha muito na vida e tem a ambição de chegar ao posto de líder e ai imagina que a vida será como a época da Páscoa, onde o néctar do chocolate,  a doce vida chegará, mas se deparara com momentos muito delicados, onde decisões precisam ser tomadas, e o futuro da sua empresa, do liderados e de suas famílias dependera de sua iniciativa quanto a que rumo deve ser tomado, é neste momento que você verá o poder que realmente tem perante as pessoas,  e o quanto precisa ter inteligência emocional para lidar com a situação da tomada de decisão.

Em época de pandemia do coronavírus então, como muitos dizem, “o bicho pega”, pois saberá que sua decisão mexe com vidas, agradara alguns, desagradara a outros, e você tem muito pouco tempo para a tomada de decisão, as mudanças que necessita, nem sempre dependerão de você, como agir?

Neste momento de tomadas de decisões difíceis mas de grande relevância é preciso acima de tudo ser calmo, respirar, ter muita inteligência emocional e claro se aconselhar com pessoas experientes e em quem você confia, por isto é importante sempre ter um mentor ou mentores para poder ao longo de sua formação como o líder ir dialogando, se aperfeiçoando, para quando chegar o momento de decisões complexas, você estar preparado.

Estamos a mais de 1 ano do Decreto de Quarentena da Pandemia do Coronavírus (22/03/2020), no inicio lidávamos com o desconhecido, não sabíamos nem o que estava ocorrendo, o quanto iria impactar isto em nossas vida e o quanto teríamos que ser pacientes com a mudança brusca nas nossas vidas e de nossas empresas, quando teríamos um remédio, quando teríamos uma vacina, como se comportar perante a este inimigo invisível, e que agora temos a certeza de sua letalidade, pois já se foram infelizmente mais de 300 mil vidas, quantos amigos e pessoas queridas de nosso convívio foram levadas em questão de dias, confinados a ficarmos em casa, sem poder abraçar, beijar, realizar o convívio social, tem sido duro por demais a todos, gerando um problema mental, por mais sadia que seja a cabeça de cada pessoa.

Passado um ano já temos mais conhecimento sobre o vírus e a chegada da Vacina nos enche de esperança em podermos em meses voltarmos a ter uma vida novamente, nem que ela seja o tal novo normal, com cuidados como usar máscara, álcool em gel, mas podermos nos encontrar novamente, nossas empresas poderem abrir e fazermos o que mais gostamos TRABALHAR, sim sabemos mais ainda que o brasileiro é um povo HONESTO e TRABALHADOR e quer por suas forças e energias, prover o seu sustento e da sua família, além de auxiliar os que mais necessitam.

Cabe ao líder ser o capitão desta jornada difícil e amarga até a tempestade passar e podermos navegar em águas mais tranquilas, a você liderado ouça seu líder, converse, entenda o difícil momento, porém sobretudo se unam, pois Juntos remarão para o mesmo lado e isto faz uma enorme diferença para deixar os trovões, dias escuros e adversidades que estão encontrando.

O maior desafio que vejo nos empresários é ter FOCO na solução, é preciso que se entenda que algumas coisas não dependem de você, mas sim de outros fatores externos como por exemplo, decisões governamentais, porém se você focar no seu negócio, conseguirá com certeza criar e inovar em muita coisa na sua empresa, além de encontrar novos nichos, com produtos e serviços diferenciados, que atenderão a necessidade dos clientes. Desligue a TV, desligue-se dos noticiários ruins e converse com sua equipe, seus clientes e parceiros, e juntos encontrarão a melhor solução para este momento tão delicado.

As maiores invenções, inovações e soluções criativas surgirão em momentos de crise, por isto você tem que decidir se vai ficar chorando ou vai vender lenço!

