Obras do Centro de Referência do Autismo de Jaguariúna estão em ritmo acelerado

As obras de ampliação do Centro de Referência do Autismo de Jaguariúna (CAJ), dentro do Centro de Equoterapia de Jaguariúna (CEJ), a maior unidade de reabilitação em equoterapia da América Latina, estão em ritmo acelerado e devem ficar prontas ainda no primeiro semestre de 2020. O local ganha mais 10 consultórios, passando das atuais sete para 17 salas de atendimento aos alunos autistas, em 550 metros quadrados de construção.

O atendimento no CEJ/CAJ é totalmente gratuito, devido a um convênio mantido entre a entidade e a Prefeitura de Jaguariúna. As atividades envolvem as áreas de psiquiatria, psicologia, fonoaudiologia, psicopedagogia, pedagogia e terapia ocupacional voltadas ao autismo.

Nesta segunda-feira, 03, o prefeito Gustavo Reis visitou as obras, ao lado da vice-prefeita, Rita Bergamasco.  Eles foram recebidos pelo presidente do CEJ/CAJ, Wilson Mellilo e sua filha Veridiana Mellilo.

Para o prefeito, esta é uma obra muito importante. “Pois oferece condições para as pessoas com necessidades especiais se desenvolverem através da equoterapia e de ações biopsicossociais. É mais qualidade de vida para essas pessoas”, diz.

“Tive a honra de participar dos primeiros caminhos dessa entidade e, hoje, só tenho que parabenizar a todos por essa parceria e que cada vez mais a gente seja referência nessa área”, comenta Rita Bergamasco.

Segundo Wilson Mellilo, no total são quase 300 atendimentos de pessoas (crianças, jovens e adultos) com deficiências ou necessidades especiais, desde síndrome de Down, paralisia cerebral, derrame e autismo. “Hoje somos referência para o Brasil em equoterapia e o CAJ está vindo para esse atendimento também. Zeramos a fila de espera, com todas as pessoas atendidas gratuitamente”.

EQUOTERAPIA

A equoterapia, também chamada de equiterapia ou hipoterapia, é uma terapia com cavalos e serve para estimular o desenvolvimento da mente e do corpo. Ela serve para complementar o tratamento de indivíduos com deficiências ou necessidades especiais, como a síndrome de Down, paralisia cerebral, derrame, esclerose múltipla, hiperatividade, autismo, crianças muito agitadas ou com dificuldade de concentração.

Foto – Samuel Oliveira

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