Prefeitura de Holambra realiza última etapa do ano de Doação de Sangue no dia 9

A Prefeitura Municipal realiza no próximo dia 9 de novembro, em parceria com o Hemocentro de Campinas, a última etapa do ano da Campanha de Doação de Sangue. A ação solidária acontece das 8h ao meio dia na sede do Núcleo de Atenção e Orientação Terapêutica ao Trabalho, o NAOTT.

Para doar, basta apresentar um documento de identidade com foto e respeitar requisitos básicos – entre eles, ter entre 18 e 65 anos de idade, pesar mais de 50 kg e estar em boas condições de saúde. Homens que já fizeram uma doação nos últimos 60 dias não poderão doar novamente. As mulheres deverão aguardar 90 dias entre uma doação e outra e quem tomou recentemente a vacina contra a Febre Amarela também deve ficar alerta. O tempo de espera para poder doar é de quatro semanas.

De acordo com o diretor municipal de Saúde, Valmir Marcelo Iglecias, nas outras três etapas foram realizadas 148 coletas. Além disso, 31 holambrenses aproveitaram para se cadastrar no Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea. “É um procedimento rápido e realizado por profissionais capacitados, são 10 minutos que podem salvar vidas, disse.

“Convidamos toda a população a participar dessa ação e nos ajudar a fechar com chave de ouro mais com ano de doações em Holambra. A cada ano mais pessoas estão ajudando e tenho certeza de que esse número tende a crescer ainda mais”.

Requisitos básicos
– Estar em boas condições de saúde.
– Ter entre 16 e 60 anos de idade.
– Pesar no mínimo 50kg.
– Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas).
– Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação).

Impeditivos
– Resfriado: aguardar sete dias após desaparecimento dos sintomas.
– Gravidez.
– Espera mínima de 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana.
– Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação.
– Tatuagem ou maquiagem definitiva nos últimos 12 meses.
– Vacina contra gripe: espera mínima de 48 horas.
– Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas.
– Uso de drogas ilícitas injetáveis.