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Cultura

Procuram-se mecenas para o histórico Jaguary

Tomaz de Aquino

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Saint-Exupèry diz que o homem moderno está arriscado a ficar sem amigos. Precisa trabalhar. Ele luta muito por sua sobrevivência. Para ele tudo são números. Não desfruta de tempo, de lazer, nem da ARTE. O Velho Jaguary tem sido palco de excelências artísticas que passam às ocultas. Uma delas ocorreu no último sábado de novembro de 2018, na Matriz Centenária. Três corais juntos apresentaram belíssimo concerto: 1º- “Madrigal Dufrah” de Jaguariúna, regido pelo Maestro Antônio Fraga, 2º- Coral Lírico “O Mensageiro” regido pelo Maestro Daniel Pedroso de Rio Claro, 3º- “Coral Vocallis” regido pelo Maestro Adílson Gombradi de Americana. Apresentaram obras eruditas sacras de Perozzi, Vivaldi, Haendell. A harmonia do canto de aproximadamente 40 sopranos, tenores, contraltos e baixos deixou deslumbrados os ouvintes. Não poderia haver melhor acústica para tal apresentação, senão aquela do marco de fundação da cidade, construído em 1894 por seu fundador, Cel. Amâncio Bueno. Os presentes tocados pela sublimidade do espetáculo pareciam levitar entre o gótico e o barroco alemão daquele patrimônio histórico. Já no primeiro sábado de dezembro, a Casa da Memória deslocou-se para a Capela da Fazenda da Barra. Novamente restaurada foi palco de exposição de pintura. Catorze telas de Martins Porangaba encenavam a Via-Crucis. Padre José Siqueira da Paróquia do Sagrado Coração de Jesus abriu a cerimônia com uma bênção iniciada em um Crucifixo instalado naquele templo. Escultura em metal de artista moderno ocupa a primazia daquele altar-mor e uma pintura em tela de Santa Isabel. A padroeira tão homenageada nos tempos áureos do café, nos alicerces da história local, tem seu culto retomado nestes restauros e cerimônias. Restauraram-se bancos. Imigrante italiana nonagenária que foi ali preparada e fez sua Primeira Eucaristia retornou aos pés de Santa Isabel, louvando o Senhor por aquele restauro, preservação de sua infância. Dr. Emanuel Von Lauenstein Massarani, presidente do Instituto de Recuperação do Patrimônio Histórico do Estado de São Paulo trouxe as obras de Arte para a Exposição. O crítico de Arte, historiador, escritor, jornalista, dentre tantos outros predicados interessa-se por ajudar a recuperação de nosso patrimônio histórico. Com suas orientações elevou o trabalho da Casa da Memória Padre Gomes de Jaguariúna, um verdadeiro Pai Espiritual. Assim vem procedendo com relação a exposições e doação de obras. Neste momento estuda a possibilidade de obtenção de fundos para a recuperação de nossa paisagem cultural. É um ítalo-germano, abnegado Mecenas, que se encanta com a História e a Arte e protege-as. Ele nos ensina que “preservar o Patrimônio Histórico é responsabilidade de todos. É um ato de amor!“ A Paróquia de Santa Maria, a Casa da Memória Padre Gomes, o Conselho de Defesa do Patrimônio procuram incansavelmente “MECENAS” para salvar a Matriz Centenária. Nela já ocorreu a descupinização em várias etapas. Necessita urgentemente refazer a sua instalação elétrica. Precisa do restauro do forro e pintura interna. Em seguida, resgatar a pintura externa em sua originalidade. Tudo deve acontecer em etapas. Mas para tanto é necessário que cada cidadão torne-se um “mecenas” e investigue incansavelmente nas muitas e grandes Indústrias, no Comércio, nas Profissões Liberais onde se encontram os nobres protetores das ARTES. Preservar o Passado é um Presente para o Futuro. É a preservação das memórias, da História, da Identidade do Povo e da Cidade. Prezado leitor, iniciemos esta Pesquisa! Levemo-la à Casa da Memória, ao CONPHAAJ. Há benefícios para os beneméritos das Artes. Há muito o que salvar para as nossas gerações vindouras. Deixemos o exemplo! O Brasil acorda para esta conscientização.

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Cultura

Fazenda Castelo

Tomaz de Aquino

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Fazenda Castelo. Casarão assobradado com altos porões. Escadaria com balaústres brancos e rica arquitetura em sua varanda de entrada. Final do século XIX. Provavelmente, deve haver paredes originais com alicerces em pedra e taipa de mão, após algumas intervenções. Paredes antigas em alvenaria, tijolos, cal, areia, barro. Mais recentemente alvenaria moderna. Passou por reformas e ampliação. Ascendência do mesmo tronco da família da Fazenda Santa Úrsula. Há Fotografias na obra: “Campinas, município no Império” de Celso Maria de Mello Pupo. Imprensa Oficial do Estado S.A. São Paulo, 1983. Apresentava mais varanda com escadaria em mármore branco e gradil de ferro trabalhado artesanalmente, ferro forjado ainda não fundido. Segundo a memorialista e historiadora M. Abigail N. Moraes Ziggiatti, a fazenda Castelo em 1.900 pertencia a Antônio Américo de Camargo Andrade. A fazenda Castelo produzia 7.000 arrobas de café anualmente. Ele faleceu sem deixar herdeiros. As terras voltaram para a sesmaria de sua irmã, viúva Úrsula Franco de Andrade, herdeira- proprietária da Sesmaria do Jaguary (Fazenda Jaguary que se tornou Santa Úrsula). Seus herdeiros vendem as terras que compunham Castelo e Santa Júlia à família Moraes, em 1914. Vendem ao proprietário da Sesmaria do São João do Atibaia, Alberto de Moraes Bueno. Este era filho de Joaquim Bueno, irmão do Cel. Amâncio Bueno. A fazenda Castelo tinha 195 alqueires de terra e 200.0000 pés de café. Alberto de Moraes Bueno era pai do velho Celso Camargo de Moraes. Este era avô paterno de M. Abigail N. de Moraes Ziggiatti. Castelo passou a fazer parte da Sesmaria do S. João do Atibaia. Alberto de Moraes Bueno deixa para a filha Francisca casada com Albino José Barbosa de Oliveira. Esta Fazenda de 1928/30 a 1945 foi de José Strazzacappa e vendida a Dr. Erasmo Assunção casada com D. Lalaia (Eulália Assunção). Este foi o fundador da entidade filantrópica “Obras de Assistência Nossa Sra. Da Assumpção por volta de 1946, na Paróquia de Santa Maria. Dona Lalaia visitava amiúde Pe. Antônio Joaquim Gomes. Em 1978, a Fazenda Castelo foi adquirida por Pedro Gastão de Noronha Gonçalves Artmann, com produção de leite e criação de cavalos puro sangue inglês. Depois vendida a Marcelo Baptista de Oliveira e recebe hoje também o nome de Haras Maripá. Contratou pedreiros e empreendeu obra de manutenção e reformas que duraram anos. Sr. Marcelo é benemérito à comunidade de Jaguariúna, generoso, colaborou muito com a construção do Asilo dos Velhinhos ou Lar da 3ª Idade de Padre Gomes, como também é festeiro doador das melhores cabeças de gado para o leilão beneficente da centenária Festa de S. Sebastião.

