Gestão de Jaguariúna é nota A

A gestão financeira de Jaguariúna é uma das melhores do País. De acordo com o Tesouro Nacional, a prefeitura desponta com uma nota A no índice de Capacidade de Pagamento (Capag). Somente outras três cidades da Região Metropolitana de Campinas (RMC) obtiveram esse índice. São elas: Indaiatuba, Monte Mor e Nova Odessa. Campinas, por exemplo, é nota C. E a capital, nota B.

A avaliação leva em consideração três variáveis: o endividamento, a poupança corrente e a liquidez. A partir deles é possível ter um diagnóstico do grau de solvência, saber se o município gasta mais ou menos do que arrecada e qual é a situação do caixa. Jaguariúna vai bem em todos os quesitos.

O índice é usado pelo Tesouro Nacional para mostrar quais são as cidades e estados que têm capacidade de pagar suas dívidas. Isso é importante para saber quais administrações atuam com mais responsabilidade e podem pedir crédito com aval da União. O índice de Jaguariúna, por exemplo, mostra que a cidade está tão saudável que poderia fazer novos empréstimos para investimentos.

“Isso mostra a responsabilidade que temos no trato das finanças públicas”, afirma o prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis. “Em tempos de crise, as cidades que estão mais organizadas fiscalmente e administrativamente vão se recuperar mais rápido”, completa.

Segundo o secretário municipal de Negócios Jurídicos, Fabiano Urbano, o desempenho de Jaguariúna é reflexo das boas práticas administrativas implantadas na atual gestão. O secretário destaca o baixo nível de endividamento da Prefeitura de Jaguariúna, um dos quesitos considerados na avaliação da Capag. “Segundo a legislação vigente, o endividamento de um órgão público pode atingir, no máximo, 200% das receitas correntes líquidas, e hoje Jaguariúna tem menos de 3% de endividamento”, explica.

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