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Cultura

Líder que ama-durece

João Rodrigues

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Estamos chegando na semana do amor, em especial a data de 12 de junho, a dos eternos apaixonados, o Dia dos Namorados, e neste momento um órgão do corpo humano é muito envolvido, o CORAÇÃO, através dele pulsa energia para todo o corpo humano, e no mundo empresarial falamos muito que ele é determinante na compra emocional, deixando de lado a parte racional da questão, por isto faça desta semana uma data top de vendas e de relacionamento com seu cliente se você é lojista, momento de gratidão para com sua equipe se você é um líder empresarial, e se você ama alguém nada melhor que demonstrar isto dando um presente vindo do coração, para demonstrar isto num fato concreto.

Porém o assunto desta semana me fez recordar sobre o ama-durecimento que um líder passa durante toda sua jornada, desde sua tenra idade até ele se tornar um líder que possui liderados, e este amadurecimento ocorre no dia a dia, e quero destacar aqui como um líder poder ser construído durante a sua jornada de vida. Lembro-me da época de minha adolescência onde recebi um presente e uma missão, e na oportunidade não sabia executar a tarefa (que dependia de utilizar o presente), e ao invés de informar ao chefe que não saberia executar, ficava inventando desculpas e procrastinando a verdade, e isto me desgastava e também com certeza desgastava a empresa e o relacionamento com meu chefe na época, hoje com o ama-durecimento que os anos me trouxe, vejo o quanto se perde de tempo com este tipo de atitude, e o quanto é prejudicial a todos, por isto a dica que sempre passo é nunca invente desculpas ( a famosa mentirinha), nunca deixe para depois (procrastinar), pois isto só te impede de crescer e de melhorar a vida de todos, é sempre preferível a verdade, pois só assim as pessoas poderão te ajudar a melhorar, e incrivelmente ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, as pessoas gostam de ajudar as outras pessoas.

As pessoas que tem este dilema que retratei , quando descobrem o quanto foram infantis e juvenis, percebem o tempo que desperdiçaram na vida, ao querer guardar apenas para si uma informação valiosa e que dá medo revelar para outras pessoas, porém devem entender que quanto mais compartilham informações sobre seus medos, anseios, dúvidas, e sobre sua inaptidão para determinada tarefa, mais pessoas aparecerão a sua frente com o objetivo de lhe ajudar a melhorar. Esta descoberta é algo transformador e libertador na vida das pessoas, e até causa uma certa “raivinha” de não ter sido mais corajosa em informar estes sentimentos as pessoas no dia a dia do seu convívio, muitas guardam isto por dezenas de anos, fazendo com que uma ancora esteja amarrada no seu pensamento, é aquele segredo que ninguém pode saber, mas que lhe atormenta e te leva preciosas horas de sono.

Um líder que compartilha seus pontos fortes é aquele que fala também dos seus pontos fracos e com isto se torna um líder saudável, capaz de ter melhor relação com os liderados, com isto avaliando-os de forma mais assertiva, facilitando com que elas se desenvolvam e prosperem. O líder através desse amadurecimento proporciona melhor ambiente para que o liderado possa produzir mais e melhor, gerando uma maior lucratividade a todos.

Quando você amadurece e não fica escravo dos seus pensamentos aflitivos, você quebra a corrente do pensamento pequeno que tanto atrapalha o seu crescimento pessoal e profissional, o que hoje chamamos de crenças limitantes, é preciso entender que todo ser humano é dotado de dons e habilidades, e que cabe a você fazer o seu melhor, com o que recebeu nesta vida, e claro se tiver uma que não domine, compartilhe isto e receba ajuda, pois tenho certeza que você fará o mesmo com o próximo, pois entenderá que ter uma atitude do bem, gera excelentes resultados.

Hoje aquele adolescente conquistou o conhecimento e faz questão de compartilhar a informação que “não sabia andar de bicicleta”, mas hoje aprendeu e faz questão de ser um incentivador daqueles que querem praticar este esporte, bem como mostrar a todos que hoje o medo é um grande impulsionador para novas conquistas.

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